31 de outubro de 2013

Quem tem filhos lida melhor com trabalho e vida pessoal

Pesquisa foi feita pela Universidade de Massey, na Nova Zelândia.

Funcionários com filhos apresentaram maiores índices de satisfação.

Profissionais com filhos se saem melhor na hora de equilibrar as demandas do trabalho e da vida pessoal do que os colegas sem filhos, segundo pesquisa coordenada pelo professor Jarrod Haar, da Universidade de Massey, na Nova Zelândia. Ele pesquisou os níveis de equilíbrio no trabalho e na vida pessoal dos profissionais com filhos e sem filhos.

A pesquisa foi feita com 609 profissionais com filhos e 708 pessoas que não tinham filhos. O estudo revela que 52% dos pais se sentem felizes com o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, enquanto o índice entre as pessoas sem filhos é de 42%.





Veja os resultados da pesquisa da Universidade de Massey
52% dos pais se sentiam felizes com o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, enquanto 42% das pessoas sem filhos achavam que haviam encontrado o equilíbrio.
37% dos pais tiveram níveis elevados de estresse no trabalho, contra 48% das pessoas sem filhos.
43% dos pais disseram que tiveram níveis elevados de ansiedade, contra 54% dos não-pais.
39% dos pais disseram que sentiram níveis elevados de depressão, contra 50% dos que não tinham filhos.
61% dos pais disseram que se sentiam satisfeitos no trabalho, contra 43% dos não-pais.
61% dos pais disseram que tinham grande satisfação com a vida, contra 48% de quem não tinha filhos.

"O grupo dos pais realmente tinha melhores resultados do que o grupo dos ‘sem-filhos’", diz Haar. "Mas não se trata de ter ou não ter filhos. Todo mundo tem múltiplos papéis que estão tentando equilibrar. Pode ser trabalho e esportes, ou, se você é religioso, sua igreja, e pode ser tão desgastante e difícil de conciliar como alguém que tem crianças", diz.

Segundo ele, para aqueles capazes de atingir um nível razoável de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, os resultados foram igualmente benéficos. "O equilíbrio foi igualmente importante para ambos os grupos do estudo, levou a uma maior satisfação no trabalho e na vida pessoal, além de uma melhor saúde mental. É um lembrete para os gerentes não classificarem as pessoas como pais ou não-pais, e, em seguida, achar que quem não tem filhos não tem nada de importante a fazer."
Haar diz que é muitas vezes mais fácil para os profissionais com filhos manter uma divisão mais clara entre o tempo no trabalho e fora dele. "Os pais são melhores em se levantar da cama e sair do escritório no final do dia", diz. "É fácil decidir se vai à academia ou vai ficar no escritório, mas você não pode optar por não buscar as crianças na creche. Talvez os pais sejam um pouco mais hábeis em alcançar esse equilíbrio, porque eles são obrigados a ter", afirma.

O equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é também uma questão de percepção, segundo o professor. Haar diz que não se trata do número de coisas que devem ser feitas, mas como você se sente sobre essas coisas e se você sente que está fazendo-as bem. "O equilíbrio traz várias habilidades para a vida, e elas fazem você se sentir bem consigo mesmo e consiga lidar melhor com os momentos de estresse. Você poderia ter 100 coisas a fazer e pensar que poderia dar conta de todas elas ou poderia ter duas coisas e pensar que não seria capaz de lidar com elas. Se você sabe que consegue dar conta de tudo para sua satisfação, então faça. A exaustão de uma pessoa pode ser a alegria da outra".

Para o professor Haar, a peça-chave do resultado de sua pesquisa é o valor da flexibilidade, tanto do ponto de vista individual como da empresa. "Em um nível pessoal, o meu conselho seria fazer um balanço de todas as coisas em sua vida e decidir quais são as mais importantes. Concentre-se nessas últimas e seja um pouco mais flexível com você mesmo se você não alcançar as menos importantes o tempo todo".
(grifo meu)

Mais uma daquelas pesquisas que em dá vontade de levantar a plaquinha do EU JÁ SABIA!


Eu, particularmente, sinto uma alegria diferente ao final do dia. Quando vai se aproximando aquela hora de voltar pra casa e ver o meu pequeno, lindo e cheiroso com o  uniforme da escola e cheios de novidades, já sinto uma felicidade especial. E olha que sou uma workaholic diagnosticada (#aexagerada!).

E você, tem alguma explicação pessoal para esse resultado?
Compartilhe conosco.

Andréa, mãe do Gabriel

Fonte: G1 (em 10/10/2013)

30 de outubro de 2013

Hoje a dica do blog é COLORIDA!



Reúna sua família e amigos. Vista uma camiseta branca. Esqueça chip no tênis para cronometrar tempo. Esqueça a competitividade. Junte saúde com muita diversão. O que importa é que neste programa o resultado final é esse das fotos.

É o que promete a “The Color Run”, os organizadores a denominam a corrida mais feliz do planeta. Sim, trata-se de uma corrida!

Quem quiser pode ir com o carrinho de bebê, não precisa ser atleta e não tem limite de idade. Crianças menores de cinco anos não pagam a inscrição (só não pode levar o pet!).

Tem uma página bem legal no site da prova com perguntas frequentes que você pode clicar para saber mais sobre o evento.

Estes são os preços e prazos das inscrições:

  • De 05/10 a 31/10 - R$65,00
  • De 01/11 a 25/11 - R$75,00
  • De 26/11 a 08/12 - R$80,00



Está desconfiado(a) e não topa participar de um evento novo e “diferente” demais?


Pois, você deu sorte e pode ler o que escreveram sobre as outras corridas coloridas que aconteceram ao longo do ano. É que a edição de Brasília será a última do ano de 2013.

A primeira foi no Rio de Janeiro (e parece que não foi bem o que prometeu...).
Encontramos também relatos sobre a The Color Run em São Paulo, Recife e Goiânia – provavelmente aproveitaram os feedbacks para aprimorar a organização.

Nós aqui ficamos bem curiosas com essa proposta da The Color Run.
Quer correr ou caminhar e acha uma boa a brincadeira com tintas coloridas?
A prova será realizada em 08 de dezembro de 2013, em percurso a ser definido, com largada às 08h 30min.
#ficaadica
Confira aqui.

Beijos coloridos e corridos (rsrs), Maiara, mãe de Nicole.

29 de outubro de 2013

Fui e aprovei: Museu de Valores do Banco Central


Tá, sei, parece über-chato! Museu de valores? História do dinheiro?

Juro que é interessante! Por meio da evolução da moeda você revisa a história do Brasil desde a colonização até a vinda da corte portuguesa, independência, proclamação da República e a contemporaneidade.

Não convence?

Ainda tem moedas supercuriososas, como a mais pesada moeda do mundo, 20kg! Tem também outras curiosidades.

Em uma outra sala, tem uma coleção de cédulas e moedas de vários países do mundo. Inclusive o euro da Finlândia. Você sabia que cada país tem seus símbolos nacionais no outro lado das moedas do euro?

Finalmente tem uma exposição que mostra como é extraído ouro. Para escolas tem visitas guiadas, e parece que até um teatrinho. Eu não levei minha filha ainda, fui num grupo de adultos mas ganhei um folheto com gibi e tarefinhas para as crianças.

Fica a dica para próximo passeio!

Mais informações: http://www.bcb.gov.br/?MUSEU

Raisa, mãe de Liina

28 de outubro de 2013

Mudança de hábitos – acredite, é possível




Quando meu filho mais velho nasceu, fiz a solene promessa de seguir os manuais e nunca alimentá-lo em frente à TV.

Não foi o que aconteceu.

Sempre reticente na alimentação, meu filhote relutava a experimentar o que quer que fosse (queria mamar para sempre e só mamar). Não sei ao certo quando começamos, mas contar com a ajuda da televisão foi inevitável.

O tempo passou, ele crescendo. O irmão já nasceu entrando no mesmo esquema...até que...
Até que um dia percebi que não conversávamos à mesa e que meu rapaz estava com dificuldades para se portar à mesa em outros ambientes. Bastava ir para a casa dos avós para comer com uma pressa absurda, usar as mãos mais do que os talheres e colocar mais comida fora do que dentro da boca.

Não precisei de muita reflexão para concluir que a TV estava atrapalhando a educação à mesa e a nossa convivência nas refeições.

Respirei fundo. Adiei 1, 2, 3 vezes. Mas um belo dia decidi.


Perto da hora do almoço, chamei meus rapazes e expliquei que, a partir daquele dia não comeríamos mais de televisão ligada. Disse as razões: precisamos conversar, mastigar e prestar atenção nos alimentos. Como gosto de “premiar”, disse que nos fins de semana e na casa dos avós (onde ninguém me ouve mesmo, mas isso é outro post) eu permitiria a tv.

Ouvi manifestações e reclamações. Os primeiros dois dias foram caóticos, nem comeram direito.

Mas só foi preciso esperar 2 dias para que os primeiros resultados aparecessem. Eles compreenderam e passaram a apagar a televisão sem que eu precisasse pedir!

O mais fantástico foi o fim de semana. Temi que, uma vez liberada, a televisão voltasse a reinar em definitivo ou que problemas surgissem na segunda-feira. Nada disso ocorreu. Como dois lords, meus filhotes de 5 e 2 anos compreenderam perfeitamente as novas regras do lar.




O texto de hoje é para lhe encorajar a mudar na sua rotina familiar aquele hábito que se instalou por aí, mas que lhe incomoda. Pode ser que você encontre protestos pelo caminho, mas se há a certeza de que é o melhor para os seus pequenos, não adie. Comece hoje. Vai dar certo. Acredite!

Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB)

26 de outubro de 2013

Escolas podem ser proibidas de cobrar lista de material de uso coletivo

No momento em que escolas particulares começam a avisar os pais de que as mensalidades de 2014 subirão, ao menos em Brasília e São Paulo acima da inflação, o Congresso tenta impedir cobranças abusivas. A Comissão de Fiscalização e Controle do Senado aprovou nesta terça-feira (15), um projeto de lei que proíbe a inclusão de materiais de uso coletivo nas listas escolares.

A proposta foi aprovada por unanimidade pelo colegiado e, por tramitar em caráter terminativo, seguirá diretamente para a sanção presidencial caso não haja recurso de senadores para levá-la para apreciação no plenário da Casa. O projeto, apresentado em 2008 pelo deputado Chico Lopes (PC do B-CE), determina que não se pode cobrar dos estudantes ou dos responsáveis um pagamento adicional para pôr qualquer tipo de material de uso escolar dos alunos ou da própria instituição de ensino. Também impede que tais materiais sejam fornecidos por eles para a escola.

Pela proposta, a despesa com esse tipo de material tem de sempre constar na previsão de cálculo das anuidades ou semestralidades dos estabelecimentos. A proposta, que altera a lei de 1999 que disciplina os reajustes escolares, é válida para instituições de todos os níveis, como creches, jardins de infância, estabelecimentos de ensino fundamental e médio e faculdades e universidades.

De acordo com a senadora Ana Rita (PT-ES), relatora da proposta na comissão, o consumidor é "vítima" dos abusos que a proposta tenta combater. Segundo Rita, a cobrança pelos materiais caracteriza abuso contra quem contrata esse tipo de serviço, uma vez que o fornecedor impõe "custos extras e adicionais de forma abusiva e injustificável".

Ela lembrou também que eventuais rescisões em contratos de média e longa duração, como é o caso dos estabelecimentos de ensino, causam "custos excessivos". "Esse fato, que é notório, é percebido pelos contratantes. O contratante que possui maior poder na relação contratual - no caso, o fornecedor de serviços educacionais - impõe valores adicionais abusivos ao consumidor de serviços educacionais, o qual ou paga esses valores abusivos ou terá de arcar com elevados custos derivados de rescisão contratual", criticou.

25 de outubro de 2013

Você conhece a Pink Cheeks?


Não é novidade que algumas de nós adoramos correr e incentivamos todos a buscar um estilo de vida saudável e uma atividade física que agrade. O que vale é mexer o corpo e se divertir.
Pelas nossas fotos até pode parecer que estamos sempre alegres, que tudo é festa durante as provas e que nunca sentimos dores ou nos machucamos, mas não é beeeem assim. Alguns treinos ou provas são sofridos, dolorosos, machucam uma ou outra parte e as vezes os atletas precisam até fazer uma pausa ou aposentar um tênis, um short ou outro acessório. Conosco não seria diferente e foi dessa forma que conhecemos uns produtinhos MARAVILHOSOS, criados especialmente para atletas.
Durante um treino comentei com a Big Mothern Amanda que não deveria ter ido com determinado short, pois ele era meio curto e eu ficava com o “gordinho” da coxa assado. Ela contou que a faixa do frequencímetro também tinha feito estragos na pele dela e, procurando na internet, havia descoberto um creme anti assadura muito bom.
Usei um pouco e fiquei encantada ao perceber que terminei o treino sem nem um vermelhinho nas coxas. Claro que peguei o nome da marca e, assim que cheguei em casa, fui “curiar” o site e fazer meu pedido. Exagerada que sou, comprei um de cada produto para testar tudo.
As criadoras da marca são mulheres normais que trabalham, tem sua vida e seus problemas, mas não deixam que isso seja barreira para levar uma vida ativa e saudável. Elas desenvolveram todos produtos pensando nos incômodos que podem surgir para aqueles (homens e mulheres) que praticam atividade física, principalmente ao ar livre, isso não impede que qualquer pessoa use. Aqui virou xodó geral e até minhas filhas adoram.
Meus preferidos são o anti assadura, o creme relaxante de pernas e pés e o protetor facial com toque de base. Esse último é perfeito para o dia a dia, pois deixa o rosto com uma cor uniforme, não é oleoso e ainda não escorre com o suor, portanto não arde os olhos. Quem nunca passou por isso na praia, no clube ou durante um dia muito quente???
Quem quiser conhecer um pouco mais sobre a marca, acesse o site www.pinkcheeks.com.br ou, se for de Brasília, pode procurar por mim (poly.pinkcheeks@gmail.com), pois gostei tanto que virei consultora da marca.

Polyanna, mãe de Agata e Iris.