31 de julho de 2013

Apps para atividade física: nós testamos!

Acabaram as férias escolares e todos voltaram à rotina, certo? A atividade física, como está?
Se você tem interesse em saber um pouco mais sobre aplicativos de corrida disponíveis para o sistema operacional Android e para iPhone, sem ter que ficar testando qual é o melhor, fizemos este review para te facilitar a vida. Já adianto que escolhemos três dos principais que aparecem nas pesquisa do Google em versão lite (no popular, a versão tira-gosto) ou free e fizemos questão de não avaliar nenhum de marca de artigos esportivos famosos (Nike – que eu sei que tem, Asisc, Adidas, Puma, Reebook – que nem sei se tem). Então vamos lá, direto ao ponto:



Endomondo – um porquêra, o pior de todos. Bonitinho, mas ordinário. A interface dele é fofinha, uma graça, mas na hora de usar não diz a que veio. Este aplicativo é tão ruinzinho, mas tão infeliz que quando acabei de usá-lo a única vontade que senti foi de desinstalar na mesma hora. Dentre outras peripécias ele consumiu metade de minha bateria (que estava recarregada e aguenta muito bem) em uma manhã, porque depois do treino ele se ‘religou’, começou a acionar o alerta vibratório a cada 30 segundos sei lá por quê e exportou minha atividade pro facebook sem que eu houvesse acionado nenhuma autorização.

Ninguém merece a voz da coitada da mulher que descreve o treino é tosca e parece ter sido gravada em 1843, em radiola velha pra bolachão todo arranhado, sai tremida, algumas vezes ininteligível, dá gastura ouvir aquilo, enfim, péssimo! Pacabá de piorar ele trava o celular, o tablet ou o computador quando algum amigo comenta a atividade e eu insisto em responder, ou seja, não vale nada!



Runtastic – bem mais ou menos, seria o quebra-galho dentre os três avaliados. Ele mostra o percurso feito no mapa, distância, velocidade, pace, duração, mas o grande defeito para mim é que apenas o primeiro quilômetro é informado e qual o pace está sendo desenvolvido até ali. A partir daí qualquer outra gracinha que você queira só está disponível na versão paga, como por exemplo, a informação sobre o treino quilômetro a quilômetro.



Runkeeper – o melhor dos três na versão lite. Este app oferece recursos que o runtastic traz na versão versão pro (à venda na Applestore e na loja de aplicativos para o Android). Uma das últimas atualizações do runkeeper trouxe o português como novidade (vamos combinar: quem é esperto nesse mundo tá fazendo isso, porque já cansamos de mostrar o quanto nosso mercado esportivo é farto, variado e atento às novidades, falta apenas ser mais exigente e bem trabalhado). Para completar, gostei do runkeeper especialmente pela facilidade em acionar as músicas e sincronizar a execução da playlist com o início imediato da corrida.


Então é isso. Tudo pronto para você colocar a cinta do frequencímetro, relógio no pulso, ouvir um som legal e usar o smartphone para trabalhar a seu favor dos treinos. Espero que tenha gostado deste review e, se souber de mais algum app legal de corrida, conta pra gente.

Beijos e keep running!

Maiara, mãe de Nicole.

30 de julho de 2013

Manifesto de uma crianca

Somos mães e erramos (veja post da Lú). Tem como evoluir? É difícil. Mas seguem algumas dicas.


Fonte: www.paizinhovirgula.com


29 de julho de 2013

Vamos escrever um GIBI?

Férias acabando e você já sem ideias do que fazer com a meninada?

Ou então, dia chuvoso aí na sua cidade e crianças colocando o apartamento abaixo?

A dica de hoje, em plena segunda-feira, é de uma atividade simples, criativa e que ocupará o tempo dos filhos sem o uso da televisão ou do computador.

Que tal brincar de faz-de-conta e, depois, confeccionar o próprio livro?


Isso mesmo! Que tal confeccionar o próprio livro?

A brincadeira começa vivenciando. No meu caso, meus rapazes se vestiram de heróis e eu de vilão... brincamos por um tempo de pique-pega dos heróis e, depois de suar uns minutinhos (porque gastar energia é fundamental), partimos para a parte de descanso e de ainda mais criatividade.

Bem simples, dobrei quatro folhas brancas ao meio e grampeei, formando um caderninho. No caso, fiz dois, já que tenho dois artistas.

Eles, então, começaram a desenhar a história que “brincamos”. Herois, mocinhas, vilões, o mundo sendo salvo... Enquanto o mais novo rabiscava loucamente as folhas, rsrs, o mais velho, que anda ensaiando as primeiras letras, escreveu “legendas” em todas as páginas. Ele ia perguntando e eu ditando como se escrevia a palavra que ele queria.

Ficamos ali sentados a manhã quase toda. E olha que não usamos outros métodos: corte/colagem; pintura guache; fotografias...

O mais legal foi que eles guardaram os livros na estante e, à noite, fizeram uma surpresa para o papai e leram para ele a história que criaram.

Uma brincadeira simples, mas que acabou rendendo vários momentos deliciosos em família.

Gostaram da dica? Mãos à obra!

 Lucyanna, mãe dos escritores JP e GB


26 de julho de 2013

Dia de parque! Oba! Que tal ir ao Animal Kingdom?

Depois do resumão da nossa viagem no post anterior (aqui), hoje vim contar com mais detalhes nossa opinião sobre os parques.



O primeiro parque que visitamos foi o Hollywood Studios (HS). A escolha foi proposital. Era Star Wars Weekend e o papai não podia perder esta oportunidade. É muito legal ver todo o parque com o tema do Star Wars, mas só vale para quem é fã. Fica muito, muito cheio. Tirar foto com os personagens (seja com o próprio Darth Vader ou a turma do Mickey caracterizada de personagens da trilogia) implica em enfrentar looooongas filas. Tem que ser bem esperto e usar e abusar dos fast passes para ir nas atrações. Mas papai ficou megafeliz (mesmo não conseguindo um lugar muito bom para ver a parada..) e Laura viu lá a apresentação que ela mais gostou de todos os parques: o Disney Junior Live - uma apresentação da Casa do Mickey, com participação da Princesa Sofia, da Dra. Brinquedos e do Jake e os Piratas da Terra do Nunca. Estes são os personagens preferidos dela no momento. Ficou encantada. 


 

Neste parque também almoçamos no Hollywood and Vine, uma das opções de refeições com os personagens (nesse caso, Jake, Manny Mãos a Obra, e Agente Especial Urso). Apesar de não ser barato, o serviço é tipo buffet e a comida é bem variada. Gostamos muito. Os personagens passam de mesa em mesa cumprimentando e tirando fotos. Apesar das outras crianças que viajaram conosco terem curtido muito esse tipo de interação, Laura não quis, nem por decreto, tirar fotos com os personagens de desenhos animados... Nosso azar foi que neste dia, depois de uma hora de fila, o show noturno Fantasmic foi cancelado. É uma raridade acontecer isso.... Nossa amiga Andréa, que foi em outro dia, amou! Peninha.

 

Nosso segundo parque foi o Magic Kingdom. Esse é o cartão postal da Disney. É imenso e acho que acertamos em reservar dois dias para ele. Tem um número enorme de atrações para crianças da idade da Laura e aí confirmamos que a decisão de trazê-la à Disney nessa idade foi sim acertada (o HS também tem muitas atrações para a idade dela, mas como estava muuuuuito cheio, não conseguimos ir em todas que queríamos). Reservamos com 180 dias de antecedência um horário na Bibbidi Bobbidi Boutique! Vale todos os dólares gastos! Compramos um pacote com direito a saia de tutu, camiseta, faixa, penteado moderno (incluindo apliques de cabelo colorido!!), esmalte e maquiagem! As princesas Laura e Nicole saíram encantadas! Os meninos também tem vez, com direito a gel no cabelo, escudo e espada de cavaleiro. Existe também uma outra opção no parque para os meninos de se caracterizarem de piratas. 





Este foi o único parque em que Laura aceitou tirar fotos com personagens: as princesas, Rapunzel, Bela Adormecida e Cinderela, e Tinker Bell. São imperdíveis a abertura do parque (com direito a prefeito e tudo), as paradas e os espetáculo de luzes e fogos de artifício no final da noite. Lamentei não ter reservado com antecedência uma refeição no Crystal Palace ou no Royal Table, que tem participação das princesas. Quando tentei não tinha mais vaga...

O Animal Kingdom também é muuuuuito legal para crianças pequenas. Adoramos e recomendamos o Safari, o cineminha 4D - It´s tough to be a bug, o musical do Nemo e do Rei Leão! Tem uma área enorme tipo parque de diversões inspirada em Dinossauros. Foi o parque mais tranquilo, com filas menores, mesmo para tirar foto com os personagens. Só não sei da fila da montanha russa. Não curtimos e não passamos nem perto. Passa dentro de uma montanha linda com o pico nevado... E foi aí também que comemos nossa primeira Turkey Leg! Delícia!  Um perna de peru foi suficiente para o almoço dos 3! Adoramos o "clima" da área Ásia. Vimos apresentações musicais lá e na África. Laura gostou muito da parada, que dá para ver de pertinho, sem aperto.



 
 
 
 



 
O último parque que visitamos foi o Sea World. Para quem gosta de fortes emoções, a Manta é uma montanha russa impressionante. Bem, passamos perto, mas não nos aventuramos! Já estávamos bem cansados e não demos conta de muita coisa nesse parque... mas vimos o show da Shamu e também dos golfinhos (gostamos mais dos golfinhos...), visitamos o aquário de arraias, o de golfinhos e o de tubarões. Na verdade, almoçamos no restaurante que fica dentro/embaixo do aquário dos tubarões. Muito legal! Entre uma atração e outra encontramos tratadoras segurando um pequeno jacaré (ou seria crocodilo...). Alguns de nós, inclusive, alisaram o bichinho! Ah, o cineminha 3D da tartaruga (Turtle Trek) é fantástico!


 
 
 

 
 
Por fim, se você tem um filho de pouco mais de 3 anos e está pensando em viajar com ele para a Disney, se jogue! Vá sem medo. Como mãe de menina posso garantir que não tem preço o encantamento da nossa princesa ao ver o castelo ou encontrar uma princesa "de verdade". A cidade e os parques são muito bem preparados para receber os turistas (grandes e pequenos). Laura curtiu muito. Já chegou perguntando quando vamos de novo. E nós já com vontade de repetir a dose mesmo!


Raquel, mãe da Laura

25 de julho de 2013

5º Passeio Ciclístico de Velocípedes e Carrinhos de Bebês da BOOBAMBU

Já está chegando!!!!

Preparem as bicicletas, carrinhos, velocípedes e triciclos para o passeio mais divertido de Brasília.

Estaremos lá e esperamos vocês e suas famílias.


24 de julho de 2013

Quer ser DESINTERESSANTE? Pergunte-me como.

Hoje eu trouxe a dica do dia. Descobri a pólvora (literalmente)!
Você quer ser desinteressante? Receitinha infalível: fale só sobre seus filhos. Sim, você não leu errado, a dica é: seja monotemática.

Mas você tem que tomar posto em um dos dois extremos:
1) Ou sua cria é o melhor em tudo, o número 1 (lembra da seleção brasileira de 1994 com dedinho levantado em comercial de cerveja?), o que é estrela digna de ser calouro Raul Gil, popstar, um mini-adulto perfeito, “nossa quanta honra ser mãe de uma criança que não precisa de retoques, nasceu prontinha” (sei!...).
2) Ou então seu eterno bebê é alguém tão frágil e merecedor de atenção de todos os seres humanos, umbigo-do-mundo, que você sequer se permite tomar um banho de gente ou pentear o cabelo, coque pra sempre tá de bom tamanho. Seu filho, coitado, é sensível emocionalmente, é o priminho tadinho que ninguém dá atenção, então você se desdobra para que ele/ela não se sinta só... Por conta disso seu marido (“que marido?”) já está em quinto plano e os amigos fugiram todos, mas eles não entendem...

Não esqueça de um detalhe que destaca: se te desejarem ‘bom dia’, você logo devolve, ‘olha, sabia que meu filho(a) blá, blá, blá, blá...’. Faça isso no trabalho, seja conhecida entre os vizinhos. Limite-se a assistir Discovery Kids, Disney Junior, Nickelodeon e afins. Se torne a especialista em tudo relacionado a criança e mais: “resuma-se” a ser exclusivamente isso na vida para que ninguém no universo saiba mais do que você sobre o que acontece em cada fase. Seja palpiteira sobre a vida dos filhos de todas as pessoas do mundo – se não fizerem o mesmo que você faz com os seus filhos, todo o restante do mundo é errado e está aí só para ser execrado. Importante: seja xiita, não serve esse papo de ser equilibrada, light, amiga, receptiva, compreensiva, ouvinte, é pra quem tiver a fim. Você tem boca é pra falar o que pensa, doa a quem doer. Por isso compre toda a sorte de briga em grupos de mães no Facebook. Se outras mães disserem que o parto foi cesáreo, que não conseguiram amamentar, que o filho assiste Xuxa Só Para Baixinhos, que já comeu papinha industrializada, que mama em livre demanda e não de 03 em 03 horas, que faz cama compartilhada, que já deu antibiótico – pronto, você tem material farto pra bons combates. Elas não são mães, os filhos delas são filhos de chocadeiras. Saia no tapa virtual (mesmo!), fique brava, espume, seja uma apaixonada pela causa. E se o pau já estiver comendo, entre e dê de voadora. Deu suco de caixinha e não usa fralda de pano? Pow pow pow! Destaque-se. Você nasceu com dedos pra quebrar o pau, que vida virtual elegante, o quê?!...
Não se acanhe em parecer explosiva, violenta ou esquisita, seja destemperada, a doida da ocasião, chegue e apavore. Depois chore como se não tivesse amanhã - "aquelas mulheres são muito insensíveis!". Talvez isso seja interessante. Isso de ser gente comum do povo tá por fora.
Esqueça que seu eterno bebê vai crescer, crie, eduque-o para você.
Desautorize a professora, na frente da criança melhor ainda. Abandone seu marido ("o que é marido?"). Ou melhor, faça com que ele entre na sua onda e juntos, vocês dois, façam ensaio constante de súditos para seu/sua reizinho/pequena rainha. Afinal você está com o futuro Presidente da República sob seus cuidados, não é? Um luxo, bebê!
Não dê paz à babá e nem à empregada. Não viaje. Não saia com amigas. Não tenha assunto. Não saiba nada do que acontece no mundo atualmente. Não leia revistas, jornais, não assista TV. Livro, pra que serve? Não dá tempo disso, não.
Não leia sobre outros assuntos, sua especialidade deve ser saúde, educação e moda infantil. Só!
Ostente que você fez a MELHOR festa de aniversário EVER para seu/sua filho/filha. O tema para a festinha (pode ser um acontecimento social ou festa de quintal) sempre deve ser o mais interessante por todos os motivos do mundo, né? Crie um monstro de laboratório, seu filho do luxo, que ele nunca jamais experimente qualquer tipo de frustração - mesmo que seja para crescer, amadurecer. Ele não merece chorar, lembre sempre. Repreensão e limites podem podar a vocação do seu príncipe ou de sua princesa - esse papo de que jóia precisa ser lapidada não existe, seu bebê já nasceu diamante. E ele não pode chorar e nem esperar. Nunca o discipline, não faça a criança sofrer. Mesmo porque o seu filho não erra e você morre de vergonha e medo de birra em público. Seu cartão de crédito também não pode ter limite porque sua criança PRE-CI-SA ter tudo o que você não teve e o que mais quiser. 
Fale muito, sempre, sem nenhum pudor ou receio de ser invasiva, impertinente, inoportuna e espere elogios. Só sossegue quando todo mundo se afastar de você. Logo após se dar conta de que não consegue mais estabelecer vínculos duradouros com ninguém, até os parentes já correram longe: PRONTO! Pode pagar de incompreendida com gosto bom de vitória. Você conseguiu, viva! O título de desinteressante é todo seu, ninguém está melhor ou mais tecnicamente preparada para deter o posto.

Depois não vá dizer que eu não avisei...


Maiara, mãe de Nicole.

23 de julho de 2013

Fomos e aprovamos: Nicolândia


Você pensa que seu filho de três anos não se diverte na Nicolândia? Pode levar que garanto ser uma farra! Aliás, com dois anos minha filha já gostava de tudo - menos da hora de ir embora.

Melhor ainda é ir com uma turminha. Nós fomos com sete colegas da escola e foi demais! As criancas adoraram e os adultos cansaram (risos). Vale muito a pena!

Quem não conhece, Nicolândia é um parque de diversões que fica no parque da cidade de Brasília. Um bom passeio para as férias!

Fica a dica!

Raisa, mãe da Liina

22 de julho de 2013

Formação religiosa das nossas crianças



Com o início da Jornada Mundial da Juventude, peço licença a todos para fazer uma breve reflexão sobre a importância da religiosidade na vida de nossos filhos. Antes de qualquer coisa, deixo claro que o post de hoje é mais do que pessoal e externa o meu pensamento sobre o tema, não sendo, assim, bandeira das BMB ou unanimidade.

O fato é que vejo com tristeza algumas posturas de distanciamento e desinteresse pelas coisas espirituais nas famílias. E isso me preocupa. Afinal, os pequenos de hoje são os jovens de amanhã que, logo ali na frente, serão os adultos, os “donos da bola”.

Para mim, Lucyanna, não faz qualquer sentido a frase “quando ele crescer escolhe se quer ou não ter religião”. Seria o mesmo de dizer, “quando ele crescer, escolherá o nome” ou ainda “quando ele crescer, escolherá se quer ou não ir à escola, se vai ou não comer feijão ou se quer ou não usar sapatos”.



As famílias têm por obrigação guiar seus filhos pelo mundo. E dentro desse ensinamento, a religiosidade deve estar presente. Excepcionando as famílias que creem na falta de crença, não consigo vislumbrar justificativa para esgueirar-se de ensinar sobre a fé.

Famílias com credos diferenciados, por exemplo, não deveriam fazer disso barreira, mas verdadeiro estímulo aos ensinamentos. Quão rica será a criança que aprender desde cedo que crenças distintas devem se respeitar, que podem conviver e que podem aprender umas com as outras?

Crianças têm sede de Deus. E ao contrário do que muitos pensam, compreendem melhor do que qualquer adulto a história da Salvação, afinal, compreendem a linguagem do amor sem ruídos e ranços, que costumam chegar com a idade.

Recentemente vi um BigKidBrasília cantar uma canção religiosa, seus olhos brilhavam, ele sabia exatamente o que estava cantando, o que estava agradecendo. Enquanto ele cantava, outras crianças de nosso grupo se aproximaram, algumas sabiam a letra, outras não, mas foi tão lindo e natural vê-los com a intimidade própria das crianças para com Jesus, que me emocionei.



A religião é um dos meios pelos quais os pais podem (e pra mim, devem) edificar o caráter de seus filhos. Apresentar os valores da sua fé logo cedo ao pequeno trará frutos inimagináveis, alguns certamente você nem saberá que vieram daí.

Deixo claro, finalmente, que o papo de hoje não é sobre imposição, forçar... eu sou o exemplo de que caminhamos com nossas pernas quando  crescemos, mas levamos no coração o principal daquilo que aprendemos ainda pequenos. Fui criada dentro de uma religião e, na juventude, arrebatada pela fé Católica. Talvez você pense que nada do que meus pais me ensinaram ficou, que foi perda de tempo, mas na verdade, me considero privilegiada por conhecer a fundo outro caminho e saber exatamente qual quero seguir.

Eu fui apresentada a Jesus, aos seus ensinamentos e a sua proposta de vida corajosa desde muito cedo. Hoje procuro fazer o mesmo no meu lar. Não tenho a pretensão de que os meninos sigam meus passos, mas tenho a esperança (a fé!) de que falar de Deus desde cedo e apresentar-lhes a minha maneira de amar ao Pai não será semente plantada em vão.

Afinal, os jovens que hoje iniciam a caminhada na JMJ, com direito a festas, paquera*, vontade de viver em um mundo melhor e mais fraterno, foram, um dia, bebês de colo.



Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB) 

(*sim, isso é próprio da juventude e não há problema algum, o que a Igreja prega é que os jovens não se esqueçam que o outro é filho de Deus e merece respeito, mas isso é post pra outro blog)

20 de julho de 2013

FELIZ DIA DO AMIGO



Hoje é o dia do amigo! 

Em uma mensagem singela, gostaríamos de  desejar um dia especial a todos aqueles que fazem com que o blog BMB tenha sentido !

E quem são essas pessoas?

Primeiro, nossos filhos e esposos. Amigos de todas as horas, companheiros e justificadores dessa partilha.

Depois, claro, você, mãe e pai leitor, que busca em nossa página informações, compreensão e, por vezes, só um abraço.

E, ainda, aos nossos parceiros, que não são numerosos, mas maravilhosos. Gente que acredita que família é tudo de bom e que trabalhar com valores familiares fará sempre a diferença.

Somos 11 mães completamente apaixonadas pelos seus filhos e sem a mínima noção de onde esta história de maternidade nos levará...mas temos 1 certeza:

FAZER AMIGOS É UMA DAS MELHORES PARTES DA JORNADA!

Feliz dia do amigo! :)

19 de julho de 2013

Pergunte ao Dr. Petrus



A vida sexual nem sempre é deixada de lado por falta de interesse de algum dos parceiros, algumas vezes é preciso conversar e saber o que está atrapalhando. Nossas leitoras podem aproveitar para tirar suas dúvidas sem constrangimento.

Bom dia Dr Petrus,

Meu nome é Sabrina e já tem um tempo que observei uma ardência ou queimação no dia que tenho relação sem proteção com meu marido. Já tive medo que ele estivesse me traindo e fosse alguma doença, mas ele jura que não. Meus exames também estão super normais.
 
O que pode estar causando isso??? Já não tenho tido vontade de "fazer" sem camisinha.


Olá, Sabrina!

A situação de desconforto genital após relação sexual sem preservativo, que não ocorre com uso de preservativo, pode estar associada à alteração do ph vaginal após contato com o sêmen, pois este tem o ph alcalino, entre 7,2 a 8,0, e a vagina tem o ph ácido, entre 3,8 a 4,5. O ph alterado pode propiciar o crescimento acentuado de germes que escapam do controle da microflora vaginal, o que pode originar ardência ou coceira.

No consultório, a investigação deve ser iniciada já na anamnese com as informações de idade, uso de lubrificantes, uso de sabonetes íntimos, presença de "corrimentos", dentre outras...

É importante que sejam excluídas às causas infecciosas, que nem sempre são doenças sexualmente transmissíveis, além de outras doenças não infecciosas, mas que não são tão comuns.

 
Atenciosamente e à disposição,

Dr. Petrus Sanchez
CRM-DF 13584
TEGO 0212-2008


PACIENTES E FAMILIARES: As orientações médicas acima possuem caráter meramente informativo, não substituindo a consulta médica presencial necessária.

18 de julho de 2013

A primeira viagem internacional dos filhos a gente nunca esquece

Vim hoje contar para vocês um pouquinho da nossa primeira viagem internacional com a nossa filhota.

Desde que a Laura nasceu que eu e meu marido estamos ensaiando uma viagem para fora do país. Essa não era um opção para nós antes de ela completar dois anos, mas depois disso achávamos que seria possível. Renovei meu passaporte e tiramos o visto. A ideia era ir a Nova Iorque. Mas depois achamos que ainda não dava para deixá-la.... Os avós não têm condições físicas de ficar com uma espoleta de dois anos, a Dinda estava gravidona... Com terceiros, nem pensar... Planos adiados.

Daí, no final do ano passado resolvemos viajar em maio/2013 e com ela. O destino então mudou e resolvemos ir para a Disney. Não sossegada, ainda "botei pilha" e consegui convencer mais três casais (que têm filhos na mesma faixa etária - todos em torno de 3 anos e pouco na época da viagem!) a irem também. Estava formado o primeiro bonde internacional das BMBs!

O Bonde BMB Internacional reunido pra um cafezinho matinal

Foram meses de preparação. Compramos as passagens em novembro para viajar só em maio! Fizemos várias reuniões e trocamos zilhões de e-mails para decidir os hotéis, os parques, seguro saúde, os carros a alugar. Reservamos salão para as princesas e para os cavaleiros e refeições com os personagens!

Nesse período ouvi muitas dicas e comentários de outras pessoas e algumas me falavam que achavam que as crianças eram muito novas, que não iriam aproveitar tanto, que se cansariam muito, etc. Resolvemos encaram tudo de forma leve. O objetivo era se divertir.

Planejamos 10 dias de viagem e a nossa prioridade eram os parques, mas também incluímos alguns dias para compras - claro!

Escolhemos voar para Miami (o voo direto e noturno parecia o mais adequado para este primeiro voo de mais de 3 horas da pequena e foi uma boa escolha de fato!). De lá fomos de carro até Orlando (é um pouco cansativo depois de uma noite de voo, mas é bem tranquilo). O GPS, que já levamos do Brasil, é fundamental e deu conta do recado.

Primeira parada: supermercado! Dica da nossa amiga e companheira de viagem Maiara. As compras iniciais e fundamentais para os passeios nos parques: protetor solar, água, lanchinhos, carrinho (item de primeiríssima necessidade!!! Laura, que não tem carrinho há mais de um ano em Brasília, usou muuuuuuuuuuuito! Os pais agradecem) e outras cositas más, claro...

Carrinhos: uma das melhores aquisições

Despensa garantida no Walmart!

Nessa primeira viagem escolhemos ficar num hotel simples, fora da Disney. Para nossa programação (bem intensa!) foi muito bom. Era chegar e dormir! Mas para a próxima (mal chegamos e já estamos querendo mais!), queremos ficar num dos resorts da Disney. Mas aí para curtir o hotel também e descansar um pouco no meio da maratona!

Como disse, nossa prioridade foram os parques. Então nos dias seguintes fomos a 4 parques: Hollywood Studios, Magic Kingdom (2 dias), Animal Kingdom e Sea World. Claro que existem outros parques, inclusive os aquáticos, mas escolhemos os que achamos que Laura gostaria mais e o tempo disponível não dava para conhecer todos. (aguardem um outro post específico sobre os parques)

As Big Motherns turistas



Um dos dias em que saímos mais cedo do parque, fomos conhecer o Outlet. Perdição... E o penúltimo dia em Orlando também foi reservado às compras, só que dessa vez num shopping (Florida Mall). Impressão pessoal: algumas lojas do outlet tipo Gap, Carters, Tommy, CK, são demais, mas o shopping também tem ótimas opções (e mais conforto) e algumas coisas não se acha no outlet.



Enfim, depois de um brunch com Mickey e sua turma, partimos de volta para Miami. Na verdade escolhemos um hotel em Sunrise, do ladinho do SawGrass Mall... ai ai

Mais um dia final de compras nesse outlet tão grande que quase precisa um GPS para andar lá dentro.  Nossa opinião é que gostamos mais do Sawgrass do que do outlet de Orlando... "Loucura, loucura, loucura", como diria Luciano Huck. Com o cansaço de toda a correria, acabamos decidindo não ir fazer citytour em Miami e ficamos curtindo o hotel, que tinha uma estrutura bem melhor que o de Orlando.

Décimo dia: o retorno! Apesar dos meus comentários sobre compras, não somos dos mais gastadores. Mesmo assim, fomos com uma mala apenas pela metade e voltamos com 3! Eu, achando um exagero, me deparei com verdadeiras mudanças no aeroporto!


O voo da volta também foi tranquilo, apesar de ser diurno. Só não foi melhor porque a companhia aérea separou nossos assentos, o que é um incômodo, principalmente quando se está viajando com criança.

Por fim, chegamos em casa. Cansados da maratona, mas felizes. E agora mais confiantes em nos lançarmos em aventuras mais longas com nossa pequena viajante! Planos e planos...





Raquel, mãe da Laura Coelho de Oliveira Rapunzel (como ela mesma se rebatizou!)