31 de março de 2013

SUS terá teste rápido para diagnosticar tuberculose


Com a nova tecnologia, o resultado sai em duas horas

O Ministério da Saúde vai disponibilizar gratuitamente na rede pública um teste rápido para diagnóstico de tuberculose, com capacidade de detectar a presença do bacilo causador da doença em apenas duas horas. O Gene Xpert, como é denominado, também identifica se a pessoa tem resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento da doença. O anúncio foi feito nessa segunda-feira (25) pelo secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, em solenidade que marcou o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, celebrado no último domingo.

Para a implementação da nova tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS), o ministério está investindo R$ 12,6 milhões. Os recursos são para a aquisição de testes, máquinas (computadores de última geração, com leitor de código de barras e impressora) e no treinamento dos profissionais de saúde. O teste rápido deverá ser disponibilizado na rede pública até o final deste ano.

“Esse teste permite que as pessoas deixem as unidades de saúde já com o diagnóstico, possibilitando, assim, que iniciem o tratamento mais precocemente”, afirmou Jarbas Barbosa.

O Gene Xpert, que já está em funcionamento nas cidades do Rio de Janeiro e Manaus desde o ano passado, será implantado em todos os municípios com mais de 200 casos novos notificados em 2012. Também será disponibilizado nos municípios considerados estratégicos, segundo critérios epidemiológicos (municípios com grande população prisional, indígena e algumas cidades de fronteiras). Do total de casos de tuberculose, 60 municípios respondem por 56% das novas notificações de todo o país.

Campanha - O Ministério da Saúde vai enviar aos estados 1,5 milhão de folhetos explicativos da doença direcionados à população, além de 156 mil cartazes e 251 cartilhas para os profissionais de saúde. O slogan da campanha é “Tuberculose: Tosse por mais de três semanas é um sinal de alerta. Quanto antes você tratar, mais fácil de curar. Procure uma unidade de saúde”.

Fonte: Secom-PR

29 de março de 2013

E aí? Como falar de Páscoa pra essa gente pequena, hein?...


Em alguns momentos "viajo" lá longe e fico pensando que quem nos acompanha via blog Big Motherns Brasília já deve ter sacado um pouco do jeito de ser de cada uma de nós onze. Acredito também que acabamos criando uma relação interpessoal estreita, mesmo sem nunca termos nos visto pessoalmente na vida. Consigo imaginar você sorrindo com o que está escrito (e se identifica bastante) ou chateada porque leu algo no blog que a aborreceu. Assim como são as amigas, certo? E o post de hoje fala justamente de uma situação que pode ter acontecido com você nestes dias de Semana Santa.
Introdução que arrodeia pra lá, arrodeia pra cá, tudo isso pra falar de um tema delicado que me martelou alguns dias atrás... Nossos filhos estão crescendo e como falar de Páscoa (de verdade!) para eles? Deixo para a escola, para a TV, para a mídia inevitável do comércio inescapável e às tias postiças nutrirem a fantasia do coelhinho de páscoa. Eu (Maiara) só brinco um pouco com a história e na hora que quero que ela (Nicole) coma a cenoura o bicho de olhos vermelhos e pelo branquinho me é muito útil. Não vejo problema nenhum em deixar que ela viva a fantasia do coelhinho de páscoa. Mas é que eu queria falar sobre a morte e ressurreição de Jesus, sobre a Páscoa (de verdade!) e confesso que estava um bocadinho perdida sobre como abordar o tema.
Porque vamos combinar, amizade: a via crucis fala de CRUZ, crucificação, dor, castigo, morte. Em  outras palavras é uma história violenta. O diferencial é que tem o final mais feliz de todos os tempos, nunca existirá (para mim) uma história de amor tão grande, tão real, de uma só pessoa por toda a humanidade. De morrer no lugar de todos. De escolher tomar o lugar de todo mundo para expiação das falhas. Para nos ligar, nos unir a Deus. Para estar com seu Pai e o Espírito Santo formando a perfeita trindade e se fazendo presente em cada segundo da vida de todas as pessoas. Mas, como falar que no Natal Jesus nasceu, que lindo, super alegria, só que na Páscoa Ele morreu, mas está VIVO entre nós, porque ressuscitou e vai voltar?
Aí encontrei este vídeo que está fazendo sucesso na internet com mais de meio milhão de visualizações que fala de Páscoa (de verdade!), de Cristo, do significado de tudo, como aconteceu, o quanto pessoas O amavam, das mensagens bonitas, dos milagres e curas, a entrada dEle em Jerusalém montado num jumentinho, as últimas horas, a última Ceia com os discípulos, quando os amigos de Jesus dormiram enquanto Ele orava, a prisão, o castigo ("-fizeram dodói nEle..."), a crucificação, a Ressurreição. Fiquei emocionada e dividi com minha pequena, suspirei confortada. Ele ouve nossa oração!
 Aí eu vou terminar este post com a fala que inicia o vídeo que linkamos abaixo, feito por crianças, para adultos e crianças. Veja com seus pequenos. Eles vão curtir!
“-Você conhece a história da Páscoa? Nãããããããããão? Então, você precisa ouvir isso!”



Boa Páscoa para você e os seus, é o que desejam todas as
Big Motherns Brasília.

28 de março de 2013

Ronald McDonald faz shows em Brasília


Apresentações serão realizadas na capital com o tema “Universo da Ciência e Diversão”

Em março, a garotada já tem agenda garantida. O embaixador da alegria, Ronald McDonald, fará apresentações nos dias 30 e 31 de março, em alguns restaurantes de Brasília. O personagem fará apresentações de 30 minutos, com o tema “Universo da Ciência e Diversão”, com mágicas, coreografias e brincadeiras interativas, que envolvem as crianças e os pais.

Personagem símbolo da rede, Ronald McDonald é um grande conhecido das crianças de todos os países onde o McDonald’s está presente. O personagem costuma fazer dezenas de apresentações em diversas regiões brasileiras todos os meses. A agenda de shows pode ser conferida no site www.mcdonalds.com.br.

Serviço – Agenda de Shows:

Local: McDonald’s Conjunto Nacional
Endereço: Shopping Conjunto Nacional
Data: 30/03/2013
Horário: 15h30

Local: McDonald’s Guará I
Endereço: SRI QE 7 Lote P Guará I
Data: 30/03/2013
Horário: 17h

Local: McDonald’s Sobradinho
Endereço: Qd.6 Área Reservada 3. s/nº Sobradinho
Data: 31/03/2013
Horário: 14h

Local: McDonald’s Epia
Endereço: SPM/Sul Epia Cj.D Lote 7 Área B
Data: 31/03/2013
Horário: 15h30

Local: McDonald’s Lago Sul
Endereço: SMDB QI.23 CJ 12 Lote 2 – Lago Sul
Data: 31/03/2013
Horário: 17h

Local: McDonald’s Asa Sul
Endereço: SHCS EQ 114/115 CJ A Lote 84 – Asa Sul
Data: 31/03/2013
Horário: 18h30

Outras informações pelo (61) 3347-1030.


Fonte: Empório Comunicação
Imagem: Google

Pesquisa de preços de remédios

Quanto custa?


                  


Recentemente peguei um desses jornais gratuitos que são entregues no sinal de trânsito e folheando as notícias vi uma notinha de rodapé divulgando um serviço que achei bem interessante: um site de pesquisa de preços de remédios.

Esta semana precisei comprar alguns remédios e corri na bolsa para procurar o pedaço do jornal que havia guardado na bolsa.

O www.consultaremedios.com.br foi criado em 1999, logo após o lançamento dos genéricos. No começo o objetivo era ser um serviço destinado apenas aos médicos, mas com o tempo foi estendido à população em geral.

O site monitora os valores de venda dos remédios de cerca de 57 mil farmácias do Brasil.

Além de poder comparar os preços dos medicamentos, é possível verificar a farmácia mais próxima de você, ter acesso a bulas online, entre outras coisas.

Usei e gostei.

Fica a dica!

“Não tome nenhum medicamento sem o
conhecimento do seu médico.
Pode se prejudicial para sua saúde".
                                                                       (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)


imagem: google imagens

Andréa Mota, mãe do Gabriel

27 de março de 2013

Oficina de coelhinhos e meias de malha na Boo amanhã (28)


No dia 28 de março (amanhã!) vamos fazer uma pequenina oficina lúdica e pedagógica de confecção de coelhinhos de meia e malha na Boo Moda e Lúdicos! Como a "casinha" ainda está bem pequenininha e apertadinha serão duas mini turminhas de no mínimo 3 e no máximo 5 crianças. Veja as regras:

Idade minima: 5 anos
Idade máxima: 8 anos
Horários:
* Manhã: 10:30 às 11:30
* Tarde: 16:30 às 17:30
Taxa de pagamento para material: R$15,00

** Se a demanda for grande a Boo abrirá mais 2 turminhas no feriado dia 29 nos mesmos horários!

Inscrições pelo e-mail boo.modaeludicos@gmail.com ou por mensagem inbox direto no facebook.com/boo.modaeludicos

Endereço: CLSW 101 - Blº A - Loja: 32 - Sudoeste
Fone: (61) 3442-1050

Quando a gente acha que não vai dar conta...


Aposto que todos que lerem esse post vão se identificar com ele, de uma forma ou de outra. Sabe por quê? Nem temos medo de errar: porque não há ser humano que não tenha sequer uma experienciazinha de sufoco pra contar ou apenas lembrar. Concordam? Aqui no Big Motherns Brasília não é diferente, afinal, não estamos acima do bem e do mal, somos mortais, temos nossas lutas, nossas provações, nossos “perrengues”, nossos “ataques de impotência”. 

É muito fácil pra quem está “do lado de fora” te olhar e às vezes até invejar uma suposta vida perfeita que você leva, mas as pessoas muitas vezes esquecem que a grama do vizinho não é mais verde que a sua. Não mesmo. Como diria o ditado “as pessoas só veem as cachaças que eu bebo, mas ninguém sabe dos tombos que eu levo”...

Muitas vezes tudo começa com algo tão pequeno, como se fossem pedrinhas no sapato. O problema é que quando junta um monte de pedrinhas no sapato o incômodo é grande. Com a gente não é diferente.

E o que queremos dizer com isso? Sim, conquistamos muitas coisas e somos gratas, sobretudo a Deus por isso, mas tudo com muito sacrifício e a base de várias quedas, de várias “pedrinhas”.


Isso vale pra todos nós: o grande lance da vida é respirar fundo, se permitir uma pausa em meio ao caos e se perguntar, além do que fazer ou pra onde ir, “o que há de bom nisso tudo”?

Sim, noss@s car@s amig@s, leitor@ e seguidor@s. Sempre há algo bom, mesmo em meio ao caos. É a famosa “metade cheia do copo” ou “do limão faço uma limonada” e por aí vai...

Aqui no grupo, sempre contando com o apoio uma das outras, procuramos ver o “lado bom da coisa” em todas as ocasiões e, como já ressaltado, enxergar o “copo meio cheio”.

Recentemente vivemos alguns dias de muitas provações pessoais por aqui. Foram adversidades da vida moderna, problemas com a saúde de alguns dos nossos BMBs-mirins ou com entes queridos, perdas, problemas de trabalho, na escola, etc. Foram momentos difíceis, chorosos, mal dormidos, muito cansativos, mas que nos serviram, como sempre, pra buscar a Deus e pra enxergarmos quão maravilhoso Ele é para conosco, por nos fazer enxergar sempre “a metade cheia do copo” e acreditar, com fé, que tudo se resolveria.


Uma vez minha prima me disse que o momento mais escuro da noite é pouco antes de amanhecer... Hoje percebo o quanto é importante aguentar um pouco mais, pois o melhor pode estar logo após aquele passo mais difícil, aquela decisão mais incerta. (Poly)


E em meio a tudo isso a diferença está justamente em como você se porta diante da adversidade, do tombo, da queda! No lugar de reclamar, sejamos proativos. A situação está difícil, complicada... Desabafar vai ajudar a aliviar a tensão, a pressão, e faz muito bem, mas palavras sem ação não vão resolver seu problema.  É preciso mais positividade para atrair boas energias e sempre e MUITO agradecer por tudo de bom que nos cerca.

Hoje estamos aqui, com esse post “meio sem nexo”, pra encorajá-l@s a não desistir, a confiar que as coisas se resolverão e principalmente para que se permitam ver “a metade cheia” do copo, sempre.


Aproveitamos o espaço também para deixar esse vídeo para sua reflexão: http://www.facebook.com/photo.php?v=381305535298974. 


Abraços carinhosos, das 11 Big Motherns Brasília

26 de março de 2013

Desafio de livro - muita diversão

Em Janeiro apareceu no Facebook um desafio bem legal. Você postava o desafio no seu mural e as cinco primeiras pessoas que curtissem, iam receber um livro. Você poderia escolher o livro, novo, usado, achado, gostado, odiado o que fosse.

Participei do desafio e achei o máximo escolher os livros. Vou deixar minhas escolhas aqui como dicas, afinal, Dias das Mães está chegando (risos). E fica como dica também para Amigo-Secreto. Livro é superdemocrático, pois quem quer gastar muito, pode, mas quem quer dar um livro que tem no estante, também pode.

As minhas escolhas

Então, vamos lá. Duas amigas receberam o mesmo livro. Vou puxar a sardinha para meu lado pois é um livro de uma autora finlandesa, recentemente traduzido para português pelos Vikings do Brasil. Mas o livro é incrível: entrelaça história de três mulheres de três gerações diferente em um enredo intrigante. É um livro que você não larga até terminar!

E qual é o livro? O Expurgo de Sofi Oksanen.

Para o terceiro participante foi também um livro finlandês. Um sucesso de vendas! Chama-se Golpes Bilionários. O autor, Kari Nars, desvenda porque alguns bilionários do mundo deixaram se enganar de maneira boba. Por que um deles comprou uma ilha inexistente? E outro, que comprou a torre Eiffel em sucata? Ele traça ainda o perfil e consta: mulheres são muito mais difíceis de serem enganadas. Porque fazem tantas perguntas!

Duas BMBs queridas também foram rápidas na resposta e ganharam seu livro.

A Carol, mãe do Rafael, levou o livro da jornalista chinesa Xinran em que a autora conta histórias de mães chinesas que deram seus filhos para adoção. Não são histórias bonitas, mas são muito comoventes. Nós, como mães, precisamos saber como é ser mãe do outro lado do mundo. Mensagem de uma Mãe Chinesa Desconhecida, autora Xinran.

Para Maiara, mãe da Nini, escolhi um livro baseado em uma história verdadeira. Conta de uma empresária suiça que se apaixona loucamente por um guerreiro da tribo masai. Ela abandona tudo e se muda para a tribo no meio da selva africana. Sua história é quase inacreditável. O que o amor não faz? O livro se chama A Massai Branca e a autora é Corinne Hoffmann.

23 de março de 2013

Os avós nunca deveriam morrer

Outro dia recebi por email um texto, onde uma menina de 8 anos escreveu a definição de avô. Achei perfeita e resolvi vim compartilhar com vocês. Me lembrei tanto do meu avô materno a cada linha do texto que a saudade bateu forte. O "Veio Abadio" era aquele típico avô para deixar a gente aprontar...rsrsrs com suas brincadeiras, sua disposição sem fim com os netos, das gaiatices dele, do tanto que gostava de perturbar a gente... tantas lembranças boas! Não posso esquecer no meu vôzinho paterno que gostava tanto de fazer churrasco aos domingos e reunir todo mundo na casa dele... do churrasco que ele fazia  e que até hoje não achei alguém que fizesse igual.... de sentar a mesa e ele dar pra gente comer queijo, tomar vitaminas..... Hoje a saúde física e mental não permite que ele faça mais, mas lembrar disso tudo dá uma saudade da minha infância! E lembranças assim que quero que minhas filhas tenham, coisas que as vezes nem achamos ter valor, mas é o que faz a diferença e fica para sempre conosco. Essa é minha homenagem a meu avô Abadio (que foi morar no céu) e meu avô José!


"Um avô é um homem que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos
outros. Os avôs não têm nada para fazer, a não ser estarem ali. Quando
nos levam a passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas nem
nas lagartas. Nunca dizem: Some daqui!, Vai dormir!, Agora não!, Vai
pro quarto pensar! Normalmente são gordos, mas mesmo assim conseguem
abotoar os nossos sapatos. Sabem sempre o que a gente quer. Só eles
sabem como ninguém a comida que a gente quer comer. Os avôs usam
óculos e, às vezes, até conseguem tirar os dentes. Os avôs não
precisam ir ao cabeleireiro, pois são carecas ou estão sempre com os
cabelos arrumadinhos. Quando nos contam histórias nunca pulam partes e
não se importam de contar a mesma história várias vezes. Os avôs são
as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós. Não são tão
fracos como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós. Todas as 
 pessoas devem fazer o possível para ter um avô, ainda mais se não tiverem televisão.


Beijos,

Mayara, mãe da Aninha e da Maricota

22 de março de 2013

Programação infantil de Brasília - 22, 23 e 24 de março


Pra começar o final de semana estimulando a conscientização em prol do planeta desde pequeno, Brasília recebe uma comemoração especial em homenagem ao Dia Mundial da Água, celebrado mundialmente em 22 de março (hoje!). Vale o passeio pela Esplanada dos Ministérios hoje (sexta) e manhã à noite para ver os principais edifícios públicos da capital federal iluminados na cor azul, simbolizando a água. Para aumentar ainda mais as reflexões, amanhã (sábado, 23), das 20h30 às 21h30 o azul da esplanada será apagado, junto com os demais prédios públicos do GDF, durante a 5ª edição da Hora do Planeta.

Para garantir a diversão da criançada, o blog Brasília Divertida garimpou dicas legais de diversão para os pequenos. Que tal colocar as crianças para prepararem muffins de Páscoa no Park Shopping ou para caçarem chocolates Hershey's no Iguatemi Brasília?

Quer saber tudo que rola para a criançada na capital federal? Acesse www.brasiliadivertida.blogspot.com.br e programe-se!

21 de março de 2013

Viver e não depender de plano de saúde (nem do SUS) – um sonho de muita gente


Alerta: a seguir frases inadequadas para quem nunca viveu uma situação desagradável com plano de saúde. Leia com moderação.

A vida é engraçada e cheia de percalços, como diria meu saudoso avô. A gente nasce, cresce, se desenvolve e morre. Uns com menos outros com mais tempo aqui na Terra, essa é a ordem da evolução. O que temos em comum? Possivelmente várias coisas, mas vou me ater a apenas um aspecto: nossa saúde.



Independente de idade ou classe social, o fato é que todos nós precisamos de uma vida saudável para seguir nossa trajetória mundana. “Bons hábitos, prática regular de atividade física e alimentação saudável” é a tríade que ouvimos de todos os profissionais da saúde e da educação física, mas existe um componente tão importante quanto esses que não pode ficar de fora: a assistência à saúde. E nesse quesito, meus caros leitores, temos muito o que nos queixar, infelizmente.

Com relação ao tema, me permito dividir as pessoas em três grupos: 1) os que dependem do SUS; 2) os que dependem de plano de saúde privado; e 3) os que “podem pagar”.

O 1º grupo fica à mercê das chamadas “Políticas Públicas” na área da Saúde. A eles, uma grannnnde parcela da população, o governo dedica muito aquém do que realmente é necessário para suprir necessidades básicas. Todos já estamos “carecas” de saber, infelizmente.

O 3º grupo, “ah o 3º grupo”... Penso que aqui se encontre uma parcela ínfima da sociedade, se comparada ao Grupo 1. São os que “têm berço” ou fizeram pequenas (ou grandes) fortunas e podem, com ou sem o suor do próprio corpo, arcar com os custos de médicos, enfermeiros, dentistas e afins na modalidade “da família”, privativamente, desembolsando, muitas vezes, altíssimos valores por consulta – o “detalhe” é que dinheiro “não brota em árvore”. 



Mas vamos ao foco deste post-desabafo: o 2º grupo, o “meu” grupo, dos que dependem de planos de saúde.

Vivi um grande estresse envolvendo um plano de saúde bem conhecido (sem nomes, porque o objetivo não é esse). Grávida de poucas semanas do meu segundo bebê, tive o desprazer de descobrir que um médico por quem eu nutria respeito e confiança e que cuidava de mim há alguns anos já não mais atendia à minha rede credenciada.

Pausa para uma explicação importante: estou falando do médico que me acompanhou em todo o pré-natal do primeiro bebê, que fez o parto do primeiro bebê, que cuidou de mim no pós-parto do primeiro bebê e depois, nas consultas de rotina. Puft! De repente, me vejo grávida novamente e não tenho mais o referencial pra cuidar de mim.



Quem já viveu situação semelhante entende como me senti quando vi que esse elo de confiança que estabelecemos (mamãe + papai + médico) se quebrou por razões que fugiam à nossa competência.
Pois bem. O que restava? Algumas opções: 1) tentar migrar para um plano de saúde que o médico-referência aceitasse (fora o “detalhe” da carência); 2) pagar por consultas e parto (mesmo tendo plano de saúde que oferece tais coberturas); ou 3) iniciar a busca por um médico que nos desse segurança.

Como “sou brasileira e não desisto nunca” (e não faço parte do grupo 3, deixo claro), sigo na busca por um médico que me dê segurança e me passe confiança. Conheci alguns profissionais bons, outros nem tanto, mas ainda sinto um aperto no peito por não poder pagar (sim, se resume a pagar, seja por um plano melhor, seja por consultas particulares) para ser atendida pelo médico-referência pra mim, uma pena. “Coisas da vida” diriam. O fato é que serei acompanhada por outro(s) profissional(s), a quem terei que dedicar minha confiança por pelo menos alguns meses, na esperança de que Deus se mantenha no controle até depois do parto.

E a gente tem que “engolir goela abaixo” o que nos é imposto, porque, ao que parece, ninguém tem garantia nenhuma quando o assunto é a tal “assistência à saúde”, não é mesmo?!



Só um desabafo. 

Ass: alguém insatisfeita com a realidade da assistência médica brasileira.

20 de março de 2013

Sou mãe e estudante. Ufa!


Sinceramente? Não sei onde eu estava om a cabeça. Elementos textuais, referências bibliográficas, metodologia científica, trabalhos entregues via e-mail às 23h 58min do último dia do prazo.
Ela já contava com 02 anos e 01 mês quando resolvi que queria voltar a estudar. Encarar livros, apostilas, orientador, noites em claro, leitura no metrô, pesquisas sem fim...
É fácil? Não, quase um parto: “-Desce um natural, sem anestesia, por favor.” (ui!)
É barato? Não, foi uma boa grana na nova especialização (ui!), além de aquisição de material, pagamento de provedor de internet, etc.
Dá mais tempo para tudo, é um mar-de-rosas? De jeito nenhum, absorve o mínimo que uma mãe de família, dona-de-casa e trabalhadora ainda tinha livre.
Onde eu estava com a cabeça MESMO, hein? Sei que hoje a vontade que dá é de lamentar, bate um arrependimento. TCC (trabalho de conclusão de curso), meu filho, tem dias que te amo e tem dias que te odeio. E nem preciso ouvir que é assim mesmo, mas que estou plantando, vou colher depois. Hehehe, na hora do cansaço é disso que a gente menos lembra, tenho que confessar.
Mas é justamente por isso que eu vim aqui escrever. Pra você que está exausta como eu e precisa de uma palavra ânimo ou que precisa de motivação pra recomeçar.
Levanta e sacode a poeira, mulher!
Mamadeiras, fraldas, sapatinhos, chocalhos e afins não são eternos. Por mais que seja duro ouvir e ler isso volta e meia, mamãe, é preciso sempre lembrar: nossos filhos são MARAVILHOSOS, mas nossa vida não se resume à maternidade. A maternidade é uma delícia e nos completa, mas a vida é um ciclo contínuo. Eles e elas crescem.
Precisamos continuamente nos encontrar enquanto mulheres no meio de tudo, o que inclui ser eternamente estudante.
Faça curso do que você gosta! De jardinagem, gastronomia, física quântica, direção defensiva, psicanálise, artesanato, teologia, auto-maquiagem, uma nova graduação, corte e costura, uma gradução, curso preparatório para concurso, pós-graduação, história da arte, mestrado, doutorado, depilação, pós-doutorado, cursos de capacitação oferecido pelo trabalho, curso técnico, língua estrangeira, música, astronomia, ufa!...
São tantas opções, não é possível que nada no mundo te atraia.
Não cola o papo de que você não gosta de estudar: se algum assunto a interessa você provavelmente terá prazer em dedicar-se ao tema.
Aí você pensa assim: “-Maiara, querida, você não faz ideia da vida que levo. Casa, marido, filhos, dois empregos, cachorro, gato, papagaio, não tenho carro, faço trabalho voluntário, ginástica aeróbica com polaina colorida, compras de mês, lavo roupa na mão e ainda crio uma lagartixa na área de serviço chamada Nilzinha... Quer que eu procure mais sarna pra me coçar?”. Quero, amiga, quero!
Eita, coceira boa, das que faz crescer.
Fiz por mim, pelo meu futuro, pela necessidade de constante reciclagem, para não parar no tempo.
Fiz pela família, porque se eu estou bem, feliz e realizada, o troço é contagiante.
Fiz por ela, minha filha; quero que entenda que cultura e aprendizado a gente adquire desde o dia em que chega a este mundo até para sempre.
Quem fica parado é poste, né? E, por mais que você mesma acredite que nem tem mais nada a aprender em sua área de atuação (du-vi-do!), mude o foco, procure outro tema interessante.
Ou vá pro outro lado e ministre cursos. Quem sabe preparar apostilas, dar aulas, gastar a voz, transmitir o seu conhecimento e depois disso dormir realizada não seja a sua praia e você até hoje não se deu conta, né?
Faça por você! O mínimo que vaio acontecer sabe o que é? Você ter a oportunidade de conhecer gente nova, ampliar o círculo de contatos saber o que anda acontecendo em sua área de atuação e o plus: mais um assunto pra conversar sobre e pro happy hour cazamiga, hahaha.
E aí, colega? Já decidiu o que vai estudar?
Go back to school, bebê.



Beijos e boa sorte, Maiara, mãe de Nicole.

19 de março de 2013

Você sabia que a Lei Geral da Copa impõe férias escolares de 15 de junho a 15 de julho de 2014?


Todos sabemos que o Brasil sedia a Copa do Mundo em 2014. Mas vocês, mães e pais de alunos sabiam que a Lei Geral da Copa impõe férias escolares de 15 de junho a 15 de julho de 2014 às escolas de todo o país? Nós recebemos a notícia da Associação de Pais e Alunos do DF, que quer saber a sua opinião.

Responda a seguinte pergunta: VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA FÉRIAS COLETIVAS NAS ESCOLAS DURANTE A COPA DE 2014?

Envie sua resposta para: aspadf11@gmail.com e identifique o nome da escola dos seus filhos.

18 de março de 2013

Livros em pop-up


Nós aqui no blog curtimos e incentivamos muito a leitura dos pequenos. Afinal, o hábito de ler deve começar o quanto antes, para que realmente se torne "item de série" na vida dos jovens.

Aqui em casa estimulamos muito os nossos filhos, os livros sempre ficam ao alcance deles e lemos diariamente, inclusive, mais de uma vez durante o dia.

Na idade em que estão (4 e 2), a ideia é que as histórias tragam muitas figuras, aticem a curiosidade e, principalmente, a imaginação.

Aliás, neste campo da imaginação, livros do estilo pop up, que estão cada vez mais acessíveis, ajudam muito. Leio uma história de rei ou de pirata e, depois, o próprio livro se transforma em um brinquedo para os meninos! Diversão mais do que garantida!

Na feira do livro do ano passado adquirimos dois livros no estilo: um que conta como era a vida na época medieval e outro que conta como era a vida dos piratas! Os meninos amam!


Achou legal? Pode melhorar! João Paulo ganhou da amiga Laurinha um livro no aniversário dele que vai além da pop-up, pois o livro não traz uma ilustração 3D, ele vira o próprio navio!!! Olha a farra:



A dica então é essa: invista nos livros que são, também, brinquedos! Afinal, essa geração do século XXI é multimídia, multi-meio, multi-tudo...

Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB)

15 de março de 2013

Programação infantil de Brasília - 16 e 17 de março

 
Nossa parceria com o blog Brasília Divertida está a mil! Nossa parceira Valquíria Theodoro, a responsável por trazer pra gente tantas dicas legais de diversão para os pequenos, garimpou muitos programas bacanas para este final de semana de março. 
 
Pensando em ir ao teatro? Tem "Soldadinho de Chumbo" e "Pedro e o Lobo" em cartaz. Prefere contação de histórias? Neste domingo no Pátio Brasil é garantido. Também tem opções de música e cinema. É só escolher e se programar: www.brasiliadivertida.blogspot.com.br.

Tudo o que não me permiti sonhar - texto de Fernanda Takai

Eu não a idealizava totalmente porque sempre tive os pés no chão quanto a grandes expectativas. Por causa disso me permitia modelar em minha cabeça uma imagem sua apenas rascunhada, aberta aos caprichos do destino. Só existia um ensaio mental de sua figura. Podia ser um pouco assim. Um pouco assado. A genética fala alto, mas o ambiente também. E se for chata? E se for burra? Imperfeição pode haver. A gente só precisa aprender a facilitar o mundo pra ela. Fazer com que o carinho e a atenção criem um amortecedor de traumas e situações pouco confortáveis. Ah... se ela não gostar de mim? E se eu enjoar dela? Eu enjoo de tudo e rápido. São raros os clássicos em minha vida. Puxa, ela tem que ser um deles. Não é um objeto. É vida. E das mais preciosas.
Resolvi deixar isso aqui por escrito de uma vez porque esses períodos de encantamento acabam, não é? Então melhor ficar com o registro de um sentimento bom que está pingando de mim nos últimos 2 anos. Mas já? Pensei que durasse uns meses, assim como paixão à primeira vista. Eita, que é pra valer! Olha, eu não sou do tipo coração mole. Quando ela me foi mostrada pela primeira vez, todo mundo dizia: que linda! Eu disse: ainda não sei... está de cabeça pra baixo, toda suja e chorando... Posso dar meu parecer depois? E lá veio aquele bolinho de gente quente, cheio de cabelos e de fermento de amor.
A gente fica mais amoroso mesmo. Quer abraçar, beijar e cheirar. Vira bicho bonzinho carinhoso. Nem sempre é assim! - me avisaram os livros e as pessoas. Ainda bem que neste caso foi. Só veio coisa boa nessa entrega especial da natureza. Por isso repito e aqui está escrito: muito obrigada! Todo dia tem uma graça nova. O tempo passa mais rápido – o sono e a fome tem outro sentido. Mas como é que tudo para quando olho pra você? Para e depois recomeça corrido pelas horas perdidas na contemplação. Contemplar não é perder tempo, é perder-se em pensamentos por causa de alguma paisagem. E quando ela é humana nos leva embora mais ainda porque é complexa até nos quadrantes mais simples.
Parei. Isso tudo não condiz com quem não tem coração mole. Eu queria mesmo é registrar: muito obrigada! Hoje você corre em minha direção e quer me abraçar e beijar a todo instante. Eu também! Isso passa – dizem os livros e as pessoas. Mas volta vez por outra. Quando esses momentos voltarem, eu gostaria de poder retribuir o mesmo amor. Se não, fica escrito, fotografado e filmado. Um dia você poderá recorrer a essas memórias. O que eu queria mesmo é que você soubesse.
Eu agora estou preparada pra tudo. Já ganhei o que existe de melhor nessa vida. A única coisa que não posso mais é ficar sem você.

Fernanda Takai, mãe e vocalista da banda Pato Fu.

14 de março de 2013

Pais e o incrível papel de educar


O ser humano tem a incrível capacidade de se adaptar às mais diversas situações. Alguns já nascem com desafios próprios, suavizados pelo não conhecimento ou a não vivência de outras realidades, como aqueles que já nascem com alguma deficiência física, por exemplo. Eles aprendem a viver da forma como chegaram aqui e com isso contornam as diferenças de maneira a não serem excluídos ou deixados de lado nessa sociedade que já avançou muito, mas que ainda preserva resquícios de preconceito.

Comparo pais e mães a esses indivíduos.

Dos que vivem no fantástico mundo da mater/paternidade, quem nunca encarou um desafio só pelo prazer de ver o filho crescer e se desenvolver? Ou só pelo desafio em si? Ou só por que “não tinha outro jeito” mesmo? Quem nunca teve que relembrar, buscando lá no fundo da memória, questões de matemática, português ou geografia? Quem nunca se pegou procurando o significado de uma palavra em um idioma desconhecido num desses dicionários online? Quem não foi pego de surpresa com questões relacionadas à sexualidade infantil? Quem nunca?

Um dia desses percebi que eu podia aproveitar mais o tempo livre que tenho com meu filho.

um parêntese: pra quem não sabe trabalho oito horas por dia, de segunda a sexta; não tenho empregada, passadeira ou faxineira; sou mulher, mãe e companheira; sou filha, neta e irmã também. Tenho minhas preguiças, minhas manias e um sono profundo e constante. E ainda "achei" de me aventurar pelo mundo dos negócios...

Me peguei observando com mais cautela o que eu fazia por ele nos poucos momentos livres que tínhamos a dois (lembrem-se: a análise crítica foi da mamãe aqui). E me deparei com uma realidade egoísta, de uma mãe trabalhadora e muito amorosa, porém cansada pra contar uma história, desenhar uma árvore, andar de bicicleta na rua ou algo assim. Me deparei com uma mãe exausta que mal chegava em casa e já sonhava em deitar o esqueleto e repousar, como último suspiro de energia que lhe restava. A observação constatou uma mãe que topava “passear” pelos canais de desenho da tevê a cabo, deitadinha ao lado do herdeiro, até ela própria pegar no sono.

Que atire a primeira pedra quem se julgar acima do bem e do mal.

Triste fim. Se fosse o fim.


A análise íntima foi concluída e trouxe bons resultados. Desde então, tenho tentado resgatar muito do que aprendi na minha infância com minha avó materna. Talvez a principal lição tenha sido a de que crianças gostam de rotinas, mas que devemos, como pais e educadores que somos, tomar cuidado com os excessos. 


O importante é dosar. Como meu pequeno-grande-rapaz passa o dia na escolinha, a gente procura suprir o afetivo com atividades que nos aproximem com qualidade. Nada de ensinar alfabeto ou numerais, isso é tarefa para os professores da escola. Nossos momentos são lúdicos, para aprender brincando e fazendo, como deve ser a vida, na minha humilde opinião.

Lá em casa agora os rituais noturnos mudaram. Abrimos espaço na sala para acomodar uma mesa infantil com quatro cadeirinhas (tá... isso foi exigência do Rafael, filho único ainda, que alegou ficar “sem graça” se não tivesse as quatro cadeiras juntas...) e passamos a ter sempre a mão um desenho para colorir, uma vogal ou um número tracejados para cobrir, uma história pra ler. Passamos a sentar juntos, a curtir mais juntos, a aprender mais juntos. Nos finais de semana, abrimos espaço para um passeio de bicicleta, skate ou a pé mesmo. Nossa rotina como família mudou para melhor, nosso sono ganhou em qualidade e quantidade, nosso humor melhorou absurdamente.

O fato é que pais e mães são, além de pais e mães, educadores no mais amplo sentido da palavra. E não podem fugir dessa qualidade (e não apenas obrigação, viu gente?!), sob pena de comprometerem o desenvolvimento cognitivo de seus filhos e sob pena de caírem em arrependimento pelo tempo não aproveitado.  
Então, independente da idade que seu filho tenha hoje (o meu tem 3 anos!), aproveite seus momentos com ele para ensinar e aprender – sim, as crianças têm uma grande qualidade: nos ensinam tanto numa simples brincadeira...

Seja como for, pais e mães têm a natural capacidade de superar seus próprios medos e defeitos em nome de suas crias. E isso é sobrenatural, divino. Aproveite isso, pai. Aproveite isso, mãe. Os filhos crescem e o tempo não volta.
 

Abraços, Carol Braz
Imagens: Google