31 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo!!!

 

FELIZ 2013!
 
Queridos leitores-amigos (ou amigos-leitores, como seria mais justo chamá-los), o ano de 2012 foi muito intenso para todas as Big Motherns Brasília. Nosso blog comemorou 1 ano e foi possível partilhar inúmeros momentos (alguns bons, outros nem tanto) com vocês.
 
Nosso “nome” passou a significar justamente o que queríamos: somos mães modernas que moram em Brasília e carregam em seus corações o mundo!
 
Simples assim.
 
Nossa amizade, entre as 11 Big Motherns, também se sedimentou. Os laços de aprofundaram, a torcida, a troca, o ombro. 2012 foi, de fato, um ano único.
 
Chegou 2013, novo ano, novos planos pessoais e, claro, novos objetivos para o blog.
 
Isso aqui é uma delícia! Partilhamos, semeamos e colhemos tanta coisa boa! Mas também é algo que levamos muito a sério. Procurem um só dia sem posts em 2012!? Talvez haja, mas nos esforçamos muito para que não acontecesse.
 
Ralamos para preencher buracos, re-asfaltar crateras e, principalmente, trazer um conteúdo relevante às mamães e aos papais que, como nós, estão perdidos ou tentando não se perder neste mar emocionante chamado maternidade (ok, paternidade também).
 
E é justamente por termos um compromisso de seriedade e de conteúdo que estamos precisando de férias! E as férias precisam ser coletivas, para a sanidade geral...kkk
 
A parada irá nos possibilitar reavaliar os caminhos do blog e repensar o formato também! 2013 será um ano com muitas novidades, mas com uma certeza constante, somos, antes de tudo: AMIGAS!
 

Nesse período de férias traremos alguns posts já publicados, para que possam relembrar um pouco do que rolou por aqui durante todo esse ano. Uma dica, uma programação, alguns posts sobre viagens e utilidades públicas, também podem aparecer, para que não fiquem sem novidades, rs.
 
Desejamos a todos vocês um verão delicioso e ensolarado de sorrisos dos filhotes!
 
Abraços, as Big Motherns Brasília

30 de dezembro de 2012

88ª São Silvestre

Amanhã, querido leitor, às 09:00h, Polyanna estará a postos para a sua estreia na Corrida de São Silvestre. Ela é a nossa primeira Big Mothern Brasília a fazer este Circuito. E para continuar te motivando publicamos hoje o depoimento de Poly, que conta como tudo começou.




Depois de uns 45 dias do nascimento da minha segunda filha, resolvi começar a caminhar perto de casa para tentar recuperar a forma antes do Natal e com os festejos de final de ano se aproximando e a publicidade sobre a corrida de São Silvestre em alta, decidi colocar essa meta para o ano novo. Não para o que estava chegando, mas para o ano em que eu completasse meus 30 anos (ixe, me entreguei!).
Para alcançar esse objetivo comecei a correr quase todas manhãs, mas com pouco menos de um mês, machuquei o joelho e abandonei meus planos... Abandonei até surgir, em 2012, a ideia do projeto desbarangar e de participar de corridas de rua. Nesse momento me lembrei da “promessa de ano novo” e agradeci por ainda estar em tempo de cumpri-la, mas precisava literalmente correr para conseguir sair do zero absoluto e conquistar os 15km da prova mais famosa do país.
Comecei com treinos leves e sem nenhuma orientação ou regularidade, por vezes pensei em desistir, mas ao mesmo tempo pensava no sentimento de frustração que me seguiria... era somente um objetivo, uma meta, um compromisso comigo mesma, mas que serviria de exemplo para minhas filhas e de satisfação para mim. A ideia não é mais só conseguir correr 15 km, até porque isso eu já consigo, a ideia é cumprir um objetivo firmado com o que há de mais importante: minha consciência.
As listinhas de realizações para o ano que vem chegando são boas para refletirmos sobre o que nos faz bem e o que desejamos mudar ou melhorar. Não tem necessidade de planos mirabolantes ou “da moda” se não houver a real intenção de cumpri-los. A vontade de realizar o que nos comprometemos é a parte mais importante do processo, pois a sensação do dever cumprido ao final é o que fará qualquer esforço valer a pena.
E vocês, quais os desejos para o próximo ano?

Polyanna, mãe de Ágata e Iris.



29 de dezembro de 2012

Confissões de uma desbarangada: sobre o trânsito de Brasília e promessas de Ano Novo


Tão típico quanto a rena do papai noel ou a corrida nas lojas dia 26/12 para a troca dos presentes equivocados. Passada a ceia de Natal este é um dos assuntos mais comentados, seja por quem faz promessas para o ano novo, seja por quem acha o assunto demodè ou entediante.
Em 2007 estabeleci como um dos objetivos para 2008 não ficar mais irritada com o trânsito. Sinceramente? Nunca recebi tanta fechada na vida como naquele ano. Foram tantos engarrafamentos... Paciência, já que havia feito a opção de não ficar mais estressada com o que não podia controlar. Foi dificílimo, quase impossível, mas deu certo. E se eu consegui garanto que qualquer pessoa que queira consegue. Porquê? Porque eu sou comum como você, até minhas excentricidades são previsíveis demais (provavelmente só a baianidade mesmo)...
É o seguinte, meu(minha) caro(a), se você se propôs a estabelecer metas para um novo ano a primeira sugestão que trazemos aqui é clássica: trace objetivos razoáveis, alcançáveis. Porque se for fazer algo do tipo perder 20kg em duas semanas, o insucesso provavelmente vai desestimular a busca de todos os outros objetivos. E como você não é Ronaldo, não vai ganhar milhões para ficar com apenas 15% de taxa de gordura corporal e ainda se pesar no Fantástico, que o show da vida seja para a plateia de sua casa. Um show real, combinado?
Outro ponto: publicou-se na mídia que mais de 80% dos norte-americanos fazem resoluções de ano-novo e a maior parte delas faz alusão à saúde. Viva! Quem está pensando em se cuidar mais para viver melhor merece todo o crédito, mas é importante lembrar que não precisamos ver o calendário mudar para estabelecer horários e rotinas para a qualidade de vida. A hora é agora!
Busque boas referências, gente que fixou objetivos e conseguiu cumprir, gente comum, como nós e você. Tenha certeza que assim que você conseguir o que quer passará a ser a referência para outra pessoa também. E mais: preserve seus ouvidos de gente negativa. Xô!
Busque estímulos externos, como aplicativos de celular que auxiliam no cumprimento dessas metas. Essa ideia aqui é massa, né? Olha só quantas opções disponíveis aqui.
Busque a bênção e busque também abençoar. O que isso significa? Significa que uma meta legal é o que vai fazer bem não só pra você como também a todos que estão à sua volta. A Bíblia diz no livro de Provérbios 10:22 – “A bênção do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores.”
E seja lá como for, se você faz promessas no final de ano para cumprir no dia primeiro de janeiro ou não segue este rito, se faz resoluções a qualquer tempo, não importa. O que vale mesmo é o crescimento pessoal. Sempre melhorando, sempre melhorando, sempre melhorando...
Nós, Big Motherns Brasília, conseguimos atingir tantas metas em 2012 que dá até gosto ficar relembrando.
Comemore. Celebre muito cada conquista! Isso é saudável e traz ainda mais confiança para seguir em frente.
Feliz 2013!

Beijos festivos e cheio de resoluções de ano novo, Maiara, mãe de Nicole.

28 de dezembro de 2012

Nós, na Revista do Correio Braziliense de 23/12/2012


Dentre nossos campeões de comentários e audiência no Top Five (veja coluna à esquerda) está o post com dicas para mamães que querem fazer enxoval nos Estados Unidos.
Para quem estiver preparando-se para viagem, seja para diversão, seja para compras pessoais, e mesmo que não tenha a finalidade específica de montar enxoval para bebê, sempre recomendamos a leitura.

A viagem para compras compensa? Sim, e muito! Isso porque é inegável a qualidade dos produtos norte-americanos e a relação custo x benefício que fazem valer muito a pena a viagem.
Por termos feito esta abordagem, o Big Motherns Brasília, com uma de nossas mamães foi fonte para composição da matéria. Maiara, mãe de Nicole ilustra a reportagem junto com a filhota.
Se a viagem para os EUA está nos seus planos, confira também esta publicação, na página 26 a Revista do Correio, caderno do jornal Correio Braziliense, de 23/12/2012.

Boa viagem e boas compras!

Abraços, Big Motherns Brasília.

27 de dezembro de 2012

Bichinhos de estimação

Imagem: Google

Quando o Rafael completou pouco mais de um ano decidimos que era hora de ter um bichinho de estimação para, entre outras coisas, estimular um pouquinho o senso de responsabilidade dele (o “cuidar” de um animalzinho pequeno, indefeso e bonitinho, claro, nos parecia um bom ensinamento). Como a mamãe aqui tem uma certa (considerável) alergia a gatos (aaaaatchim!), nem tivemos que pensar muito em qual seria a “categoria” do bichinho: teríamos um cachorro de pequeno porte, afinal, morávamos num apartamento confortável, de uns 60m2 à época. E assim fizemos.

Depois de uma conversa com o pediatra, que alertou sobre os cuidados que deveríamos passar a ter, saímos à procura de uma filhote de shih tzu para comprar. E eis que encontramos a Nina, que nos encantou desde o primeiro momento.

Fotos: acervo pessoal

A Nina veio para nossa família com 45 dias de vida. Era uma linda bolinha de pelos, que zanzava pelo apartamento meio cambaleante, arrancando risadinhas do Rafael a todo tempo. Nossa emoção ao vê-lo feliz com a pequena filhote de estimação não tinha preço.


Os cuidados eram simples e desde sempre procuramos mostrar ao Rafael como era essa rotina. Nossa intenção era a de despertar nele esse senso de cuidado, de proteção, de zelo. E deu certo. Mesmo pequenino Rafael ajudava a cuidar da Nina – dentro de suas possibilidades, claro. Todo passeio noturno virava uma farra, porque ele queria levar a guia da Nina e ela o puxava, fazendo com que corrêssemos juntos pela rua.

Mas aí a Nina cresceu. E aí o apartamento ficou “pequeno” pra ela. Sentimos que ela estava estressada, arranhando as paredes e o piso e que seu comportamento com o Rafael estava oscilando. Levamos a Nina ao veterinário que confirmou nossas “suspeitas”. A bichinha estava mesmo estressada (o que não é comum para os shih tzu, que são bem acostumados a viver em apartamento, diga-se de passagem). Logo percebemos que teríamos outra lição importante a ensinar ao Rafael: que às vezes o amor nos prega peças.

E com muita calma começamos a explicar a ele que a Nina agora estava grandinha e que precisava de uma casa bem legal, com um quintal bacana pra correr e viver feliz. Às vezes ele ficava triste, às vezes concordava com entusiasmo. Mas, pra onde a Nina iria? Quem cuidaria dela com tanto amor? Nada melhor do que mantermos os laços, não é?! E foi aí que decidimos o novo lar-doce-lar da Nina: a Casa dos Dias, Roberto, Mayara, Ana Clara e Maria Rita. (Foto: acervo da Família Dias)

Eles já conheciam e adoravam a Nina. As meninas, Ana Clara e Maria Rita, ficavam eufóricas sempre que levávamos a Nina pra passear na casa delas. Não poderíamos ter escolhido melhor lar para nossa “Nininha”, como o Rafael a chamava. 

Hoje a Nina faz parte de duas famílias: a Família Dias, onde mora, recebe carinho, amor, atenção e cuidados; e a Família Gozzer de Macedo, que a tem no coração com muito amor e carinho e que acabou “herdando” uma de suas filhotes, a shih tzu Shakira, que aproveita o espaço da nossa nova casa para correr e se esbaldar junto com outros dois filhotes (de Border Collie), a Ayka e o Yoshie, para alegria da geral!

 
Shakira

 
Yoshie e Ayka

 Carol Braz, a mãe feliz do Rafael e que ajuda a cuidar com muito amor e carinho da Shakira, do Yoshie e da Ayka.

26 de dezembro de 2012

Docinho de Leite Ninho




Isso. Docinho. Aquele que toda criança aprende a fazer cedo e que entra logo para a lista de “coisas que sei fazer na cozinha” de toda pessoa que não gosta de cozinhar.

Receita clássica, simples, que não vai ai fogão. Aliás, por isso mesmo, uma ótima pedida para as tardes cinzentas que os pequenos brasilienses terão pela frente.

Além da receita, vou dar algumas dicas para ajudar seu docinho a ficar macio por mais tempo, além de facilitar o congelamento e, principalmente, o descongelamento.

Vamos lá?

O que você vai precisar:

1. Lata de leite em pó infantil – eu só uso Ninho, com outras o resultado não é o mesmo, sabor, consistência, cor...tudo muda.

2. Açúcar de confeiteiro – sim, você pode usar refinado, granulado, o que quiser, mas, de novo, o resultado não será o “padrão”. A quantidade utilizada é a de 1 lata-medida de leite,ok?

3. Uma garrafinha pequena de leite de coco – de novo, a marca vai influenciar no seu resultado. Use marcas boas e compre o leite integral. Já li na net muita gente dizendo que o light é menos gorduroso, mais fácil de modelar. Ok. Mas você perderá justamente em maciez, o doce ficará mais consistente.

4. Corantes em gel nas cores que quiser; cortadores de biscoitos; forminhas para doces e confeitos variados.




Como fazer:

Abra a lata de leite e observe até onde o leite em pó está (normalmente, três dedos abaixo do limite da lata).
Despeje o conteúdo da lata em um recipiente fundo.

Meça o açúcar com a mesma quantidade de leite (normalmente, três dedos abaixo do limite da lata).
Despeje no recipiente com o leite e misture bem.

Só então acrescente, aos poucos, o leite de coco. 



Primeiro, coloque 50% do vidrinho, mexa com a ponta dos dedos. Depois, vá acrescentando o restante e mexendo sempre com a mão. Seu objetivo e obter uma massa um pouco “preguenta”, como a da foto:



 Deixe a massa descansar, tampada com filme plástico, por, pelo menos 3 horas. O resultado será este:




Você pode enrolar bolinhas e passá-las no açúcar cristal, obtendo, assim, o doce de leite ninho tradicional, mas poderá também dar asas à sua imaginação e iniciar a modelagem!

Dicas úteis:

Tingindo a massa – trabalhe com pequenas porções, do tamanho que fique confortável manusear. O restante da massa deve permanecer coberto com o filme plástico, para não endurecer.
Abra a massa na mão e coloque as gotinhas de corante (eu uso sempre a proporção de 4 gotas para 100 gramas), lembre que muito corante irá amolecer a massa (se isso acontecer, nada de desespero, é só colocar um pouco de açúcar de confeiteiro). Misture bem a massa com o corante (no começo, parece que não aparecerá a cor que você deseja, mas a massa demora mesmo para uniformizar);
Quando a cor estiver uniforme, coloque a massa trabalhada dentro de um saquinho de congelamento e aguarde uns 15 minutos para, só então, iniciar a modelagem.

Modelando – pegue apenas a quantidade necessária para modelar um docinho.
Lembre-se que a massa parada endurece rapidamente, então mantenha o restante dentro do saco;
Como seu docinho é mais macio que o de costume, trabalhe rápido a modelagem, para não amolecer muito com o calor das mãos. Coloque nas fôrmas.



Congelando – é possível congelar os docinhos. Basta fazê-lo da seguinte maneira:
Já disponha os docinhos nas saias individuais (aqueles celofanes que
ficam em cima das fôrmas para que o doce não toque no papel), isso evitará que eles grudem uns nos outros;
Prefira recipientes plásticos novos, bem lavados, para evitar que o docinho fique com odores de alimentos anteriores;
Eu uso aqueles potes mais rasos, os de frios são perfeitos.
Retire bem o ar. Vede direitinho. Passe filme plástico em volta do recipiente e leve para o congelador.
Seu doce terá uma vida útil de até 3 meses.

Descongelando – Chegou o grande dia de comer as guloseimas! A dica aqui é retirar os potes com antecedência do freezer. Deixe descongelando por, no mínimo, 4 horas. Só então retire o filme plástico e coloque os doces nas forminhas. Fazendo desta maneira seu docinho não irá melar!

Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB)



 Imagens: arquivo pessoal e Google

25 de dezembro de 2012

Confissōes de uma desbarangada: Carta Aberta sobre mágoa e afins

Chegamos a um momento bonito e ao mesmo tempo delicado. Ano que acaba significa chance de recomeço e sugere um balanço meio que compulsório de tudo o que foi feito. E pior: do que não foi feito. Se fosse só de coisas materiais, táteis e de grana estaria tudo ok! Mas a questão vai além e atinge o que somos, quem éramos e que pessoa queremos ser, o que estamos fazendo por isso.
Depoimento particular: o começo de ano foi extremamente difícil no terreno emocional. Tive uns contratempos que me levaram pra emergência de hospital com o pescoço travadíssimo e a cereja do bolo foi um lindo colar cervical (#not) por sete dias. O legal (#not) foi olhar pro espelho e sempre lembrar o gatilho que disparou para o pescoço tensionado travar daquele jeito. Era lembrança constante da lista de desejos para 2013: maior investimento nas pessoas queridas e amadas, maior tolerância para com os erros dos outros, ser mais relax com tudo e com todos (já que a perfeição não existe mesmo!)...
[Até arrisco dizer que você, leitor, passou por situações muito piores, quem sabe.]
E daí, o que o resto do mundo tem a ver com o pescoço travado de uma mãe em Brasília? Nada. Ou tudo. Porque em janeiro começou a prova de fogo: já que na lista de desejos 2012 continha mais amor e compaixão, de cara fui exposta a uma situação que testava até onde ia mesmo o que eu tanto queria. Se no pacote eu também queria saber perdoar...
Esta foi a parte difícil. Saber que seria testada, isso era presumível, mas seguir o ensino daquele que é a razão de nosso 25 de dezembro foi muito sofrido. PERDÃO. Perdão. Palavra com seis letras que piscaram em luz neón após situações complicadas vividas em 2012, algumas delas divididas com amigos e outras em silêncio, sentimentos sabidos somente por Deus. Perdoar e nunca perder a chance de viver sem cargas, sem pesos, liberar o ofensor, deixar a memória livre e mais disponível ainda para os melhores momentos e para a experiência. Lembrar quantas trocentas vezes nós mesmas também pisamos na bola feio e queríamos voltar no tempo pra desfazer uma besteira.

Perdoar...
[letreiro piscando]

O Cristo já nasceu perseguido. Humilde, foi parido pela jovem Maria sem luxo nenhum, ao contrário. Simples, mostrou ao mundo que chique e elegante é ser e não ter. Podia ter nascido num palácio daqueles, com tudo aos seus pés, mas foi pro outro extremo. Falou com propriedade sobre o que mais sabia: ter intimidade com Deus, nosso Pai. Ouviu e foi acessível a todos. Fez milagres por aí e disse que, por meio do Espírito Santo, seríamos Suas testemunhas e faríamos feitos até maiores do que alguns que Ele mesmo fez. Deixou como mandamento perdoar setenta vezes sete (de tal modo que quem se atrever a numerar quantas vezes perdoou vai se perder nas contas, com certeza. E quando chegar aos 490, estará tão acostumado a perdoar que já virou hábito). Se Ele não tivesse perdoado por tudo o que passou? Não seria nosso amado Jesus, nosso Natal!

Nós, do Big Motherns Brasília, passamos por taaaaaaantas coisas este ano. Algumas maravilhosas, outras nem tanto. Como grupo e individualmente. Estamos aqui para contar a história e após ver o tiroteio que vitimou crianças na escola americana em Connecticut somos levadas a pensar: "-que mágoa era aquela guardada e por quê? do que estávamos reclamando mesmo?". Optamos por seguir em frente, permanecer em aprendizado, reconhecer que não somos perfeitas mas o nosso alvo que nasceu e viveu aqui na Terra há 2012 anos, Ele é. Temos tanto a aprender com o tão esperado menininho nascido em Belém, logo imediatamente na ilustração do presépio, contemplar ali mesmo o significado da manjedoura.
Palavras mal ditas (ou malditas), acusações falsas, injustiças, erros dos nossos pais ou dos amigos, decepções, enganos, desamor, grosserias, sede de poder, invejas, ciúmes, é tanto sentimento ruim que dá até gastura relacionar algumas das "coisas" que são belos motivos para a falta de perdão. Eu tenho alguns e garanto que você também. Mas, vamos tentar fazer diferente? Jogar isso tudo fora das gavetas da alma e de presente a Jesus, na caixinha de nossos corações traremos não apenas a caridade com o pobre, mas também o perdão colocado em prática, que Ele ensina com o maior amor que pode existir.
FELIZ NATAL!



Um abraço gostoso de quem quer muito virar algumas páginas, e em nome de todas as Big Motherns Brasília, Maiara, mãe de Nicole.


Porque o Desbarangar 2012 é uma questão de corpo, alma e espírito também! 

24 de dezembro de 2012

Natal: um brinde à amizade!


Eu poderia começar esse post com um texto bem ao meu estilo “jornalista-prática de ser”, mas o momento pede emoção. Então, devo dizer a vocês que posts assim são difíceis de se traduzir em palavras – ou pelo menos sem que lágrimas “brotem” em meus olhos, ok?!

Pois bem, vamos ao que interessa.
 
Todo mundo sabe que somos um grupo de 11 malucas, digo mulheres, conhecidas antes virtualmente, depois fisicamente e que, desde então, “não se largou” – estamos falando de meados de 2010, belezinha?!
 
Todo mundo sabe também que somos festeiras. Sim, meus caros leitores e seguidores, gostamos mesmo de reunir “a galera” (leia-se “nossas famílias”) sem motivos nobres, só para desfrutar de momentos de alegria e descontração. O prazer das companhias para nós é inebriante – aliás, isso é über nobre!
 
Como estamos falando do Natal, ninguém imaginaria que data tão marcante fosse passar em branco para as Big Motherns Brasília, né?! ;-)
 
Contagiadas com esse espírito gostoso que nos une, organizamos uma confraternização ao estilo “petit comité” (hahaha... nem tão “petit” assim, já que só a gente enche um salão de festas!) para agradecer a Deus por mais um ano vencido com louvor e, sobretudo, celebrar o nascimento do menino Jesus e a nossa amizade, claro. E assim fizemos.


No dia 2 de dezembro nos reunimos para um delicioso almoço, com direito a tudo de gostoso que nossa imaginação nos permitiu: arroz branco, arroz com lâminas de amêndoas, peru, tender, farofa, salpicão, saladas e creme de milho. As sobremesas deram água na boca e nos fizeram deixar o Projeto Desbarangar de lado (provisoriamente, acalmem-se): frutas, rabanadas, gelatina, torta de chocolate belga preparada com carinho pela prendada BMB Lucyanna para comemorar o aniversário de dona Mayara Dias e muito mais.


Foi um dia muito gostoso, ao lado de pessoas especiais (que a vida se encarregou de juntar às nossas). Um dia como muitos que temos vivido desde 2010, quando essa amizade aflorou verdadeiramente. Um dia para selar de vez a história desse grupo de mães de Brasília.  



Porque Natal é celebração de amor 
Porque especialmente no Natal os sentimentos se afloram 
Porque especialmente no Natal as pessoas se emocionam mais 
Porque Natal é amor 
Porque Deus é amor

E porque somos fruto de muito amor nos aproximamos, nos unimos e cultivamos uma linda amizade que se propagou para nossos filhos e companheiros.

Carol Braz, mãe do Rafael e orgulhosa das amigas que tem

23 de dezembro de 2012

Reformando a cômoda do bebê



Já pensando na “reforma” do quarto do Gabriel resolvi dar uma cara nova pra cômoda dele. Feita por um marceneiro quando ainda estava grávida, tinha optado por um modelo sem puxadores e de um tamanho grande, para servir de trocador e caber todas as coisas que iriam para um guarda-roupa. Sempre achei ela linda e não queria me desfazer, ainda.

Fiz um orçamento para laquear que ficou em R$ 800,00. Achei caro. O próprio pintor falou que era um móvel bom e que valia a pena continuar com ele. Foi a derradeira deixa para eu correr para internet e digitar “como reformar cômoda”. Vi várias ideias legais, colagem com tecido, com papel adesivo, mas no fim fiquei com a boa e velha pintura.

Juntando uns dias de férias com a vontade de, enfim, dar uma ajeitada no quarto do filhote, comecei o “serviço” (antes, passei na Leroy Merlin para garantir os itens necessários). Fui colocar a mão na massa, quer dizer na tinta.

Materiais utilizados: 2 rolos para pintura em madeira; 2 folha de lixa nº 100; fita crepe; jornais velhos; pincel pequeno para pintura em madeira; tinta (como disse, sobrou mais da metade em cada lata de 900ml).



Primeiro tirei as gavetas e lixei tudo. Em móveis já pintados é importante lixar para que a nova tinta que vai ser aplicada fixe bem na madeira. Não lixei a ponto de remover toda a tinta branca.




 Depois foi começar a melhor parte, passar a tinta. Contei com uma ajudinha especial, rs. Como foram 3 demãos deixei ele se aventurar  na primeira.



Literalmente, uma mãozinha!

Entre cada camada de tinta esperava mais ou menos 2 horas para secagem. Aproveitei para pintar prateleiras e nichos e ainda sobrou mais de meia lata de cada tinta.

Ainda sem acabamento


Gavetas, nichos e prateleiras
 O resultado final:

Antes

Depois

É isso! Adorei a experiência. Não deu trabalho, pelo contrário, senti uma satisfação enorme. Tanto que me empolguei e decidi que vou aproveitar os dias de férias para mudar todo o quarto do Gabriel. Vou transformar o ainda quarto de bebê, num espaço alegre e funcional para as necessidades de uma criança de 3 anos, tudo no estilo faça você mesmo. Quando estiver pronto venho mostrar como ficou!

Abraços, Andréa (mãe do Gabriel)