30 de janeiro de 2014

Nossa experiência com o aluguel de brinquedos


Lá em casa temos um pequena de 4 anos recém completados. Quando fui escolher os brinquedos da Curumim Feliz (http://curumimfeliz.com.br/) para alugar, tentei selecionar itens que fossem agradá-la, mas que também tivessem um caráter educativo. Escolhi uma miscelânea para ver qual seria a reação dela frente à variedade de itens. Afinal, a gente nunca consegue adivinhar o que vai agradar mais aos pequenos... (quantas vezes seu filho já gostou mais da embalagem do que de um presente que ganhou???)

Desta vez os itens alugados foram:


- Quebra-cabeças Família de Ursos
- Quebra-cabeças com pinos Roupas de Bailarina
- Sapato de Amarrar
- Bicicleta de Equilíbrio
- Carrinho para boneca


Os quebra-cabeças, em temas que são do interesse atual da Laura, fizeram o maior sucesso. A única pergunta em relação ao brinquedo dos ursos foi: cadê a cachinhos dourados?? (é um dos livrinhos preferidos do momento). Como as crianças aprendem muito rápido a montar os quebra-cabeças, acho este um item interessante para alugar. Assim dá para variar antes que eles enjoem.  



A bicicleta de equilíbrio também agradou. Mas acho que o fato de nossa filha já ter uma bicicleta tradicional tenha diminuído um pouco o interesse. De qualquer forma, acho que ela aproveitou bem, e sentimos evolução no equilíbrio. Para quem ainda vai começar com as bicicletas, acho bem legal o aluguel desta, que sai muito mais em conta do que comprar. Além disso, depois que a criança começar a se equilibrar bem, você já pode comprar uma convencional (e sem rodinhas!). Ponto muito positivo: a bicicleta vem com equipamento de proteção completo! 




O sapato de amarrar foi o item menos utilizado.  Acho que a coordenação motora por aqui ainda não está suficientemente desenvolvida para dar os laços! Mas despertou a curiosidade e hoje ela já tenta dar nós e laços, mesmo sem muito sucesso.


O campeão de todos, entretanto, foi o carrinho para boneca... Queria levar a todos os lugares! Conclusão: o presente de Natal por aqui foi um carrinho para bonecas! Ou seja, o aluguel também pode servir como test-drive dos brinquedos!
 


Enfim, por aqui experiência muito positiva com o aluguel de brinquedos. E você, já pensou nesta opção? 


Raquel, mãe da Laura

28 de janeiro de 2014

Volta às aulas...identificando os materiais



Pronto. Chegou a hora da galerinha voltar aos estudos. Essas férias foram deliciosas, as crianças brincaram, viram o Jesus Menino renascer, Papai Noel comemorou com presentes e o sol nos brindou com dias maravilhosos e inesquecíveis...sem contar o passeio no zoo, o piquenique, o cinema, o museu...ufa! 

Mas agora é hora de voltar à rotina e enviar nossos pimpolhos para a viagem do conhecimento.

Uma coisa que sempre me preocupou foi a identificação do material escolar e das roupas dos meninos.

Passo longe do conceito de "prendada" e costurar aqui só se for botão (e olhe lá)!

Por outro lado, as empresas cobram caro para bordar os nomes nos uniformes (o que, inclusive, prejudica o aproveitamento das peças pouco usadas pelos irmãos mais novos).

A solução que encontrei foi usar os serviços de etiquetas que encontrei na internet.



Minha primeira experiência foi com a ETIQUETAR.COM

Só encomendei os adesivos para roupas e achei que eles são simples, fáceis de aplicar nas roupas, mas.....não duram. Passados os meses, começam a desfiar.

Parti, então, para a segunda experiência: GRUDADOEMVOCÊ.COM

E, minha gente, só não vou mandar os próprios meninos com etiquetas na testa porque poderia ser mal interpretada!

Show de bola.

Escolhi o kit escolar, que vem com muitas opções (inclusive para tênis).

Não é propriamente barato. O tal kit custou R$ 90,00 esse ano, mas são muitas etiquetas. Algumas do ano passado ainda sobraram. Mando o material, as roupas e os brinquedos (do dia do brinquedo) com etiquetas.

As aplicações duraram o ano inteiro, sem nenhum problema, e não perdemos as peças pouco usadas, pois apliquei agora a etiqueta com o nome do mais novo por cima.

Dica com cara de jabá, mas que não é. Quis partilhar com vocês a experiência de sucesso... É um "usei e aprovei".

Abraços e bons estudos para a garotada, Lucyanna


26 de janeiro de 2014

Doutor, posso tomar antidepressivo na gravidez?

Tomar antidepressivo na gravidez é uma situação complexa e que requer uma ampla avaliação por parte do psiquiatra, paciente e familiares a respeito de todos os riscos e benefícios envolvidos. Os trabalhos científicos são escassos e possuem resultados controversos. A decisão precisa ser muito bem embasada cientificamente e tomada de acordo com a experiência clínica do psiquiatra.
A maior preocupação de todos costuma ser em relação às malformações fetais durante o primeiro trimestre gestacional (primeiras doze semanas). Apesar da enorme preocupação, grande parte dos antidepressivos não causam malformações fetais, principalmente aqueles do grupo de “inibidores seletivos da recaptação de serotonina” como a fluoxetina e o citalopram – os mais comumente utilizados.
Qualquer mulher, mesmo não tomando antidepressivos, pode ter um risco entre 3% a 4% de malformação fetal. Outros medicamentos da área clínica e não psiquiátricos também podem causar malformações, assim como o tabagismo e o uso de álcool na gravidez. Embora as malformações sejam os efeitos mais temidos, há pesquisas que avaliam os efeitos dos antidepressivos em partos prematuros, como baixo peso ao nascer e abortamentos espontâneos. Embora os efeitos sejam pequenos e até insignificantes em muitos casos, não podem ser desprezados. Vale a pena enfatizar também que a própria depressão não tratada pode antecipar o parto e levar ao crescimento intrauterino retardado, gerando bebês pequenos e de baixo peso ao nascer. Até recentemente os trabalhos não avaliavam com rigor os riscos da própria doença depressiva na gravidez e no feto.
Outra preocupação importante é a hipertensão pulmonar persistente do neonato (recém-nascido). Por alterações vasculares no pulmão do bebê e persistência do duto arterioso, pode haver um “shunt” ou comunicação entre as cavidades direita e esquerda do coração, levando a problemas sérios de oxigenação e risco de morte ao feto a partir da 20ª semana de gestação. Outros fatores podem levar à hipertensão pulmonar de forma mais frequente que os antidepressivos como sepsis, parto cesariano, IMC (Índice de Massa Corpórea), hipóxia (deficiência de oxigênio) e aspiração do mecônio (primeiras fezes do bebê). Na atualidade, estima-se que o risco de hipertensão pulmonar persistente do neonato, por antidepressivo, é de apenas 0,19%, ou seja, muito baixo.
Uma outra preocupação em relação aos antidepressivos seria a possibilidade de toxicidade neonatal com tremores, agitação, insônia e irritabilidade- além da dificuldade de sucção do leite materno. O risco gira ao redor de 15%, porém tais efeitos costumam ser leves e transitórios (duram no máximo duas semanas), sem riscos significativos ao bebê e raríssimos casos poderiam ser mais graves com icterícia e convulsões.
Por fim, há um termo que denominamos “teratogênese comportamental”. A pergunta é se os antidepressivos usados na gravidez poderiam causar sequelas futuras no desenvolvimento psicomotor, cognitivo e comportamental nessas crianças. Até o momento, não há evidências substanciadas a esse respeito, ou seja, as crianças de mães que utilizaram antidepressivos na gravidez não têm atrasos de desenvolvimento emocional, de linguagem ou QI inferior.
É fundamental, portanto, que as mulheres que utilizam antidepressivos façam um planejamento para engravidar. Não há verdades absolutas nessa área e só os psiquiatras especializados em saúde mental da mulher podem realmente avaliar todos os riscos e benefícios envolvidos. O vínculo entre médico, pacientes e familiares é fundamental nessa área. NÃO HÁ DECISÕES SEM RISCOS! E geralmente o tratamento do distúrbio psiquiátrico é essencial.

Autor: Prof. Dr. JOEL RENNÓ JR
Ph.D em Ciências.
Professor Colaborador Médico do Departamento de Psiquiatria da FMUSP.
Diretor do Programa de Saúde Mental da Mulher do Instituto de Psiquiatria da USP (IPq-USP).
Coordenador da Comissão de Estudos e Pesquisa da Saúde Mental da Mulher da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein - SP.

Fonte: Estadão

25 de janeiro de 2014

Fomos e aprovamos - Alice no País das Maravilhas




“QUEM NÃO SABE PARA ONDE VAI, QUALQUER CAMINHO SERVE”
 


A famosa frase do gato risonho definiu a escolha do passeio. 
Num domingo chuvoso sai meio sem rumo para passear com Gabriel (4anos). A primeira opção era visitar o planetário, e fomos (experiência que vou compartilhar em outro post). Mas como o primeiro passeio acabou rapidinho, resolvi dar um pulinho no shopping Conjunto Nacional e levar Gabriel para conhecer a Alice e o seu país das maravilhas.


Até o dia 02 de fevereiro a criançada pode aproveitar essa opção de diversão. Cada R$ 50,00 em compras no shopping dá direito a 20 minutos no circuito montado especialmente para os pequenos. 

No horário que fomos no domingo (19/01) à tarde, estava lotado! Ficamos na fila por cerca de 30 minutos (aiai, o que não fazemos pelos filhos?!). Mas acho que a espera compensou. Gabriel adorou as atividades.






Ele não conhecia a história, e claro, ficou super interessado em saber mais sobre aquele coelho maluco, a rainha branca (que ele achou linda), a Alice (que ele achou mais linda ainda, rs), a rainha vermelha (que ele achou brava) e o “curioso” chapeleiro (que ele não consegui para de olhar, rs.).

Nos 20 minutos que ficou lá, sempre na companhia dos personagens, ele desenhou e pintou, “fez” chocolate (tem um derretido que as crianças colocam na forminha, vai pro congelador e depois recebe a guloseima embaladinha); girou numa xícara; jogou uma espécie de golfe; interagiu com os personagens e saiu por um labirinto. Esse labirinto foi o que ele mais gostou. Achou o máximo ter conseguido achar a saída. 
Comemorou muito mesmo, rs.
E se ele ficou feliz, eu também fiquei :-)
Fica a dica!
(ah, os cupons não são cumulativos, se tiver vários, tem que voltar e pegar a fila novamente, após os 20 minutos de atividades).

Andréa, mãe do Gabriel

22 de janeiro de 2014

Aluguel de Brinquedos - como a criança entende essa experiência?



Inicialmente preciso confessar que eu via ideia do aluguel de brinquedos com certa desconfiança. Me perguntava até se depois de uns dias de convivência com o brinquedo alugado não seria crueldade fazer com que a criança tivesse que desapegar do objeto para devolver...

A dúvida caiu por terra logo de cara quando conhecemos Rebeka, a idealizadora da proposta Curumim Feliz. Ela é muito acessível, simpática, bem humorada, sempre disponível e atenciosa.

O próximo passo seria conversar com a minha filha sobre o detalhe importante de que a cozinha linda e colorida que amanheceu na sala de nosso apartamento + casa do cãozinho, não eram dela e que após o período de locação teríamos que devolvê-los à Tia Rebeka. [Ela fez aquela cara de que ‘tá, eu não quero muito devolver não, mas pra eu poder brincar logo podemos conversar sobre isso depois, tudo bem!...’.]



Os dias foram passando... Ela foi curtindo... Cozinha Cupcake... Casa do Cachorrinho Aprender e Brincar...

Brincando muito... Em alguns dias ela já acordava com saudades dos brinquedos – e eu, voltei a conversar com ela sobre o fato de não serem dela – ao mesmo tempo estava muito curiosa para saber como se daria esse desfecho!

A família “comeu bastante cupcake” de faz-de-conta, rs, nhami, nhami, huuuuuuuuuuuuuuuuuum!


Até que ao longo do tempo em que os brinquedos estiveram conosco, o comportamento já bastante estudado e previsto pela Curumim Feliz se confirmou.

Nicole não só perdeu o interesse pelo que até outro dia era uma grande novidade como aguardava o momento em que teria que entregar de volta o objeto de locação, porque queria agradecer à Tia Rebeka ela mesma.


Conclusão 1: nunca subestime a capacidade de compreensão acerca dos vínculos afetivos que seu filho estabelece. Quando a condição é bem trabalhada, conversada com maturidade – mesmo em se tratando de uma criança – você vai se surpreender positivamente com o comportamento da criança, pode apostar! Nini não só devolveu de muito bom grado como me ajudou a conferir no check list peça por peça dos itens que vieram passar uns dias conosco. Sim, a ideia do aluguel de brinquedos é um sucesso.


Conclusão 2: diante da experiência positiva com o aluguel de brinquedos a nossa família não vê a hora do repeteco. A minha filha até já escolheu qual será o próximo brinquedo. Alugue com a Curumim Feliz também! Nós aprovamos. ;-)



Beijos satisfeitos, Maiara, mãe de Nicole.

20 de janeiro de 2014

Incentivando a leitura dos pequenos nas férias

E as férias continuam aí com nossa criançada em casa. Uma dica legal é aproveitar o período para fazer coisas simples em casa. O post abaixo foi publicado em 19/3/13 e fala sobre leitura infantil.

Abraços, Lucyanna





Nós aqui no blog curtimos e incentivamos muito a leitura dos pequenos. Afinal, o hábito de ler deve começar o quanto antes, para que realmente se torne "item de série" na vida dos jovens.

Aqui em casa estimulamos muito os nossos filhos, os livros sempre ficam ao alcance deles e lemos diariamente, inclusive, mais de uma vez durante o dia.

Na idade em que estão (4 e 2), a ideia é que as histórias tragam muitas figuras, aticem a curiosidade e, principalmente, a imaginação.

Aliás, neste campo da imaginação, livros do estilo pop up, que estão cada vez mais acessíveis, ajudam muito. Leio uma história de rei ou de pirata e, depois, o próprio livro se transforma em um brinquedo para os meninos! Diversão mais do que garantida!

Na feira do livro do ano passado adquirimos dois livros no estilo: um que conta como era a vida na época medieval e outro que conta como era a vida dos piratas! Os meninos amam!


Achou legal? Pode melhorar! João Paulo ganhou da amiga Laurinha um livro no aniversário dele que vai além da pop-up, pois o livro não traz uma ilustração 3D, ele vira o próprio navio!!! Olha a farra:



A dica então é essa: invista nos livros que são, também, brinquedos! Afinal, essa geração do século XXI é multimídia, multi-meio, multi-tudo...



Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB)

17 de janeiro de 2014

Exploração Discovery Kids - Unidos por um mundo melhor

O EXPLORAÇÃO DISCOVERY KIDS ESTÁ DE VOLTA!
Exploração Discovery Kids é um evento onde toda a família pode se divertir junta com atividades inspiradas em alguns dos personagens mais queridos do canal. As atividades buscam passar às crianças conceitos sobre amizade, união e a importância de trabalharmos em equipe de forma lúdica e divertida.
Serviço
O quê: EXPLORAÇÃO DISCOVERY KIDS
Onde: IGUATEMI BRASÍLIA - 1.º piso próximo à entrada central
Quando: de 17 de JANEIRO a 02 de FEVEREIRO de 2014
Horário: Domingo a Sexta de 14h às 20h; Sábado de 10h 30min às 20h
Quanto custa: Evento Gratuito (ingressos limitados por dia)
 

Super desconto de férias CURIMIM FELIZ! :-)))

30% Off

 

Cupom de 30% de desconto em todos os aluguéis realizados até o dia 31 de janeiro de 2014.

 

30-OFF-USDG
 

SAIBA COMO FAZER PARA OBTER O DESCONTO:


1 - Acesse o site http://www.curumimfeliz.com.br

2 - Cadastre-se
3 - Escolha os Brinquedos
4 - Selecione o prazo (15 ou 30 dias)
5 – Aperte “Alugar”, nesta opção o sistema será direcionado para o Checkout, nesse momento você pode escolher “Ver mais Brinquedos”.
6 – Na página de Checkout, digite o código informado acima (copie e cole) no campo Código de Desconto e aperte aplicar. O valor do desconto será abatido do saldo total do aluguel. Cupom válido até o dia 31 de janeiro de 2014.
7 - Aperte Confirmar e pagar. O saldo restante deverá ser pago por cartão de crédito, boleto ou PagSeguro.

16 de janeiro de 2014

1° Sábado Super para Pais e Educadores



A Academia Runner de Águas Claras promove no próximo sábado, 18/01/2014, das 15h às 18h, o 1º Sábado Super Para Pais e Educadores.
O workshop (com duração de duas horas, seguido de debate) é voltado para as pessoas que tem interesse em aprimorar seu contato com crianças. Obs.: PARA PARTICIPAR DA OFICINA É NECESSÁRIO LEVAR PAPEL CREPOM E CABO DE VASSOURA, não esqueça!
Dados sobre o educador que ministrará o workshop:
O quê: 1º Sábado Super para Pais e Educadores
Onde: Academia Runner de Águas Claras
Quando: Sábado, 18/01/2014, das 15h às 18h
Quanto custa: GRATUITO (vagas limitadas)
Falar com: Raquel ou Patrícia no telefone 3047-2636é necessário confirmar presença até 17/01!

Doe um livro e ajude a educar uma criança

O programa Correio Braziliense Solidário arrecadará livros, didáticos ou não, no período de 2 a 31 de janeiro. A urna ficará na recepção do jornal, no Setor de Indústrias Gráficas. Creches do Distrito Federal serão beneficiadas com a iniciativa.


“Ler muda tudo: a postura de vida, a autoestima, a visão do mundo e de si mesmo. Ler dá dignidade, conhecimento, torna o ser humano mais autossuficiente, crítico e, também, mais sensível e universal”, avalia a servidora pública Roberta Fraga, 35 anos. Sob esse lema, a servidora pública já ajudou e contribuiu com vários programas. Roberta fica de olho nesses projetos e arrecada livros para incentivar o hábito da leitura. Afinal, seu maior exemplo é em casa: Clarice, 5 anos, sempre foi incentivada. “Ela gosta muito de contos de fadas e de Monteiro Lobato. E ainda me ajuda nas doações, separando, dos arrecadados, os que estão em más condições”, conta.

Arrecadar e doar livros têm ganhado espaço nas comunidades e os projetos com esse objetivo, também. Entre os benefícios, estão os de levar informação, diversão e até dignidade para quem receber as brochuras. A partir de 2 de janeiro, o Correio Braziliense será mais uma empresa a aderir a essa causa. Interessados poderão doar livros até 31 de janeiro. Uma urna será colocada na recepção principal e as doações serão enviadas para instituições já credenciadas. Os livros infantis de até 6 anos serão doados pelo programa Correio Braziliense Solidário que contempla algumas creches do Distrito Federal.

E as doações fazem diferença para muita gente. Exemplo disso é o projeto Biblioteca Itinerante que, desde 2008, todo último domingo do mês, (exceto dezembro) arrecada livros na altura do 107/108 Norte, no Eixão. “O objetivo é incentivar a leitura em comunidades ribeirinhas do Norte. Eu nasci em Macapá, no Amapá, mas minha família, minhas origens são dessas comunidades. Eu sou do quilombo Conceição do Macacoari”, conta o idealizador do projeto, Jonas Banhos.

“Como sou de lá e conheço a realidade da região, ficava muito tocado toda vez que via o abandono da nossa comunidade. Há precariedade na saúde, na geração de renda....E sobretudo na educação. Não há um ensino regular, mas modular” A inquietação de Jonas foi tanta que o servidor se licenciou do trabalho para, em 2008, se dedicar exclusivamente a essa iniciativa. Desde então já foram, em média, distribuídos 50 mil livros nos estados do Amapá, Pará e Roraima. Cada ida ao Eixão rende média de 500 obras doadas.

Sucesso
Outra campanha de incentivo à leitura infantil que teve grande sucesso foi promovida pela Fundação Itaú Social. Em 2010, aproveitaram a ideia de estimular adultos a lerem para crianças e, assim, ofereciam o livro. O único requisito era fazer o cadastro no site e pedir os livros.

A campanha se repetiu em outubro deste ano e terá mais uma edição no mesmo mês no ano que vem. Em 2013, foram produzidos 4,4 milhões de livros. Para a coordenadora da área de mobilização social da Fundação Itaú Social, Márcia Quintino, o mais bonito é a resposta à leitura. “A criança pequena tem direito a esse aconchego. É um momento de acolhimento, de vínculo”, conta.

Quintino também afirma que a doação de livros está crescendo no Brasil. “Há cada vez mais programas de troca de livros, que podem ser deixados em assentos de ônibus e de metrôs. Há clubes de leituras, grupos de amigos que discutem a mesma obra”, diz. Mas a pessoa também tem que ter discernimento do que está doando, lembra ela. “Doar não é desocupar livros da estante, se desfazer das apostilas e dos livros didáticos, estamos falando da literatura — que é perene.”

» Participe e doe!

Data: de 2 de janeiro a 31 de janeiro
Onde: Deixar na recepção principal da sede do Correio Braziliense, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), Quadra 2, nº 340. A iniciativa aceita todo tipo de livro. Os destinados ao público infantil de até 6 anos serão especificamente doados a creches no DF.

» Tire uma foto do seu livro

A pesquisa Retratos de Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, mostra que a maioria dos leitores no Brasil é jovem. Dos 5 anos até aos 24, por exemplo, o índice de leitores é sempre superior ao de não leitores. E, se você for um desses jovens, mande para a gente, entre 2 e 8 de janeiro, uma foto do seu livro preferido com uma mensagem dizendo por que ele é especial. As fotos serão publicadas no www.correiobraziliense. com.br/voltaasaulas e algumas serão selecionadas para o suplemento Volta às Aulas, que circulará no Correio em 12 de janeiro. O suplemento e o portal trazem informações sobre educação, dicas de literatura, artigos de especilistas, novidades sobre leis de materiais escolares e mochilas pesadas, além de receitas de lanches saudáveis e conselhos para uma adaptação tranquila em uma nova escola, entre outros temas.

15 de janeiro de 2014

O Super-Querer do Batman!


Marcelo, 44 anos, casado, pai de dois filhos.
Era fumante, sedentário e queria mudar o jogo a fim de melhorar a qualidade de vida.
Em outubro de 2012 começou a adotar hábitos de vida saudável.
Em dezembro de 2013 correu a São Silvestre.
O relato abaixo fala de coragem, de força, de disciplina, de dor, de superação, de sonhos realizados e apoio da família.
Para que você também se inspire a mudar ou seja motivado a continuar.




Oi! Pra você que não me conhece, meu nome é Marcelo Coelho, 44 anos, casado, pai de dois filhos, vascaíno na alegria e na tristeza e viciado por corridas. O início desse “vício do bem” foi parecido com o de tantas histórias edificantes que a gente lê por aí: Em abril de 2012, no dia do aniversário de três anos do meu filho mais novo, cumpri promessa feita à minha filha mais velha e deixei de fumar (depois de fazê-lo por 27 anos). Com isso, comecei a engordar, chegando quase aos 88 kg. Achei que era hora de emagrecer de novo, depois de consolidada a certeza de que não voltaria ao “pito”.
Matriculei-me na academia, fazendo musculação e aeróbico. Comecei sofrendo pra caminhar 30 minutos, depois fui misturando caminhada com corrida, depois só corrida.
A pedido da minha amiga Maiara, coloco aqui um resumo do meu ano como corredor. Aliás, meu primeiro ano, se pensarmos que eu comecei a correr em outubro de 2012 e fiz a minha primeira prova em dezembro, só tendo corrido outra em 2013. Foi um ano de alegrias imensas, incertezas e tristezas profundas e, sobretudo, de ensinamentos que valem não só pra corrida como pra vida de um modo geral.
O ano começou só alegria, com os 5 km da Corrida do Sol, minha primeira corrida de 5 km, já que a Athenas, minha estreia, tinha sido “só” de 4 km. Com o bichinho da corrida já havia me mordido eu, empolgado pelo banho de suor e endorfina, estava querendo correr todo dia: Três treinos na Next e corrida na esteira em outros três dias da semana. Com isso, ganhei minha primeira lição:

Descanso também é treino. Como desobedeci a essa regra, comecei a sentir uma “dorzinha”, que eu achei que não era nada, mas mesmo assim fui ao ortopedista, que, ao olhar meu raio-x, sentenciou que ficar jogando milho pros pombos na praça era o meu esporte. Desespero, raiva, frustração, quando entra em cena minha esposa e me sugere gentilmente: “Por que você não procura outra opinião?” Santa sugestão. Fui e o outro me disse exatamente o oposto: Olhou a ressonância e disse que não era nada. Depois de algumas sessões de fisioterapia e gelo (e caprichando mais na musculação e alongamento), realmente nunca mais senti nada no tornozelo.
Comemorei um ano sem fumar estreando nos 10 km em abril de 2013. Comecei a cogitar seriamente algo que apenas quatro meses atrás seria considerado loucura das loucuras: Correr uma meia. Pedi ao Andrei pra adaptar minha planilha pra esse objetivo, mas comecei a exagerar nos treinos. Segunda lição: Evite desrespeitar sua planilha. Ela foi feita por um profissional capacitado. Resultado: Lesão no adutor da coxa direita, no quadril direito e sonho da meia maratona adiado. Outra vez os mesmos sentimentos de poucos meses atrás. Nova consulta a outro ortopedista, que ao contrário dos outros, foi claro ao me explicar o que eu tive, mas me mandou pendurar os tênis por um tempo. Depois de um tempo reclamando com Deus, Ele me ensinou uma terceira lição: Sempre dá pra dar um jeito. Comecei a trepar na Rosycreyde, minha amada bike, duas vezes por semana. Resultado: mantive meu condicionamento cardiorrespiratório, acelerei minha recuperação (claro que mantendo a disciplina pra fazer o que me ira pedido na fisioterapia) e quando voltei, ainda melhorei meus tempos na corrida!
Com isso, o sonho de estrear na meia poderia ser substituído por um projeto que nasceu de uma promessa feita com meu parceiro João Pedro na virada de 2012 pra 2013, que começou como uma brincadeira, mas que começava a tomar corpo: Correr a São Silvestre!
Inscrição feita, passagens compradas e uma dúvida na cabeça: E a lesão? Bom, até o momento eu não sentia nada (obrigado, Renato Moterani) e bem condicionado eu estava. Vamos lá!


E assim acabou o ano. O que era uma frustração por conta da meia virou uma alegria de poder correr uma corrida com o triplo da distância da minha corrida do início do ano e que foi uma viagem em vários sentidos. Pra você ter uma ideia, fui vestido de Batman! Claro que os meninos adoraram, mas não era só por eles. Era por mim também. O Batman sempre foi meu super-herói preferido, justamente pelo seu quê de humano e porque ele usa “apenas” a sua inteligência e força para atingir seus objetivos, sem nenhum super-poder especial.
Eu não gosto muito de ouvir que sou exemplo pra ninguém. Por isso mesmo, o que tenho a dizer a você que teve o saco de ler até aqui é simples: Tá a fim de levar uma vida de mais qualidade (sem muita neura)? Se foi possível para o “Batman” aqui, ex-fumante, que não aguentava correr dois minutos no início de 2012, por que não pode ser pra você? Não precisa ter super-poder. Basta ter super-querer...:-)


Abraço e um feliz 2014 a todos, com saúde e paz no coração!
 
Escrito por Marcelo Coelho, casado com Carla e pai de Marina e Benedito


Você tem uma experiência a compartilhar, uma dica de produto legal, sabe de algum lugar pra se divertir com a criançada? Faça como Marcelo e colabore com o Big Motherns Brasília! Basta mandar seu relato para maesdebrasilia@gmail.com que teremos o maior prazer em publicá-lo aqui.