31 de maio de 2013

Um quarto pra brincar



Era uma vez um garotinho de 3 anos que tinha um quarto que só vivia bagunçado.....
Imagino que a minha história não seja única, mas imagino também que tem muitas crianças por ai, que nessa mesma idade, conseguem ter um quarto minimamente organizado.

Confesso que já fui mais chata em relação a um lugar pra cada coisa e cada coisa no seu lugar. Depois que o Gabriel nasceu consegui diminuir minha neurose com bagunça, eu disse diminuir! Mas já havia bastante tempo que estava incomodada com “zorra” no quarto dele. Nem ele, nem eu, nem ninguém conseguia deixar quarto organizado por muito tempo, motivo: tudo no mesmo lugar ou fora de algum lugar.

Até pouco tempo Gabriel tinha o mesmo quarto de quando nasceu, ou seja, um quarto de nenem. Até o lugar de dormir ainda era o berço (mea culpa). Óbvio que isso não tinha como dar certo, afinal o nenem cresceu.

O primeiro passo para tentar estabelecer um mínimo de ordem no pedaço, saiu o berço e entrou uma mini cama (achei a cama normal/solteiro muito alta, e tive receio que ele não se adaptasse a essa grande transição - coisas de mãe-maluca).

Segundo passo: reformar a cômoda pra tentar tirara a cara de quarto de bebê (post já publicado por aqui), e assim começou a caminhada rumo à mudança de todo o quarto.

Onde tinha cestos para "guardar" (ou seria amontoar?) os brinquedos, entrou prateleiras e um móvel para deixar os brinquedos ao alcance dos olhos e alguns, das mãos; (prateleiras: Leroy Merlin, móvel: Etna (loja de usados) – na verdade eu queria um banco, mas quando vi as divisórias desse rack não tive dúvidas, ficou exatamente como eu queria: nichos de tamanhos diferentes e uma bancada firme pra ele subir, sentar apoiar os brinquedos.




A fita adesiva do Toy Story foi escolhida por ele, assim como onde ela seria colocada.


O nicho branco que acomodava as pelúcias do quarto do nenem Gabriel foi pintado de azul e voltou pra parede para acomodar os bonecos do menino Gabriel.

Onde tinha caixas para “guardar" (ou seria esconder?) os livros, entrou um estante pra deixá-los ao alcance do pequeno.


Os bonecos preferidos agora estão sempre à mão (era um tal de “não tô procurando mãe” -leia-se encontrando) e o cantinho de dormir ganhou um aconchego especial com as fotos da família que ele deixava numa caixinha de metal ao lado da cama.


Os carrinhos pequenos (mais nova paixão dele) ganharam um cantinho só pra eles (pense como era procurar essas miniaturas no fundo de um cesto?).


As paredes e sofás ganharam um concorrente (que está proporcionando muitos e muitos minutos de concentração e criação, rs)


O chão frio que não agradava agora dá conforto e diversão (é onde dica a maior parte da bagunça. Melhor aqui do que no meio da sala, né?)

A parede branca ganhou um colorido com papel de parede (aplicação by mamãe Andréa – momento orgulho!). Detalhe para as "ferramentas" da "profissional", puro improviso, rs.



E assim coloquei a mão na massa, ou melhor na cola, e dediquei alguns dias das minhas férias para, em família, reformarmos o quarto do Gabriel.

Tentei criar um espaço funcional e atrativo para que o meu filhote utilizasse. Afinal, a rotina dele era arrastar os cestos e caixas para a sala, espalhar tudo por lá, brincar por pouco tempo e, de vez em quando, guardar e levar de volta para o quarto. Claro que isso não está proibido, mas a preferência dele agora é levar as pessoas para brincar com ele no quarto "novo".

Créditos para o papai Marcus que ajudou muito fazendo o porta-livro e parafusando as coisas nas paredes.
Fiquei muito orgulhosa do resultado, principalmente por ver que o dono do quarto adorou tudo. Agora é só esperar pra ver até quando a novidade vai ser divertida.

Enquanto isso ele segue aproveitando o cantinho novo da bagunça “organizada”.

Andréa, mãe do Gabriel

30 de maio de 2013

Relato do parto da Mariana

Hoje o Big Motherns Brasília, emocionado, traz para vocês o relato de perseverança da mamãe Carolina Scherer que, depois de se preparar física e psicologicamente, deu a luz a uma linda menina, a Mariana. Leiam e se emocionem conosco:

Mesmo antes de engravidar eu já sabia que queria que o parto de meu bebê fosse normal, pois eu também nasci de parto normal, mesmo tendo nascido com 4,5kg, e minha mãe sempre me incentivou neste sentido. Pois bem, quando engravidei busquei uma obstetra que respeitasse essa minha vontade e, por sorte, a minha atual ginecologista, que também é obstetra, se demonstrou muito favorável ao parto normal desde o começo e eu verifiquei que ela realmente tinha feito alguns partos normais recentemente. 

Ultrapassada esta etapa, comecei a me preparar para isto e comecei a fazer fisioterapia para preparar meu corpo para este momento. Durante a gestação, apesar de terem tentado me desestimular com comentários do tipo “você é louca, seu bebê é muito grande para parto normal”, ou então “o cordão umbilical está enrolado no pescoço então terá que ser cesariana”, eu não desisti, pois estas afirmações eram equivocadas, conforme esclarecido pela minha obstetra. Além destes comentários tortos, algumas vezes, ainda, apareciam notícias de mães que entraram em trabalho de parto e no dia não conseguiram vaga no hospital desejado, mas mesmo assim eu persisti e escolhi um segundo hospital para o caso de ser necessário um Plano B. 

A dor do parto também nunca me assustou, pois eu sempre pensava que seria melhor sentir aquela única dor naquele momento e depois me recuperar muito mais rápido e sem grandes cicatrizes. Além do mais, eu sempre quis que minha filha nascesse na hora que ela escolhesse e tivesse preparada e que ela participasse, inclusive, do processo de seu nascimento, pois eu achava uma judiaria você arrancar um bebê da barriga da mãe sem necessidade nenhuma, podendo ela estar até dormindo naquele momento. Ficava imaginando o susto tremendo de um bebe dentro da barriga da mãe ser acordado de repente e retirado dali bruscamente. 

Assim, depois de estar convicta desta decisão e de saber que tudo estava bem com meu bebê foi só esperar a hora chegar. 


Aconteceu muito rápido. Eu nem imaginava que seria naquele dia 21 de agosto de 2012, tanto que eu e meu marido naquele dia fomos até em uma concessionária para ver um carro que melhor se adequasse as nossas novas necessidades após a chegada do bebê. Naquele dia eu até fiz um test drive com aquele barrigão enorme. Acho que se a vendedora souber hoje que naquele dia que eu fiz o test drive do carro e horas depois minha filha nasceu, ela teria um susto tremendo imaginando a possibilidade de meu filho nascer naquela hora. 

A única coisa que senti durante o dia foi uma pontada na bexiga em face da pressão que o bebe estava fazendo, mais nada. Lá por umas 22h eu já estava deitada quando, de repente, senti uma cólica bem forte. Dei um grito e senti como se algo tivesse se rompido. Como a dor só aumentava, ligamos para a obstetra e ela pediu para que aguardássemos 10 minutos e em seguida ligássemos para ela relatando quantas vezes essa dor se repetiu naquele intervalo de tempo. Como a dor só aumentava, ligamos para a obstetra e ela disse calmamente “Então vamos para o hospital, minha querida”. 

No trajeto para a maternidade essas dores se repetiam e eu me segurava com força no carro para suportar. Chegamos ao hospital por volta de 22h40 e minha obstetra, que morava a 5 minutos dali, já estava lá e já tinha, inclusive, arranjado a papelada para a internação para que a gente não precisasse se preocupar com isso naquela hora. Vejam a sensibilidade da minha obstetra...

Assim que cheguei fui andando até uma salinha para fazer um exame e minha obstetra constatou que estava com 5 cm de dilatação. Fomos para o quarto para esperar que a dilatação aumentasse e bem depressa ela já tinha ido para 7 e daqui mais um pouco evoluiu para 9, quando então fomos para a sala de parto. Nesta hora fui em uma cadeira de rodas, pois as contrações já estavam pegando para valer. Ao me deitar na cama, toda vez que as contrações ocorriam, minha obstetra pedia para que eu fizesse força. E assim foi por um tempo. Minha obstetra perguntou se eu estava suportando a dor, pois ela não queria me dar anestesia peridural para que eu não relaxasse demais e não conseguisse fazer força suficiente. A dor só aumentava e eu me lembro que eu segurava a mão do meu marido com toda a minha força, até que eu fiquei com medo de quebrar os dedos dele e passei a segurar a cama do hospital, mas não pedi que fizessem a peridural. A única anestesia que levei foi local em face do pequeno corte que a obstetra fez para que o bebe saísse com mais facilidade. Esse processo não demorou muito, para minha sorte, pois à 1h15 da manhã minha bebe já tinha nascido. Levou em torno de 3 horas para que minha filhinha nascesse e minha médica até comentou que periga o segundo filho nascer em casa de tão rápido que nasceu o primeiro. 

Logo que a Mariana nasceu, minha médica colocou ela no meu colo e eu e meu marido nos emocionamos muito. Meu marido saiu junto com ela para outra sala e eu fiquei no quarto para os procedimentos finais. Tudo correu bem até seu nascimento, o único probleminha é que minha placenta prendeu em algum lugar e não queria sair de jeito nenhum. Então tive que, aí sim, tomar anestesia geral, para que minha obstetra fizesse uma curetagem e retirasse a placenta pois eu não aguentava mais de tanta dor. Mas tirando isso, deu tudo certo e logo estávamos no quarto com nossa bebê nos braços e muito felizes. No dia seguinte eu já estava em pé andando com ela no quarto de um lado por outro e foi nessa hora que eu realmente fiquei feliz por ter tido um parto normal. Minha médica pediu que ficássemos aquele dia ainda no hospital só por precaução e para que pegássemos dicas com as enfermeiras sobre amamentação. No dia seguinte já estávamos todos em casa feliz da vida.

Se você, assim como a Carolina, quer ver seu relato de parto publicado aqui no blog, envie seu texto e fotos para maesdebrasilia@gmail.com.

29 de maio de 2013

Pergunte ao Dr. Petrus


Menstruar é uma realidade para toda mulher, mas será mesmo necessário???

Bom dia Dr Petrus, meu nome é Talitha, tenho 34 anos e 3 filhos. A situação é que sinto muito incômodo durante o período menstrual. Não é só cólica, mas também tenho diarreia, dor de cabeça, fico indisposta e o fluxo é tao intenso que não é raro acontecerem "acidentes". Não faço uso de contraceptivos, pois já fiz laqueadura.
Outro dia estava lendo sobre uma espécie de tratamento que nos faz deixar de menstruar. Como funciona isso?? É realmente seguro ou saudável??? Qual suas considerações sobre o assunto??
Obrigada.



Olá, Talitha!
Inicialmente, deve ser investigada a presença de algum agravo que possa originar essa sintomatologia toda como miomatose uterina, adenomiose, polipose, entre outras, para que haja um tratamento eficaz.
Nada sendo detectado, pode haver uma indicação de tratamentos hormonais ou não para redução dos principais sintomas (dor e sangramento).
Os tratamentos hormonais disponíveis podem levar a uma supressão dos ciclos menstruais com redução ou abolição dos sangramentos vaginais.
Atualmente, considera-se seguro e sem prejuízos para a saúde feminina a interrupção hormonal das menstruações.


Atenciosamente e à disposição,

Dr. Petrus Sanchez
CRM-DF 13584
TEGO 0212-2008

PACIENTES E FAMILIARES: As orientaçöes médicas acima possuem caráter meramente informativo, nãosubstituindo a consulta médica presencial necessária

27 de maio de 2013

Mais um SORTEIO PERFEITO para as mamães



O mês das mães está quase acabando, mas nós das Big Motherns Brasília conseguimos mais um super prêmio para sortear entre nossas queridas seguidoras!

Quem quer????

E o prêmio é a "cereja do bolo" das promoções que rolaram por aqui em Maio.

Na semana das mães, demos uma forcinha para todo mundo entrar em forma, no shape, tirar as dores das costas, fazer carinho nos filhotes, brincar com os pequenos...

Pra completar, que tal colocar a barriga no lugar, sem cirurgia, nem mágica????

Estamos falando da Técnica Tupler.

Ainda pouco divulgada no Brasil, a técnica foi desenvolvida nos EUA e busca o retorno dos músculos abdominais retos para o devido lugar.

Sabem aquela barriguinha de grávida que ganhamos "pra sempre"? Então, com esta técnica ela vai embora! \o/ \o/\o/



Firmamos uma parceria com a Patrícia Farago, educadora física que atua aqui em Brasília ajudando as mamães a recuperarem saúde, autoestima e a coragem de colocar o biquíni!

A ideia é presentear uma mamãe sortuda com a 1ª consulta do tratamento! Com direito a uma avaliação detalhada! Será o começo de uma caminhada, mas Patrícia afirma que em 3 semanas já dá para notar a diferença!

Quer saber mais sobre a técnica? Clique aqui!

E vamos lá! As regras para participar são simples!

1. Seja seguidora do blog! Se você não é, clique aqui e faça rapidinho a sua inscrição.

2. Preencha o formulário abaixo


Pronto! Serão aceitas inscrições até o dia 2 de junho, às 22h! Dedos cruzados e abdômen no lugar!


24 de maio de 2013

NOVO RESULTADO - SEMANA DAS MÃES - NEXTRUN ASSESSORIA

É raro, mas acontece...

De vez em quando uma mamãe se inscreve e, na correria da vida, esquece de conferir se foi contemplada...

Infelizmente, a primeira mamãe sorteada para o prêmio de 1 mês de Assessoria Esportiva não entrou em contato conosco e, com isso, perdeu a chance de treinar corrida :(

O lado bom é que realizamos outro sorteio entre as pessoas que se inscreveram e.....

Tchan

Tchan

Tchan

Tchan

A felizarda é: Dhenise de Almeida Galvão

PARABÉNS, DHENISE! Esse prêmio era para ser seu, hein?! O destino ajudou, então agora é hora de correr atrás da saúde, literalmente :)

Você deve entrar em contato pelo email maesdebrasilia@gmail.com até o dia 28 de maio, terça-feira, caso contrário, faremos novo sorteio!



E ATENÇÃO, MULHERADA LINDA!!! FECHAMOS MAIS UMA PARCERIA PARA O MÊS DAS MÃES! SEGUNDA-FEIRA TEREMOS UM SORTEIO IMPERDÍVEL! FIQUEM LIGADAS!!!

23 de maio de 2013

A melhor festa de todas!

Imagem by Vivi & Luiz Bourique Foto

Tenho certeza que muitas pessoas, ao lerem o título desse post, o abriram na expectativa de ver lindas imagens de mais uma festa de encher os olhos, como muitas que vemos por aí todos os dias.

Mas hoje o propósito não é esse, mas sim uma reflexão sobre o assunto.

Eu já vinha notado o que vou escrever faz um tempinho, mas o “click” para falar sobre isso veio outro dia, quando comemorávamos o aniversário do Gabriel, filho da BMB Andréa, e só agora consegui um tempinho para escrever para vocês sobre esses pensamentos.

Essa mamãe dedicada e caprichosa organizou sozinha toda a festa do pequeno, que ficou uma graça, tudo em meio à grande correria do dia a dia. Ela cuidou de todos os detalhes a fim de celebrar esse momento de grande alegria para a família e para os amigos e, sobretudo, para o Gabriel, que não cabia em si de tanta felicidade de estar na sua festinha.

Nesse dia, sentadas conversando, falávamos em como essa festinha estava MARAVILHOSA, em todos os sentidos, e como havia sido feita com tanto carinho!!! Todo mundo se sentindo mega à vontade, bem no estilo das “festas de antigamente” que tanto se tem falado ultimamente.

No meio dessa conversa a sempre sensata Raquel comentou sobre como algumas mães (não todas, tá!) hoje parecem disputar quem faz a melhor festa, a mais bonita e cheia de inovações! E infelizmente essa é uma constatação real.

Vejam bem, não estou aqui dizendo que você não pode ou deve fazer a festa mais linda que puder para o seu filhote! Não, não é isso. O que quero trazer para essa reflexão, é o quanto faz mal quando o desejo de “fazer a melhor festa de todas” sobrepõe-se ao próprio fim da festa, que é a celebração da vida de alguém muito especial. Como aquela celebração deixa de ter propósito quando os pais se dispõem a fazer “a melhor festa de todas” com o objetivo,  mesmo que velado, de mostrar para os demais que são melhores porque podem fazer a melhor festa.

Muitas vezes esse desejo de ter a melhor festa toma proporções de descontrole, chegando a comprometer o orçamento e até mesmo da harmonia familiar. Qual o sentido disso!???? O filho tem a festa mais linda, mas ganha também pai e mãe brigados e uma grande dívida no final.

A atração da festa tem que ser o aniversariante e não as “coisas da festa” em si. Se o contrário tem acontecido, algo está errado e acredito que precisa ser repensado.

Depois de uma fase de grandes exageros tanto se tem falado no resgate das “festas de antigamente” justo por se estar percebendo o vazio das coisas e a importância das pessoas. Quando éramos crianças, nas festinhas organizadas e produzidas por nossas mães, o que mais importava era estar junto das pessoas queridas, a farra da véspera enrolando brigadeiro, a ansiedade à espera de cada convidado chegar, mesmo que fossem  “apenas” 10 no total, resumidos aos avós, tios e primos.

Volto a repetir que não é por isso que os pais agora não precisam mais se preocupar em caprichar nas festinhas e deixar de realizar os sonhos que estão embutidos no desejo de celebrar, NÃO! Nem mesmo precisam necessariamente “colocar a mão na massa” e fazer tudo sozinhos, pois só assim terá feito uma festa de verdade. Nada disso!

Eu também quero uma linda festa para o meu filho, quero que ele sinta o quanto preparei aquele momento com tanto carinho para ele. Também gosto de contar com a ajuda de pessoas que trabalham no ramo (e muita gente faz isso muito bem, parabéns!), da comodidade das casas especialidadas, da mesma forma que gosto de colocar a “mão na massa” e dar meu toque pessoal.

Mas eu não quero comparar a minha festa com a de outras pessoas, mesmo com o mesmo tema, que não me importo em “dividir com ninguém”, não preciso de ineditismo ou exclusividade, não quero fazer melhor nem pior, quero fazer a festinha e só!

Quero estar bem e feliz no dia e não esgotada em razão dos preparativos que consumiram toda a minha energia. Correria certamente vai rolar, mas faz parte do clima, rs. O que não vale é se estressar além da conta, perder a linha e afundar a conta bancária.

Então galera pense sobre isso! Valorizem o que é de verdade mais importante, e as pessoas devem ser mais importante que as coisas, não!? Não se sintam piores ou diminuídas por causa de uma festa mais simples e com menos detalhes. Realizem também, na medida do possível, o sonho de uma festa linda, rica em detalhes, mas sem que isso comprometa o bem estar da sua família e a alegria de estar reunido com as pessoas que lhe são queridas.

Por mais que até possa parecer, não está aberto o concurso da melhor festa de todos os tempos, então relaxem e curtam o momento. Como tudo nessa vida, o equilíbrio é o caminho.

A melhor festa de todas, sem dúvida alguma, é aquela onde a alegria está presente. O restante são apenas detalhes...

Um abraço carinhoso,

Amanda, mãe do Gustavo. 

*Esse post já estava escrito e programado quando li um texto escrito pela Priscila do Mamatraca abordando justamente essa mesma reflexão, o Exagero das Festas Infantis. Clique aqui e leia também.
 
Ufa, não sou apenas eu a incomodada com o assunto.