30 de junho de 2012

Desobediência Infantil

Seu filho tem entre 02 e 03 anos e você também se pega pensando se o que você está vivendo com ele/ela é em razão do temperamento dela/dele (se seria nervoso, esquentadinho, etc..) ou sou só eu???
Este boletim enviado via email pela Revista Crescer (@crescer que nos deu #FollowFriday no Twitter @maesdebrasilia na sexta-feira 01/04/2012 uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!) caiu como uma luva. 

Que bálsamo! Que consolo! Como mães de primeira viagem (ou não), ignorantes no assunto (ou já experientes), leigas (ou doutas) e tateando o tema a cada dia (seja contando com sogra/mãe ou não), o que pra muita gente pode parecer uma bobeira sem tamanho, pra nós foi um conforto.

Ufa!!!!

;-))

Beijos e lindo dia.

Espertos, mas desobedientes


Você tem notado que sua pequena e linda filha anda cada vez mais desobediente. Pois é, esse traço tão peculiar do ser humano em geral, e das crianças em particular, se manifesta logo cedo. Então, prepare-se para embates desgastantes, porque a desobediência e como lidar com ela são certamente um dos capítulos mais importantes sobre a educação na infância. Aos 2 anos de idade a criança já consegue perceber que suas atitudes podem irritar os adultos. Mas, como não tem noções sobre regras nem limite, vai fazendo tudo o que lhe vem à cabeça. Nesse momento, cabe aos pais conversar e chamar a atenção da criança para que ela, aos poucos, possa começar a compreender (que lamber o espelho todos os dias, pintar as paredes da sala, esvaziar todos os xampus dentro da banheira e outras coisinhas mais não é legal nem correto) e respeitar as regras de convivência necessárias para se viver em sociedade. 

Além do papel dos pais, o da escola também se torna muito importante e parceiro da família. Chamar a atenção de seu filho tem uma função em casa e outra no ambiente escolar. A atitude sempre o ajudará a compreender seus limites nos diferentes ambientes que freqüenta. Quando o pequeno desrespeita as regras do grupo na escola, como dar um tapa em um coleguinha de classe, a professora pode adotar uma medida socioeducativa para fazer o aluno pensar no que fez. Só colocar de castigo não vale (pelo menos não na escola).

Segundo os educadores, nessas horas o importante é conversar (em casa e na escola). Além do diálogo, dá para inventar histórias ou músicas daquilo que é permitido fazer e explicando o que não pode. 

Aliás, alguns educadores acreditam que, melhor que enfatizar o “não pode”, é se utilizar do positivo no discurso do “pode”. Por exemplo: em vez de dizer “não pode tirar o enfeite de cima da mesa”, dizer “o enfeite tem de ficar em cima da mesa”. Dessa forma a criança aprende que há muitas coisas permitidas e não fica preso ao que é proibido. 

Bem, vale qualquer estratégia saudável para não se perder no emaranhado de desobediência infantil, algo fácil de acontecer, afinal somos todos seres humanos e erramos bastante. Só não vale se omitir. Você sabia que omissão na educação dos filhos é uma forma de negligência? Procure acompanhar junto à escola de seu filho qual o método adotado em caso de desobediência. Interaja e, se achar que deve, dê sugestões.

Fonte: Boletim Revista Crescer

29 de junho de 2012

Agenda Cultural Infantil de Brasília: 30 de junho a 01 de julho











Espetáculo de Dança: "As Viagens de Matilda", 
com Escola Mônica Maia

Data: 30/06 e 01/07
Local: Teatro Oi Brasília - SHTN Trecho 1, Conj. 1B, Bloco C 
(Vizinho do Palácio da Alvorada)
Horário: Sábado 20h e Domingo 21h 
Entrada: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
O texto conta a estória de uma menina que mora no alto de uma montanha, 
e sonha viajar pelo mundo a bordo de balões! 
Nesta trajetória, ela conhece vários países, seus costumes e sua dança! 
Venha fazer parte desta incrível viagem pelo mundo!


Festa Junina Unique Fitness 

Data: 30/06
Local: Estacionamento Interno
Horário: 19h
Entrada: R$20,00
Além de comida típica e show de música, haverá 
também atrações para o público infantil, 
como pula-pula, cama elástica, piscina de bolinha, 
barracas com atrações, entre outras brincadeiras que animarão a noite 
da garotada.




Storytelling - 
The Very Hungry Caterpillar
Cuentacuentos: 
Contos venezuelanos de 
Armando Quintero

Data: 30/06
Horário: 17h
Local: Shopping Center Iguatemi Brasília, - Lago Norte
Classificação etária: A partir de 4 anos
Neste sábado, a Livraria Cultura, em parceria com o a Casa Thomas Jefferson, 
oferece um programa que busca a aproximação do público infantil 
à literatura através da leitura e interpretação de histórias em inglês. 
Convidamos pais e filhos para participar desta nova descoberta!

"CuentaCuentos"
Data 30/06
Local: Livraria Cultura - CasaPark Shopping Center
Horário: 17h
Classificação etária: A partir de 4 anos
Sempre no último sábado de cada mês, a Livraria Cultura 
CasaPark e o Instituto Cervantes de Brasília realizam 
o ‘Cuentacuentos’, uma hora do conto em espanhol, 
com o objetivo de incentivar o aprendizado de idiomas pelas crianças. 


Apresentação "Esquadrilha da Fumaça"

Data: 01
Local: Praça dos Três Poderes - 
Solenidade de Troca da Bandeira
Horário: 10h
A Praça dos Três Poderes servirá de palco 
para um sobrevoo imperdível da Esquadrilha da Fumaça e suas aeronaves T-27 
Tucano, além de passagens aéreas dos aviões de caça F-2000.
Durante o evento, a Força Aérea também apresentará a Companhia de 
Cerimonial Santos Dumont, que foi reativada este ano e retorna para 
representar o Comando da Aeronáutica de forma exclusiva, em 
solenidade e formaturas especiais, na condição de guarda de 
honra e ala de cerimonial.


Teatro Infantil: "Nada é de Brinquedo 
quando Alienígenas ameaçam 
nossas Jujubas...", 
com Melhores do Mundo

Data: Até 01/07
Local: Teatro do Brasil 21 
- Cultural - Setor Hoteleiro Sul, Quadra 06, 
conjunto A
Horário: sábados e domingos ás 16h
Entrada: R$ 40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Os Melhores do Mundo orgulhosamente apresenta sua reinventada comédia 
infantil NADA É DE BRINQUEDO QUANDO ALIENÍGENAS AMEAÇAM NOSSAS 
JUJUBAS! E essa é justamente a oportunidade de trazer uma 
proposta inédita, onde o grupo compõe um novo elenco para interpretar 
um de seus espetáculos.
As aventuras do pequeno Pedro Henrique e seu fiel herói-brinquedo 
Capitão Cataplam, alçam voo novamente e pretendem encantar com 
o mesmo humor e pique renovado, adultos e crianças de Brasília 
e de todo Brasil.


Hora Animada: "As Meninas que queriam 
conhecer o mundo", 
com Cia. Três Amiguinhos

Data: 01
Local: Boulevard Shopping - Asa Norte
Horário:17h
Entrada: Franca
A peça traz a história das garotinhas Ana Júlia e Andressa, que sonhavam 
em conhecer todos os lugares do mundo. Munidas do desejo de visitarem 
diversos lugares, as meninas tentam criar máquinas e fórmulas, para que 
consigam passar por cada pedacinho do planeta.


Canto do Conto: "Circo Rebote"
Data: 01/07
Local: Loja Fnac - Parkshopping
Horário: 16h
Entrada: Franca



"Patinação no Gelo"

Data: Até 26/08
Local: ParkShopping
Horário:Segunda a sábado, 10h às 22h;  
Domingo, 12h às 22h
Entrada:
• R$ 30,00 (trinta reais) para cada sessão 
de 30 (trinta) minutos de patinação (acima de 5 anos completos).
• R$ 15,00 (quinze reais) para aluguel do Big Ice Car para cada sessão 
de 5 (cinco) minutos (de 2 a 4 anos).
• R$ 75,00 (setenta e cinco reais) para o Combo Família (três ingressos) 
para uma sessão de 30 (trinta) minutos de patinação (de segunda a 
quinta-feira). As 3 pessoas da família devem patinar ao mesmo tempo.


Teatro Infantil: com Cia. Néia e Nando
Data: 01
Local: Águas Claras Shopping
Horário: 15h
Entrada: Franca





Teatro Infantil: "Angelina a Bailarina!", 
com Cia. Teatral Néia e Nando 

Data: 30/06 e 01/07
Local: Teatro Brasília Shopping 
Horário: 15h e 17h
Entrada: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia) 
e R$12,00 (+ BSB Kids e Sócios 
do Clubinho Néia e Nando).
Angelina é uma Ratinha que não desiste de 
seu sonho de dançar balé 
e se diverte em meio a diferentes ritmos musicais. A professora Rudy, 
quer montar um espetáculo de dança onde Angelina e seus amigos terão 
que trabalhar juntos para concretiza-lo. Com sua melhor amiga Vivi e 
seus amigos, Pititi, Patata e Tico terão que dividir as tarefas para no final 
conseguir realizar um grande espetáculo.


Domingo no Pátio: "Por Trás dos Contos", 
com Cia. de Teatro Bando das Artes
Data: 01/07
Local: Shopping Pátio Brasill
Horário: 12 às 18h
Entrada: Franca
A peça conta a história de dois palhaços. 
Bombom é uma palhaça preguiçosa 
que não gosta de estudar e Café é super 
interessado em livros. 
Os dois encontram um livro mágico que abre um portal pro Reino de Bambuluá, 
onde mora uma bruxa chamada Bruxa Numérica. Ela vai transformar Bombom 
em boneca e Café, com a ajuda das crianças, precisará libertá-la do feitiço.


ECOPONTO PÁTIO BRASIL 2012


Coleta e reciclagem de lâmpadas fluorescentes, pilhas 
e baterias


Data: 30/06 e 01/07
Local: Pátio Brasil Shopping – Praça Central
Horário: Sábado, de 10h às 22h, e domingo, de 12h às 20h

OFICINA DE RECICLAGEM PARA CRIANÇAS

Confecção de bonecos de jornal

Local: Pátio Brasil Shopping – Praça Central
Data: 30/06 e 01/07
Horário: às 15h30
Entrada franca



Teatro Infantil: "O Mágico de OZ", 
com Cia. Néia e Nando


Data: 30/06 e 01/07
Local: Teatro Escola Parque (307 Sul)
Horário: 17h
Entrada: R$30,00 (inteira) e 15,00 (meia)
A trama fala da menina Dorothy que é transferida com 
sua casa e seu cachorro Totó para a fantástica Óz, 
após um tornado em Kansas. Lá, tudo é colorido, bonito 
e mágico. Porém, toda a beleza não envolve a menina, 
que deseja retornar para sua casa. Mas nada é tão fácil 
assim, porque a pequena deve encontrar um mágico, 
que lhe mostrará como realizar esse desejo. À procura 
do mágico, Dorothy vive uma aventura inesquecível, 
através do caminho de tijolos amarelos, conhece 
personagens como o homem de lata, o espantalho, 
o leão covarde, a bruxa má e a bruxa boa.

Domingo é dia de Teatro "O Bicho Não É Papão", 
com Cia. Depois das Cinco

Data: 01
Local: Teatro Eva Herz - Iguatemi Brasília
Horário: 15h
Entrada: Franca (mediante retirada de ingresso 
no Concierge a partir das 12h)
Mostra de forma descontraída o ponto de vista 
dos animais diante das ações que 
prejudicam o meio ambiente. A peça mistura teatro, 
música, figurinos e instrumentos 
produzidos a partir de materiais reciclados.



Teatro Infantil: 
"Baltazar no Reino dos Mamulengos", 
com Cia. Mamulengos Sem Fronteiras
Data: 01
Local: Praça das Palmeiras - Terraço Shopping
Horário: 17h
Entrada: Franca
A peça se passa na terra de São Sarué, 
um lugar onde os mamulengos 
criam vida e se transformam em guerreiros, 
heróis e amantes.





Festival de Teatro Infantil: 
"Água, Fonte da Vida", 
com Cia Teatral Néia e Nando




Data: 30/06
Local: Alameda Shopping - Taguatinga
Horário: 16h

Show de Mágica", com Tio André

Data: 01/07
Local: Alameda Shopping - Taguatinga
Horário: 16h


Teatro Infanto-Juvenil: "A Rosa e o Vento"

Data: 01 e 02
Local Teatro Dulcina
Horário: 20h
Entrada: Franca
Uma trupe imortal com poderes mágicos 
invade a cidade com sua arte, 
sua alegria e peripécias. Um inusitado 
encontro romântico entre o Vento, 
integrante da trupe, e Rosa uma menina 
da cidade, mudará para sempre 
o destino de todos.

Read more: http://brasiliadivertida.blogspot.com/2012/06/programacao-infantil-bsb-30jun-01julh.html#ixzz1zBJlgUkv


Sim, meus filhos têm 2 anos e AINDA mamam


Não consigo entender o que há de chocante na imagem de uma mãe amamentando seu filho, quer tenha 3 meses, quer tenha 3 anos. A recente polêmica sobre uma capa de revista em que uma mulher aparece amamentando uma criança maiorzinha ou notícias sobre mães repreendidas por amamentarem em local público evidenciam o preconceito sobre a amamentação.

Na caixa de leite que tenho em casa está escrito: “O aleitamento materno evita infecções e alergias e é recomendado até 2 anos de idade ou mais”. Raramente as pessoas entendem essa frase por inteiro. Parece que não leem o “ou mais”. Quando a criança que é amamentada se aproxima do primeiro aniversário começa a pressão familiar para o desmame. No meu caso, com a maior das boas intenções, chegaram a organizar uma “Operação Desmame” sem me avisar! Claro que, sem o engajamento dos principais envolvidos, não deu em nada.



Por meus filhos não comerem bem, o culpado era sempre o leite materno. Nunca o tantão de suco ou bolacha de maisena ou de água e sal que comiam no intervalo das principais refeições. E olha que só mamam bem cedinho e depois das 20h. É o mito de que a amamentação exclusiva até os seis meses de idade leva a criança a rejeitar outros alimentos. Não são poucos os casos que conhecemos que contrariam esse mito.

Diante dessa cobrança, cheguei a prometer o desmame para quando completassem um ano, mas, quando chegou o dia, nem eles, nem eu, estávamos preparados. É claro que canso de escutar: “Eles AINDA mamam?!?!?!”. Pergunta feita por um interlocutor com cara de espanto e reprovação, que me deixa bastante constrangida.

Meus filhos estão com dois anos e já penso no desmame. Mas não estabeleço mais data, não tenho mais pressa. Porque aprendi que deixar de alimentar-se do leite materno também é um marco do desenvolvimento. Eles vão ter o próprio tempo, embora possam ser estimulados, assim como acontece com a fala, com o aprender a engatinhar e a andar.

O desmame provocado, hoje, nos causaria muito sofrimento. Vejo que eles se sentem aflitos quando toco nesse assunto. De minha parte, também não seria fácil. Por mais que troquemos esse momento de afeto por outros, vou sentir saudade dos nossos olhares, risinhos, brincadeiras, de ver o cafuné que um irmão faz no outro... Para mim, ainda não dá para cortar esse vínculo, nem consigo deixá-los chorando por algo que posso (e quero) fornecer. Assim, acho que por aqui vai acontecer o desmame natural, que acontece, em média, entre os 2 e os 4 ou 5 anos. Então, família, fique tranqüila, antes de entrar na faculdade eles terão deixado de mamar.

Abraços, Cristianne (mãe do Heitor e do Ulisses)



(Mais sobre amamentação prolongada: http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=21&id_detalhe=1845&tipo_detalhe=s ; http://brasil.babycenter.com/toddler/alimentacao/aleitamento-materno)

28 de junho de 2012

Fui e aprovei: Boobambu tempo – diversão e desenvolvimento para os pequenos


Hora do lancinho


Minha filha tem 2 anos e ainda não vai para escola. Porém, nesta idade as crianças já adoram atividades diferentes. Ficar só dentro de casa não é opção – nem nunca foi.

Admito que no início do ano quando a escola não chamou, pensei que daria para ela ficar mais um ano em casa. Ela estava fazendo natação e musicalização e brincando no parquinho todo dia. Mas é pouco para uma criança neste idade que está em seu pleno potencial de desenvolvimento.

Só agora que eu me dei conta que tem a Boobambu! E na Boobambu tem o programa tempo. Você pode escolher o contra-turno da escola mas serve também para quem ainda não frequenta escola. É uma excelente preparação para começar com a rotina de sala de aula.

O melhor do Boobambu tempo é que você pode escolher entre um e cinco dias na semana. Não precisa ser todos os dias. A Liina vai duas vezes por semana e fica quatro horas por dia.

As atividades incluem:
  • Espaço criativo: brincadeiras lúdicas em espaço próprio
  • Psicomotricidade: uma espécie de ginástica para bebês, ela aprende se equilibrar, fazer cambalhotas...
  • Artes: ela adora! São utilizados vários materiais para pintar, desenhar, fazer artesanato.
  • Música: muitas músicas e brincadeiras
  • Leitura: todo dia tem também leitura de uma história.

A metodologia visa o desenvolvimento da independência da criança mas sempre tem uma monitora por turma e um auxiliar por perto. Os conflitos, que sempre existem entre as crianças, são resolvidos dando nome aos sentimentos da criança.

Para nós, Boobambu tempo foi uma excelente solução para os longos dias que os pais estão no trabalho. Ela se diverte e se desenvolve e nós ficamos felizes que ela tem atividades interessantes durante a semana.


Mais informações: www.boobambu.com.br 

27 de junho de 2012

5 dias em Buenos Aires com meu filho de 2 anos – 2ª parte


Ônibus amarelo

Nosso primeiro dia portenho começou o mais turisticamente possível. Depois de um café da manhã com as deliciosas media lunas (croassant) e muito doce de leite, saímos a pé rumo a rua Florida (famosa rua de compras). Munidos de mapa, lá fomos nós, andando por algumas quadras até chegar ao local de venda do bilhete do ônibus amarelo e embarcar para o city tour por Buenos Aires.  Esse bilhete é comprado num ponto específico e te dá o direito de subir e descer quando quiser, nos pontos devidamente sinalizados.




Caminito

Foi um passeio muito legal e o primeiro que já começamos “furando o roteiro”. Combinamos de fazer a viagem toda a bordo no ônibus, marcando no mapa os locais mais interessantes pra voltarmos com mais tempo, mas bastou chegar ao Caminito que não resistimos, resolvemos descer “rapidinho” e pegar o próximo ônibus que passaria em 20 minutos, mas .....,  no Caminito tem tanta coisa legal pra ver e fazer que passamos mais de 2 horas por lá. Enquanto minha sobrinha (ah, além de um garotinho de 2 anos estávamos acompanhados de uma adolescente de 15 anos, Beatriz, debutando naquela semana e doida pra desbravar a cultura portenha) visitava um Museu (que não me lembro o nome) fomos visitar as lojas de artigos de couro. Todas as lojas são fascinantes, coloridas e cheias de apetrechos argentinos.  Passear pela rua por si só é uma diversão. Assistimos a shows de tango, vimos quadros muitos legais, conversamos com argentinos engraçados e simpáticos, tiramos algumas fotos e enfim voltamos para pegar o próximo ônibus e seguir em frente para próxima parada: shopping.

Galeria Pacífico

De longe ele já chama a atenção. Tem uma arquitetura linda e imponente, muitas lojas de grife e uma brinquedoteca grátis. Isso mesmo! Descobrimos por acaso, quando procurávamos o lugar onde pegar o carrinho para o Gabriel que já sinalizava um cochilo pela frente.  O espaço é uma graça, dá pra criançada se divertir muito e soltar a imaginação sem pagar nada. Não é grande, tampouco cheio de brinquedos eletrônicos, mas as atividades são muito divertidas e pedagógicas, tem espaços para diferentes faixas etárias e inclusive os pais brincarem juntos.


No Galeria Pacífico comemos a primeira parrilla argentina. Realmente o churrasco dos hermanos é muito gostoso. A curiosidade desse momento foram os descartáveis. Comer um enorme bife com garfo e faca de plástico num prato de isopor não foi muito fácil.  Observei que era a regra do local, todos os restaurantes serviam suas refeições assim. Para os argentinos parecia tudo muito natural, mas nós quebramos alguns garfos.

Pra fechar o dia, sorvete delicioso na rua Florida, e já a caminho do hotel, no cruzamento da Florida com av. Corrientes, show de bonecos com artista de rua. A apresentação das caveirinhas encantou o Gabriel, rock n roll total.


Recoleta e Palermo, passeios, passeios e mais passeios!

Faculdade de Direito, Cemitério, Flor metálica, Malba (Museu de Arte Latinoamericano), Biblioteca Nacional, Rosedal, Zoológico, Jardim Japonês, Jardim Botânico, etc., etc., Era tanta coisa pra ver que não sabíamos ao certo por onde começar.  Na próxima vez que formos a BA nos hospedaremos em um desses dois bairros. No Recoleta de preferência. Nada contra o centro, mas os ares de Recoleta são apaixonantes. As praças são mais limpas (as do centro são muito frequentadas por cuidadores de cachorros que parecem não ter o hábito de recolher o cocô dos animais).  Recoleta e Palermo tem mais verde, mais tranquilidade, mais gente “a passeio”. Dentre as várias opções dos bairros, o roteiro foi definido pensando no Gabriel, tentado atender também a sobrinha adolescente, claro.

Um dia não bastou para visitarmos tantas coisas. Voltamos novamente no outro dia pra curtir mais um pouquinho.  


Passamos pelo Malba, não ficamos muito tempo. Deixamos minha sobrinha Beatriz que sem titubear trocou o almoço por uma visita “mais demorada” ao museu.  Eu, marido e filho seguimos para almoçar churrasco argentino novamente. E dessa vez nem precisei pedir uma massa para acompanhar, Gabriel já entrou no clima e almoçou pão com azeite e churrasco, só sabia repetir “mais carninha mamãe”! A curiosidade por aqui ficou por conta de um suporte de venda de escova de dente que tinha no banheiro. Bastava inserir uma moeda de dois pesos e escolher a cor. Achei legal, totalmente anti-imprevistos.

O rosedal é um jardim lindo e enorme com mais de 12.000 espécies de rosas, uma boa pedida pra brincar de procurar a rosa do Pequeno Príncipe.



O passeio de pedalinho foi pura diversão.  Agradou a todas as gerações presentes (34 anos, 15 anos e 2 anos).

O Jardim Japonês é imperdível. Quem estiver com criança, se precisar, peça por um carrinho logo na entrada, basta deixar o RG. Foi o nosso caso, pois Gabriel dormiu metade do passeio.







Fiquei triste por não termos conseguido visitar o zoológico, chegamos atrasados e encontramos os portões fechados. Mais uma lição, não programar muitos passeios quando estiver com criança pequena, o ritmo deles é muito diferente do nosso, e tudo o que não queríamos era estresse por cansaço. A visita aos animais fica para próxima viagem a BA (em breve, esperamos), talvez ele até aproveite mais quando estiver “maiorzinho”.

Um “arrependimentozinho”: não ter levado um carrinho guarda-chuva. Teria sido uma boa pedida, pois no nosso roteiro muita coisa era perto o suficiente para ir caminhando e aproveitando mais o passeio, mas não o bastante quando se tem uma criança de 15 quilos pedindo colo na maior parte do tempo. Os taxistas não faziam caras muito amigáveis (e até resmungavam alguma coisa) com nossas corridas de 2 ou 3 quadras, ônibus seria uma boa opção não fosse o fato de só aceitarem moedas, o que para turista que chega e vai embora em menos de 1 semana é considerado artigo de luxo.. Ah, a fama de taxis baratos é verdadeira, assim com de taxistas “espertinhos”, mesmo nos precavendo com notas sempre trocadas levamos uma literalmente uma “volta” (o bom e velho golpe de fazer um trajeto maior para lucrar um pouco mais).

Por enquanto é isso. Muita sola de tênis gasta, muitos risadas, churrasco e sorvete de dulce de leite. E claro Gabriel adorando tudo.

Em breve mais dicas, passeios e final dessa aventura de 5 dias.

Andréa Mota, mãe do Gabriel

26 de junho de 2012

O Pequeno Príncipe chega ao Iguatemi Brasília


A aventura de O Pequeno Príncipe atravessou as páginas da obra de Antoine de Saint-Exupéry e desembarca no próximo dia 30, na capital federal, em um espaço mágico, no Iguatemi Brasília. Os visitantes poderão vivenciar trechos marcantes do romance, desenhando, por exemplo, carneiros para o adorado personagem e deixar mensagens em estrelas. A exposição estará na praça central do shopping e fica aberta ao público até 29 de julho, de domingo a sexta-feira, das 12h às 20h e aos sábados das 10h às 22h. A entrada é franca e a visita dura em média 30 minutos.

 A entrada - um livro imenso - convida para um trajeto de sonhos, que começam com a réplica do avião que afundou nas areias do deserto da Líbia, onde são revelados segredos da história criada por Saint-Exupéry. Uma Torre Eiffel no jardim das mil rosas, e, ainda, espaços interativos surpreendentes.

Além disso, a mostra traz a réplica do asteróide B612 representando a visão da galáxia fictícia do pequeno príncipe. Também apresenta imagens inéditas dos 44 anos de vida do autor e aviador que deu vida ao clássico da literatura, atualmente, o terceiro livro mais vendido do mundo, traduzido em mais de 220 línguas e com oito milhões de exemplares comercializados só no Brasil.

A gerente de Marketing do Iguatemi Brasília, Iara Rocha, destaca que a exposição agrega valor à agenda cultural da cidade. “O Pequeno Príncipe é um personagem que cativa todas as idades. A exposição é uma oportunidade para que pais e filhos possam compartilhar valores que ultrapassam as gerações. É um evento encantador”, afirma.

Vale ressaltar que todos os desenhos e mensagens cridos pelos visitantes, farão parte da exposição e, posteriormente, serão entregues à família de Saint-Exupéry, na França.

Ficha técnica
Apresentação: Iguatemi Brasília
Criação e Produção: Luk Marcas de Valor
Curador: Sheila Dryzun

Serviço
Exposição O Pequeno Príncipe
Data: de 30 de junho a 29 de julho
Horário: de domingo a sexta-feira, das 12h às 20h, sábados das 10 às 22 horas.
Local: Iguatemi Brasília, SHIN CA 4, Lote A, - Lago Norte - Brasília/DF
Entrada Franca

Jardim da Leitura

Lembram do post onde demos a dica de uma estante para guadar os livros infantils? (se não o post é esse AQUI – vale ler ou reler).

Trazemos hoje outra opção para guardar os livros das crianças, deixando eles bem à mão delas: o painel jardim da leitura.
jardim da leitura

Conheci esse painel lendo o blog Estimulando Meus Filhos, que eu adoro!!!!!

Ele não comportar uma grande quantidade de livros, mas você pode revezar os que deixa ali, de forma que a criança sempre manuseie diferentes títulos.

O bom desse painel é que mamães um pouquinho mais habilidosas podem fazer, ou mesmo aproveitar a inspiração para criar algo parecido.

Esse da foto foi a própria Luciana Teixeira, autora do Estimulando Meus Filhos, que fez. Vejam as dicas que ela dá:

“Eu achei uma toalha de mesa que estava rasgada de um lado e pensei: "Olha, essa estampa tá bem bonitinha!". Cortei, fiz o abanhado e toda a parte de "costura" com cola brascoplast (adesivo de contato, minha grande amiga!), fiz bolsos com pedaços de calças jeans velhas. Colei velcro no miolo das flores e nas folhas, e costurei esses bichinhos de feltro em pedaços de elástico preto. Em cada bichinho há um pedaço de velcro que você pode grudar e desgrudar em vários lugares diferentes do painél. E o elástico é para as crianças não perderem os bichinhos, já que numa sala de aula isso seria fácil de acontecer. Os livros em encapei todas as páginas com papel contact e furei no meio, nas duas extremidades, e prendi o elástico também. Todo os elástico estão bem amarrados dentro dos bolsos, numa argolinha que costurei lá dentro escondidinha. Os bichinhos de feltro eu já tinha, usava como luvinhas para cantar, enchi apenas com manta acrílica e terminei de colar. Você pode adquirí-los NESTE SITE.”

Aproveitem e boa leitura com os pequenos.

Amanda, mãe do pequeno leitor Gustavo.

25 de junho de 2012

Minha filha não come mais fruta, e agora?

Foto: Flickr/Nutrilover (CC)

Vocês podem não acreditar, mas aos 7 meses de idade minha filha comia banana inteira. Eu só dava na mão dela, sem amassar e dar na colher. Ela adorava todas as papinhas de fruta.

Próximo de completar um ano, ela parou de gostar de fruta. Alguém já passou por isso? Nada, nem a banana que ela gostava. No máxima alguma papinha da Nestlé já pronta. Eu amo frutas, comemos muitas em casa. Não foi por falta de exemplo.

Um belo dia, eu já desesperada, fui ao parquinho e uma coleguinha do outro prédio, a pequena Bianca estava lá com a mãe dela. A mãe tinha levado melancia e ofereceu a Liina. Eu, envergonhada, expliquei que ela não comia fruta. A resposta da mãe da Bianca: “É por isso que eu trouxe a melancia para o parquinho”.

A Bianca também tinha parado de comer fruta. O pediatra dela tinha dado um conselho: deixa a criança bagunçar com a fruta, se melar toda, cheirar, experimentar, tocar. Aproveitei o conselho e comecei fazer o mesmo. Levava só fruta para o parquinho pois no meio da manhã ela fica com fome. Sem opção, ela começou primeiro a comer banana. Depois levava outras frutas.

Teve dias que uma manga inteira foi desperdiçada e foi pro lixo. Teve dia que eu que comia a ameixa. Mas, aos poucos, com tempo e paciência, ela voltou a gostar das frutas.

Hoje as favoritas dela são: morango, mirtilo e ameixa. Ela come bem, também, banana, melancia e manga. Ainda não gosta de maçã nem de pera. Mas a educação alimentar continua!
Fica a dica para quem sofre do mesmo problema!


Raisa, mãe da Liina

24 de junho de 2012

Shakespeare nas férias - Teatro Mapati

Imagem: Mapati

O dramaturgo e escritor, um dos maiores de todos os tempos, será o tema que irá nortear as crianças durante a 42ª Colônia de Férias do Mapati. De 2 de julho a 3 de agosto, as crianças de 2 anos e meio a 14 anos irão aproveitar ainda mais o recesso do meio ano.

E falta pouco para o início das atividades. Férias é tempo de diversão. Para as crianças, o que importa é mesmo farra, o contato entre elas e a rotina não deve ter o caráter formal do dia-a-dia escolar. E para os pais, o que importa é ter a certeza de que os pequenos, além de se divertir, estão sendo cuidados com segurança e carinho.

E tudo isso acontece na tradicional Colônia de Férias do Mapati. As crianças têm a opção de ficar em meio-período ou integral, em pacotes semanais ou nos dias em que for melhor para a família. O período integral vai das 8h às 18h e o meio período das 8h às 12h e das 14h às 18 horas.

São diferentes oficinas: vivência teatral, jogos teatrais, exercício com artes visuais, dança contemporânea, break, circo (nas modalidades aéreo, malabares, perna de pau) e slackline.

Ao final de cada semana, as crianças apresentam um espetáculo, fazendo com que a animação fique ainda maior!

A ficha de inscrição pode ser acessada no site www.mapati.com.br e enviada pelo email colonia@mapati.com.br.
 
42ª Colônia de Férias do Mapati
Mais informações: colonia@mapati.com.br         
(61) 3347 3920               
(61) 7813 4899     
(61) 7813 4736     

Valores
* Pacote 01 – 01 Semana no Período Matutino C/ Lanche e Desconto: R$ 150,00
* Pacote 02 – 01 Semana no Período Matutino S/ Lanche e Desconto: R$ 125,00
* Pacote 03 – 01 Semana no Período Vespertino C/ Lanche:  R$ 225,00
* Pacote 04 – 01 Semana no Período Vespertino S/ Lanche: R$ 200,00
* Pacote 05 – 01 Semana no Período Integral C/ Lanche Matutino – Almoço e Lanche Vespertino: R$ 400,00 (Observação: o pacote nº 5 possui disponibilidade de apenas dez vagas por semana)


Texto: Deborah Trevizan, Assessoria de Imprensa / Big Motherns Brasília

23 de junho de 2012

Maternidade a uma hora de distância, em Lisboa

A situação do Sistema Único de Saúde no Brasil é uma grande incógnita, por assim dizer. Há relatos constantes de falta de médicos, enfermeiros, materiais, leitos e medicamentos. As justificativas - como se fossem fatos justificáveis - sempre recai pra algum ente ou, em muitos casos, é atribuída à má gestão de A ou B. Resumidamente, o caos. 

O problema é que até mesmo os usuários de planos de saúde que outrora podiam se vangloriar do melhor atendimento e das melhores condições gerais hoje em dia encontram-se "vendidos". Sim, até mesmo aqueles que desembolsam altos valores mensais para ter direito a um atendimento de qualidade sofrem com o sistema. 

Talvez como "suspiro de fé", me deparo com o texto publicado no site da lusitana Pais & Filhos cujo título me despertou a curiosidade: Maternidae a uma hora de distância. A publicação, datada de 21 de junho do corrente, trata de uma realidade de Lisboa, Portugual, que me fez pensar inúmeras situações que envolvem o deslocamento casa - maternidade (sim, a urgência é sempre nessa via). Vejam a matéria:

A existência de uma maternidade a uma hora de distância de qualquer localidade vai ser uma “regra” para manter, assegurou o ministro da Saúde, Paulo Macedo, citado pelo Alert. “Há uma recomendação expressa na carta [Hospitalar Materna, da Criança e do Adolescente] de que não deixe de haver nenhuma maternidade a menos de uma hora de qualquer localidade. Isso será uma regra que nós manteremos”, revelou à Lusa o ministro Paulo Macedo. “A prioridade junto das maternidades é agir dentro dos grandes centros, e não é irmos encerrar maternidades em termos adicionais, em distritos que não têm outro tipo de oferta”, explicou o ministro. Paulo Macedo acrescentou, relativamente às maternidades, que há “um excesso de capacidade em todo o país”.

“Temos um excesso de capacidade que atinge as maiores proporções na grande Lisboa e à volta de Lisboa (…). O Amadora-Sintra podia fazer quase o dobro dos partos que está a fazer”, observou o ministro, referindo que outra “regra” futura é ir ao encontro dos “desperdícios em termos de capacidade e de aproveitamento dos hospitais, nos grandes centros”. O presidente da Comissão Nacional de Saúde Materna, da Criança e do Adolescente, Bilhota Xavier, defendeu, na passada segunda-feira, a manutenção de algumas maternidades com menos de 1.500 partos por ano, principalmente nas zonas do interior do país. Há maternidades que “têm de continuar a existir para servir as comunidades”, revelou Bilhota Xavier, que preside a comissão responsável pela elaboração do documento que pretende ser “um contributo para consolidar e, se possível, melhorar os excelentes resultados obtidos na área da saúde materna e pediátrica em Portugal, nos últimos 20 anos”. A Organização Mundial de Saúde recomenda o encerramento dos blocos de partos com menos de 1.500 nascimentos por ano. Em Portugal, nos últimos 20 anos, já foram encerrados cerca de 140.

Lendo isso, fica a pergunta: o fato de existirem maternidades suficientes a uma hora de distância de qualquer que seja a localidade de "partida" resolverá os problemas vividos pelos irmãos lusitanos? 

Sim, nós, brasileiros e brasileiras, precisamos de um Sistema Único de Saúde que absorva de forma eficiente a demanda da população. Precisamos de mais seriedade e humanidade no trato do dinheiro público, do nosso dinheiro. 

Penso que se medida semelhante fosse adotada no Brasil, de dimensões continentais, o País quebraria pelo simples fato de que, na minha opinião, o problema antecede o caos da saúde pública. Mas essa já é uma outra história...

Abraços, Carol Braz, mãe do Rafael


22 de junho de 2012

Superman




Outro dia me dei conta, meu bebê de 3 aninhos estava apaixonado pelo Superman, pelo Spiderman, e por todos os super-heróis violentos que conheço.

Como aconteceu? Não sei bem.
O pai mostrou vídeos dos super amigos no youtube e daí para a paixão foi um pulo.

No momento, ele só se veste de super-homem e, quando a roupa está lavando, usa a máscara do homem-aranha ou finge que é o lanterna verde.

Lado negativo? Um monte. Como ser herói inclui lutar contra o mal, meu pequeno vive gritando com as pessoas que encontra pelo caminho, pois no seu mundo imaginário todos somos bandidos em potencial. Isso assusta os adultos, que acham que ele é agressivo, e acaba afastando coleguinhas em potencial, por exemplo.

Outra coisa chata é não conseguir mudar o foco com facilidade, temos feito um certo esforço para fazer com que ele brinque de outras coisas (sem contar que a fantasia já desbotou!).

Tem também o fato de que esses desenhos falam e mostram maldades, e acho cedo para ele viver esse tipo de coisa. Por mim, Bob Esponja reinaria por um bom tempo. Juro que tentei!

Lado positivo? Estamos tentando canalizar toda essa criatividade para ajudar a educá-lo. Assim, quando uma birra começa, por exemplo, logo dizemos que o super-homem não faz birra, não grita e obedece os pais. Alertamos que os bandidos são mal criados e vão para a prisão, um lugar onde ficam tristes e sozinhos.

Outra medida é tentar convencer que os super-heróis, às vezes, usam roupas comuns para investigar disfarçados (esse argumento só surte efeito raramente) e que, para ficarem fortes, eles precisam comer bem (o problema é quando ele decide comer a criptonita e sai pegando o que vê pelo chão....rsrs).

Preocupação de mãe à parte, o que importa é perceber que meu neném cresceu,  já está se interessando pelo universo infantil e que isso pode ser usado em prol da boa educação!

Abraços, Lucyanna (mãe do Super João Paulo e do Gabriel, que ainda curte mesmo é "Meu Amigãozão")
Foto: Autor desconhecido / Facebook