28 de fevereiro de 2014

Comissários de proteção orientam e protegem o público infantojuvenil no Carnaval


Os comissários de proteção da Vara da Infância e da Juventude (VIJ) estarão no Sambódromo, situado no estacionamento do ginásio Nilson Nelson, e em outros locais da cidade para acompanhar a presença de crianças e adolescentes nos desfiles e bailes de Carnaval, de 1º a 4 de março.

Para garantir que as festividades sejam momentos de diversão sem riscos à saúde e à segurança do público infantojuvenil, os comissários vão fiscalizar a entrada e permanência de meninos e meninas nos bailes carnavalescos, a venda ilegal de bebidas alcoólicas e o consumo por parte dos adolescentes.

Os comissários de proteção estarão presentes em stand no local do desfile e em equipes volantes que percorrerão as demais regiões administrativas e clubes.

Orientações

O supervisor da Seção de Apuração e Proteção da VIJ, Marcos Barbosa, orienta os pais a prevenirem seus filhos contra o uso de substâncias entorpecentes e álcool, bem como contra a oferta de bebidas por estranhos, pois podem conter psicotrópicos dissolvidos no líquido.

Barbosa também alerta os pais e responsáveis a orientarem seus filhos em relação ao contato com pessoas estranhas. Segundo ele, muitas crianças são vítimas de exploração sexual ou de atos cometidos contra elas por adultos.

O supervisor aconselha os pais de crianças menores a mantê-las identificadas, por meio de carteira de identidade infantil ou outro tipo de identificação que permita a pronta visualização do nome, telefone e endereço da criança.

Norma

O acesso de crianças e adolescentes a bailes carnavalescos e sua participação nos desfiles das escolas de samba estão disciplinados na Portaria VIJ Nº 003/2011, conforme abaixo.

PORTARIA VIJ 003 DE 28 DE FEVEREIRO DE 2011

Dispõe sobre o acesso de crianças e adolescentes em bailes carnavalescos e participação nos desfiles das escolas de samba.

O JUIZ DE DIREITO TITULAR DA 1ª VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições legais e com base no artigo 1º, incisos I e VII, do Provimento Geral da Corregedoria da Justiça do Distrito Federal;

Considerando a necessidade de disciplinar a entrada e permanência de crianças e adolescentes, desacompanhados dos pais ou responsáveis, nos bailes carnavalescos;

Considerando que as festividades se desenvolvem em ambientes fechados, onde há grande concentração de público;

Considerando a necessidade de disciplinar o acesso e participação de crianças e adolescentes por ocasião dos desfiles das escolas de samba, ligas e agremiações;

RESOLVE:

Art. 1º Nos bailes de carnaval que se realizem em clubes, boates e estabelecimentos congêneres:

I – permitir o ingresso e permanência de adolescentes, assim entendidos os maiores de 12 anos e menores de 18 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais nos estabelecimentos onde se promovam bailes de carnaval que tenham início nos períodos matutino ou vespertinos, e término para até as 20 horas do mesmo dia (matinês);

II – permitir o ingresso e permanência de adolescentes maiores de 16 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis legais nos estabelecimentos onde se promovam bailes de carnaval que tenham início após as 20 horas;

III – estabelecer que todas as crianças e adolescentes, para ingressarem e permanecerem nos bailes, estejam portando documento oficial de identificação.

Art. 2º Nos desfiles das escolas de samba, ligas e agremiações organizadoras:

I – permitir a participação de crianças acima de 5 anos de idade para desfilar no solo, vedada a participação em carros alegóricos ou similares;

II – permitir a participação de adolescentes, entendidos assim os maiores de 12 anos de idade, para desfilarem em carros alegóricos ou similares;

III – estabelecer que todas as crianças e adolescentes tenham disponibilizado espaço adequado e protegido do frio e chuva enquanto aguardam a entrada para a apresentação;

IV – estabelecer que as escolas participantes, ligas ou agremiações mantenham a autorização expressa dos pais, guardiões ou tutores, bem como cópia da certidão de nascimento da criança ou do adolescente e dos genitores para fins de fiscalização deste Juízo;

Art. 3º O promotor ou responsável pelo evento deverá, no dia do baile e do desfile, portar, obrigatoriamente, os laudos técnicos ou alvarás expedidos pelos órgãos competentes do Governo do Distrito Federal.

Art. 4º Encaminhe-se cópia desta Portaria à Corregedoria do Egrégio Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, tendo em vista o que dispõe o artigo 1º, inciso VIII, do Provimento Geral da Corregedoria.

Art. 5º Revogam-se as disposições em contrário.

Registre-se e cumpra-se.

RENATO RODOVALHO SCUSSEL
Juiz de Direito da Vara da Infância e da Juventude


Fonte: Secom - Vara da Infância e Juventude

27 de fevereiro de 2014

Faber-Castell promove segunda edição da “Faxina nos Armários”


A ação faz parte da Brigada de Instrumentos de Escrita da Faber-Castell, onde estudantes podem enviar seu material escolar de qualquer marca, gratuitamente, para reciclagem.

Todo início de ano, estudantes do país inteiro voltam às aulas com materiais escolares novos. São milhares de lápis, canetas, borrachas, lapiseiras e marcadores, entre outros, que substituem aqueles que não são mais utilizados e, anualmente, são descartados no lixo. Pioneira em ações de sustentabilidade e preocupada com a destinação correta dos resíduos de instrumentos de escrita, a Faber-Castell, em parceria com a TerraCycle, promove pelo segundo ano consecutivo a ação “Faxina nos Armários”.

Participar é fácil: basta algum responsável pela escola cadastrá-la na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell no site da TerraCycle. Os alunos e professores devem juntar os materiais de escrita para serem descartados e levá-los para as suas escolas no início do ano letivo. Podem ser enviados todos instrumentos de escrita tais como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco, de qualquer marca, que não funcionem mais ou estejam quebrados. A segunda edição da “Faxina nos Armários” irá premiar os dez times que mais coletarem até o dia 30 de abril. Entre os diversos prêmios estão 55 mil pontos bônus que podem ser revertidos em doações (cada ponto equivale a R$ 0, 01) para uma escola ou fundação sem fins lucrativos.

Além de colaborar com a redução de lixo através da reciclagem, o participante do programa “Faxina nos Armários”, ou dos times de coleta da Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell junta pontos, que são convertidos em uma doação em dinheiro para as próprias escolas ou entidades sem fins lucrativos escolhidas pelos times. No ano passado, a ação promoveu a reciclagem de 36 mil instrumentos de escrita de diversas marcas. O vencedor foi o Colégio Cenecista Pedro Antônio Fayal, de Itajaí (SC), que coletou aproximadamente 6 mil unidades e foi premiado com materiais escolares.

As Brigadas
 
Qualquer pessoa pode montar um time de coleta de instrumentos de escrita para serem reciclados. Basta se cadastrar gratuitamente no site da TerraCycle, juntar os produtos e enviar sem custo pelo correio. Quem se cadastra pode formar um time de coleta com outras pessoas em casa, na empresa, na escola ou mesmo um grupo de amigos. Para cada 12g de resíduos (o que equivale ao peso de um lápis ou uma caneta), são doados R$ 0,02 para uma escola ou organização sem fins lucrativos, escolhida pelo próprio time de coleta.

Além de ser um programa gratuito de reciclagem, as brigadas são uma excelente oportunidade para arrecadar fundos para as escolas, incentivar a coleta de resíduos, e é uma ótima oportunidade de inserir a educação ambiental na sala de aula. No site www.terracycle.com.br e nas redes sociais, os professores podem encontrar o passo-a-passo de objetos feitos a partir daquilo que viraria lixo.

Sobre a Faber-Castell
 
Líder mundial na produção de EcoLápis de madeira plantada, a história da Faber-Castell se confunde com a própria criação do lápis. Fundada em 1761 na Alemanha, hoje a empresa possui escritórios em mais de 100 países. No Brasil, onde está presente desde 1930, três fábricas (São Carlos-SP, Prata-MG e Manaus-AM) e 9.600 hectares de floresta cultivada (também em Prata-MG) são as responsáveis pela produção de 1,9 bilhão de EcoLápis por ano. Com mais de 69 mil postos de venda no Brasil, exporta também para mais de 70 países. Seu portfolio inclui: EcoLápis de cor e de grafite, giz de cera, tintas escolares, canetinhas hidrográficas, apontadores, borrachas, canetas, lapiseiras, kits criativos, produtos artísticos, e instrumentos e acessórios de luxo para escrita. Seu projeto de plantio e seus EcoLápis são certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council). Em 2004, o processo produtivo da Faber-Castell também recebeu o certificado ISO 14001, conquistando a recertificação em 2010.

Em 2012, a Faber-Castell estabeleceu uma parceria com a TerraCycle e lançou um programa de coleta que permite a transformação de instrumentos de escrita em matéria prima reciclada, que substitui o material virgem que seria utilizado e evita o descarte de resíduos no meio ambiente. O consumidor pode ajudar se inscrevendo no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell, gratuitamente, por meio do site (http://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/brigada-de-instrumentos-de-escrita-faber-castell.html).

Sobre a TerraCycle
 
A TerraCycle é uma empresa especializada na coleta e reciclagem de resíduos de difícil reciclabilidade. Fundada nos Estados Unidos em 2001, hoje é a líder mundial nesse segmento. Atualmente, tem escritórios em 26 países e trabalha em parceria com 50 marcas para coletar produtos e embalagens que teriam como destino aterros sanitários ou lixões. No Brasil desde 2009, atualmente a TerraCycle presta serviços para: Faber-Castell, Mondeléz Brasil (Tang), Avon, Colgate-Palmolive, L’Oréal (Garnier), Fast Shop, Brasil Foods, Suzano e Coppertone.

Após a coleta, que é realizada pelos próprios consumidores, os resíduos são transformados em matéria- prima para outros produtos, que podem ser adquiridos nas principais redes de varejo. O lixo é coletado através do Programa de Brigadas, que paga R$ 0,02 por cada embalagem coletada. Todo o valor arrecadado é depois repassado para escolas ou instituições sem fins lucrativos de todo o Brasil. Para saber como se cadastrar em uma das nossas Brigadas, visite www.terracycle.com.br.

Mais informações:

Faber-Castell – Agência Ideal
(11) 4873 7919/ 7914
Danielle Brito - danielle.britto@agenciaideal.com.br
Andrea Farias - andrea.farias@agenciaideal.com.br

TerraCycle - Guilherme Lorenzetti
(11) 3032-3870 - guilherme.lorenzetti@terracycle.com


Fonte: Agência Ideal

26 de fevereiro de 2014

Vídeo mostra a percepção de crianças sobre a composição de sucos de caixinhas


Sabe aqueles sucos de caixinha super práticos, coloridos e que "gritam" por nós nas prateleiras de supermercados? Aqueeeeles que as crianças costumam enxergar de longe e que as fazem ficar no nosso pé pedindo, pedindo, pedindo? Se você não sabe do que estou falando considere-se uma pessoa de sorte. 

Lá em casa isso acontece. Meu filho não pode ver um "suco de canudinho" (como ele mesmo chama) que já começa o enredo do "mãe, posso levar um?". E a "cantoria" parece ser infinita, viu!? Haja paciência e jogo de cintura, minha gente! E é justamente sobre esses sucos e outras bebidas que queremos fazer um alerta (já batido pela mídia, é verdade, mas nem por isso menos contundente): você já parou pra ler esses rótulos? Já prestou atenção na composição de um desses "sucos de caixinha"?

O vídeo "Agite(-se) antes de beber", produzido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que reproduzimos hoje teve a feliz sacada de colocar como foco a percepção das crianças diante de revelações acerca da composição dessas bebidas. 

Vamos assistir? Clique aqui e fique boquiaberto, assim como eu. 

#ficaadica: vale ler a matéria completa.


Abraços das Big Motherns Brasília

24 de fevereiro de 2014

O outro Brasil que vem aí


O outro Brasil que vem aí (Gilberto Freire)

Eu ouço as vozes
eu vejo as cores
eu sinto os passos
de outro Brasil que vem aí
mais tropical
mais fraternal
mais brasileiro.
O mapa desse Brasil em vez das cores dos Estados
terá as cores das produções e dos trabalhos.
Os homens desse Brasil em vez das cores das três raças
terão as cores das profissões e das regiões.
As mulheres do Brasil em vez de cores boreais
terão as cores variamente tropicais.
Todo brasileiro poderá dizer: é assim que eu quero o Brasil,
todo brasileiro e não apenas o bacharel ou o doutor
o preto, o pardo, o roxo e não apenas o branco e o semibranco.

Não há como negar. O trabalho doméstico, nos moldes brasileiros, é resquício de um momento escravocrata. Dos quartos minúsculos, aos diminutos direitos reservados ao grupo de trabalhadores para os quais damos a alcunha de “domésticos”; do hábito de comerem as sobras das refeições dos patrões, aos momentos em que cuidam dos meninos para os adultos terem paz...em tudo está a raiz escravocrata.

A questão não é concordar ou discordar, mas constatar.




Segundo dados colhidos recentemente pelo Dieese, o “emprego doméstico é essencialmente feminino no Brasil e abriga uma das maiores categorias de trabalhadores. Em 2011, estimava-se que 6,6 milhões de pessoas estavam ocupadas nos serviços domésticos no país. Deste total, o contingente de mulheres correspondia a 6,1 milhões (92,6%).” Além disso, “O trabalho doméstico no Brasil é, na maioria das vezes, exercido pela mulher negra. Entre 2004 e 2011, a proporção de mulheres negras ocupadas nos serviços domésticos no país cresceu de 56,9% para 61,0%, ao passo que entre as mulheres não negras observou-se uma redução de 4,1% pontos percentuais, com a participação correspondendo a 39,0%, em 2011.”
O mesmo estudo aponta que “Até a aprovação da PEC, uma parcela expressiva de mulheres que trabalhavam como domésticas enfrentavam a diferenciação da legislação trabalhista que rege a atividade, além de vivenciarem a desigualdade no acesso aos direitos básicos a que muitas trabalhadoras estão sujeitas. Muitas razões explicam esse processo. Uma delas está ligada à origem da atividade, que é associada ao trabalho escravo – uma vez que até a abolição da escravidão, os afazeres da casa ficavam sob responsabilidade de mulheres negras escravizadas - e passam pela desvalorização do trabalho reprodutivo (cuidado do lar e da família) realizado pelas mulheres.”


De fato, não há dúvidas de que as mudanças legislativas são justas e mais do que necessárias.

Por outro lado, a alteração das normas que regem as relações entre patrões e empregados domésticos levará, também, a um repensar sobre o papel da categoria e uma maior exigência de qualificação e comprometimento. O hábito de abandonar empregos sem cumprir aviso prévio, por exemplo; as faltas injustificadas; o papo eterno ao telefone...posturas comuns e que precisarão ser repensadas.

É uma “faca de dois gumes”, por assim dizer. Se por um lado, a legislação avança para proteger e respeitar o relevante serviço dessas mulheres (assim falo por serem, como já demonstrado, mulheres – e ouso dizer, mães, mães como nós), por outro será buscado pelo mercado um novo equilíbrio.

Algumas famílias se reorganizarão para não mais utilizarem, ou pelo menos diminuírem, os serviços de empregadas domésticas. Outras, continuarão contratando, mas exigirão maior qualidade nos serviços prestados.

Acredito que teremos um momento de desemprego nas capitais (porque, infelizmente, no interior, ainda penso que demorará para a norma surtir efeito verdadeiro); um realinhamento com mais pessoas atuando como diaristas ou “congeleiras”. Acho também que a indústria verá a oportunidade e lançará produtos para facilitar o dia a dia das donas de casa.

Enfim, tudo muito novo. Tudo recente. Bem, tudo não, pois como já disse Gilberto Freire em seu clássico Casa Grande e Senzala:

“ (...)
O Brasil não se limitou a recolher da África a lama de gente preta que lhe fecundou os canaviais e os cafezais; que lhe amaciou a terra seca; que lhe completou a riqueza das manchas de massapê. Vieramlhe da África "donas de casa" para seus colonos sem mulher branca; técnicos para as minas; artífices em ferro; negros entendidos na criação de gado e na indústria pastoril; comerciantes de panos e sabão; mestres, sacerdotes e tiradores de reza maometanos.
(...)
O negro no Brasil, nas suas relações com a cultura e com o tipo de sociedade que aqui se vem desenvolvendo, deve ser considerado principalmente sob o critério da história social e econômica. Da antropologia cultural.
(...)
À figura boa da ama negra que, nos tempos patriarcais, criava o menino lhe dando de mamar, que lhe embalava a rede ou o berço, que lhe ensinava as primeiras palavras de português errado, o primeiro "padre-nosso", a primeira "ave-maria" a", o primeiro "vote!" ou "oxente", que lhe dava na boca o primeiro pirão com carne e molho de ferrugem", ela própria amolegando a comida - outros vultos de negros se sucediam na vida do brasileiro de outrora. O vulto do moleque companheiro de brinquedo. O do negro velho, contador de histórias. O da mucama. O da cozinheira. Toda uma série de contatos diversos importando em novas relações com o meio, com a vida, com o mundo. Importando em experiências que se realizavam através do escravo ou à sua sombra de guia, de cúmplice, de curandeiro ou de corruptor.(...)” 



Abraços, Lucyanna

Para saber mais: Você sabia que em São Paulo já há um acordo coletivo em que se estipulou, inclusive, piso salarial para domésticas? Clique aqui e saiba mais.

21 de fevereiro de 2014

Seleção de novos talentos - Saltos Ornamentais


Você tem uma ferinha em casa que ama pular na piscina? Quem sabe ele(a) pode ser um talento olímpico?

A UnB montou um centro de excelência em Saltos Ornamentais e amanhã, dia 22/02, fará uma seleção com crianças a partir de 07 anos.

Quem quiser participar deve comparecer ao Centro Olímpico da UnB, às 09h00 e levar (claro!) roupa de banho para a criança realizar o teste.

Mais informações no email excelencia@saltosbrasil.com

Esporte e infância, que delícia de iniciativa!

BMB

18 de fevereiro de 2014

ProGlema, saGor e franGoesa

No começo era só “proglema”. Eu corrigia, explicava e exercitava com ele a fala correta, mas, se o sucesso vinha, era temporário e logo ele voltava a trocar os fonemas.

E assim fui deixando, mas sempre apontando a pronúncia certa e pedindo para repetir.
Daí em diante sabor virou sagor, framboesa virou frangoesa, ... E meu filho Gabriel de 4 anos e 5 meses continuou e continua trocando o B pelo G, cada vez mais.
Não desisti e sempre reforço a maneira certa de falar, mas muitas vezes ele fica  irritado por tentar e não conseguir.

Como na graduação estudei um pouco sobre as formas de dislalia (transtorno da linguagem caracterizada pela dificuldade em articular palavras), mesmo o pai achando que “ainda” não devemos nos preocupar, resolvi pesquisar um pouco sobre o assunto.
Penso que essa questão da linguagem é mais uma de tantas outras que precisam ser analisadas individualmente, pois cada criança tem seu ritmo, círculo social e familiar, e estímulos próprios.
Então, às mamães que estiverem com filhos na fase dessas “trocas”, e sem acompanhamento de especialista, recomendo a leitura das reportagens (link abaixo), e de outros estudos e artigos que existem sobre o tema. Dá para esclarecer alguns mitos sobre o assunto.

Trechos das reportagens da Revista Crescer online, em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e o Instituto Brasileiro de Fluência (IBF):

TROCAR FONEMAS: ATÉ QUANDO É NORMAL?

Falar “elado”, como o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, faz parte do processo de aquisição da linguagem e é normal até os 5 anos, quando os desvios e trocas devem desaparecer completamente. Saiba quando cada som já deve estar sendo pronunciado da forma correta:

Até os 4 anos:
/s/ como em sapo, céu, escola;

/z/ como em zebra, casa;

/ch/ como em xícara, chuva;

/j/ como em janela, gelo;

/tch/ como em tia

/dj/ como em dia

/r/ como em arara;

/R/ como em rato, carro;

/-R-/ como em porta, amor (dependendo da região).

Até os 4 anos e 6 meses
Encontros consonantais (planta, prato)

MEU FILHO PRECISA DE FONO?

Toda criança precisa ir ao fonoaudiólogo?
Não. A consulta deve ser marcada se o seu filho apresentar alguma alteração ou atraso na fala que não seja esperado para a faixa etária dele. E não existem dados nacionais, mas estima-se que 5% das crianças vão ter algum tipo de dificuldade. O alerta de que haja um problema, em geral, vem do pediatra ou da escola. “Mas sempre que os pais suspeitarem de alterações devem procurar orientação do médico que acompanha a criança. E, em todas as consultas, o progresso da linguagem é avaliado”, afirma Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra clínico e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria. Uma pesquisa norte-americana, feita com 88 crianças durante 20 anos, comparou esse processo de aquisição da linguagem a um passeio de montanha-russa: até chegar a fluência, elas vão adotando e abandonando padrões de fala, como trocar fonemas (o nome que se dá ao som das letras) e omitir sons. O que isso significa? Que seu filho pode apresentar alguns problemas enquanto está aprendendo a se comunicar, mas que a maioria vai desaparecer naturalmente até os 5 anos. 

Como é o tratamento para os problemas de fala?
Primeiro você vai precisar encontrar um fonoaudiólogo (e, pasme, existe um tipo de especialista para cada dificuldade da fala). A terapia, em geral, acontece duas vezes por semana. Nas primeiras sessões, os pais entram junto com a criança para ela ter mais segurança. De qualquer maneira, é importante a sua participação, porque os exercícios feitos com o especialista e as orientações devem ser repetidas em casa. Dependendo do caso, é possível que a criança só vá ao especialista para que ele acompanhe o progresso, e todo o restante do tratamento seja realizado com a sua ajuda.




Abraços,
 Andréa, mãe do Gabriel

14 de fevereiro de 2014

Apaixonada pelo aluguel de brinquedos

Por que eu AMEI a ideia de aluguel de brinquedos?

  • Curumin Feliz tem maravilhos brinquedos que eu não sabia nem que existiam;
  • não gasto meu dinheiro comprando brinquedos que só servem para 15 dias (ou menos);
  • preservo o nosso planeta de produção excessiva;
  • ensino valores de reciclar e preservar a natureza para minha filha;
  • ensino consumo consciente na prática para minha filha.
Confesso que nunca tinha ouvido falar de aluguel de brinquedos até surgir Curumin Feliz aqui em Brasília. No início fiquei meio duvidosa para saber como isso funcionaria, mas descobri que é bem simples: você escolhe os brinquedos no site www.curuminfeliz.com.br e uma moça supersimpática traz os brinquedos para sua casa. Simples assim!

Final do ano estava com casa cheia de crianças e para entreter o bando fiz a festa no site! Melhor coisa! As crianças tinham idades de 4 (a minha) até 13 anos e eu não teria como arrumar coisas que agradecessem todos sem o esquema de aluguel. 

Até nós, adultos nos divertimos com o jogo de argolas! Fiquei até pensando que a Curumim poderia alugar jogos de tábua, tipo Banco Imobiliário, para um público adulto também! Fica a dica ;)!

Aqui o top5 da nossa primeira experiência (sim, primeira, pois já virei cliente e aluguei mais. Curumin poderia até ter um contrato mensal para quem quer um novo brinquedo todo mês. Fica a dica ro 2! ;).

Número 1: agradou adultos e crianças

Número 2: agradou as crianças, a mamãe mas nem tanto os vizinhos. São apitos de aves silvestres e vem com um CD. Foi muito legal! Só que as quatro "passarinhos" apitaram bastante para alegria dos vizinhos. Você conhece o canto do tucano?
Número 3: essa Mesa ilha tropical, desculpe o fabricante, é o tipo de brinquedo que não vale a pena comprar meeeesmo. A criançada ADOROU, sem dúvida, mas depois de um mês aqui em casa, já não fez tanto sucesso. Excelente brinquedo para alugar!
Número 4: esse brinquedo para a idade da minha filha já não fez tanto sucesso. Acredito que agrade os menores.
Número 5: esperava mais sucesso com esse. Até que eles gostaram mas não foi nem jogar a bolinhas, foi mais para abraçar e brincar com o boneco mesmo.

Raisa, mamãe fã de aluguel que volta em breve para contar mais!




12 de fevereiro de 2014

Ideias para curtir o carnaval com as crianças


O ano mal começou e o carnaval já “bate à porta”. Se você, assim como nós, não liga para a data em si, mas se preocupa em buscar atividades legais para curtir o feriadão com os filhos possivelmente vai gostar da dica que estamos trazendo hoje: tinta caseira.

A receita é da internet, não tem nada tóxico, o preparo é bem simples e a diversão é garantida. Quer melhor do que isso? Veja só:

Material

- 1 litro de água
- 1 xícara de chá de farinha de trigo ou amido de milho
- 3 colheres de sopa de vinagre
- anilina comestível de várias cores

Modo de Preparo

– Misture bem a farinha de trigo (ou amido de milho) e a água e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até conseguir um mingau uniforme, mas não muito grosso.
– Deixe esfriar e junte o vinagre.
– Divida a massa em partes (você pode usar aqueles frascos usados para acondicionar maionese, catchup, etc.) e acrescente a anilina (uma cor para cada parte reservada).
– Agite bem e mãos à obra!



Pronto. Agora é só preparar “as telas” (que podem ser telas mesmo ou cartolinas, por exemplo) e a máquina fotográfica ou filmadora para registrar a curtição!




Abraços das Big Motherns Brasília

10 de fevereiro de 2014

Receita: CALDO DE ABÓBORA

Fui a Salvador, em visita especial a uma família querida. Num desses dias, Berenice, amiga amada e que faz as comidas mais gostosas de Salvador, preparou um caldo bem gostoso. Ela não faz comida por fazer, pra Tia Beré a comida tem que ter uma cara, tem que ter muito amor e carinho no preparo. E detalhe: ela é daquelas que come com muito gosto, mesmo faltando ingrediente, mesmo cozinhando pra muita gente, pra pouca gente, não faz diferença.

Esta receita parece básica ("como assim, você não sabe fazer um caldo de abóbora, Maiara???"), mas a sua amiga aqui não sabia fazer mesmo. E se você é como eu vai curtir as fotos com o passo a passo, no melhor estilo "entendeu ou quer que eu desenhe?".


Caldinho de abóbora, quem não quer, hein?!
Pois então, PRE-PA-RA, se liga na receita:

INGREDIENTES:
02kg de abóbora
02 litros de água
1/2 pimentão
01 cebola pequena
01 tomate
Coentro
Cebolinha
200gr de carne seca picadinha
02 cubos de caldo de carne

COMO FAZER:
Depois de lavar, corte a abóbora em pedaços, equivalentes a dois quilos.


Descasque os pedaços, tire as sementes e corte em cubos grandes para colocar direto na panela.





Encha a panela de água (por volta de dois litros) e leve ao fogo durante mais ou menos 25 minutos.



Corte metade de um pimentão, uma cebola inteira, um tomate, coentro e cebolinha em pedaços pequenos, tudo bem picadinho.






Dessalgue os 200gr da carne seca picadinha e depois refogue. Jogue o tempero cortado na panela da carne seca. Coloque os dois cubos cortados de caldo de carne e misture. Acrescente duas colheres de sopa de azeite de oliva, mexendo sempre.


Coloque a abóbora cozida no liquidificador ou no processador (até amassar no garfo tá valendo, que ela disse, hahahaha...).

Depois de bater, jogue a abóbora batida na panela do refogado da carne seca e deixe no fogo por cinco minutos, só para misturar.
Tia Beré disse que essa quantidade serve bem uma família grande + amigos que visitam. Ela ainda preparou a tigelinha com uma porção do caldo só pra ficar legal na sequência de fotos (uma fofa!) e disse que quer que você faça para ver se gostou da receita.
Na verdade, esta receita nem é de caldo. É de amor em forma de comida. O melhor ingrediente que pode ir como alimento, né?
 
Huuuuuuuuuuuuuuuum!!!!
Bom apetite.


Maiara, mãe de Nicole.

7 de fevereiro de 2014

É preciso aprender a dar tempo ao tempo


Há alguns dias venho querendo dar um tempo nas atividades rotineiras para escrever este post porque acredito que seu tema seja de grande importância para as relações saudáveis entre pais e filhos (e entre homem e mulher, mulher e mulher, homem e homem, enfim, entre os seres humanos).

Em meio ao turbilhão de afazeres de uma mulher moderna, mãe de dois, esposa, mulher, profissional, etc., etc., etc., a gente deixa a mente “voar” para diversos universos paralelos, sempre na tentativa de estabelecer conexões práticas e organizadas para termos “tudo” sob controle, concordam?! Por aqui não é diferente. Seja da roupa que precisa ser/estar constantemente lavada e passada à escolha do lanche mais saudável possível para a escola, a mente não para. Enquanto a roupa está na máquina sendo lavada, a gente corre e lava louça pensando no que preparar para o almoço; enquanto o almoço está no fogo, a gente corre pra dar uma organizada na sala; e por aí vai.

Percebi que com a chegada do segundo filho “a coisa” ficou pior. Automaticamente passei a me cobrar mais para que as coisas se mantivessem em ordem e fatalmente isso me gerou culpa, já que não sou a “mulher maravilha”. O que antes era organizado facilmente à noite, agora já não é feito com tanta facilidade, já que a amamentação é uma prioridade para nós. As tarefas cotidianas foram se adaptando às necessidades das crianças – Rafael (4 anos) e Beatriz (quase 6 meses) – e, a cada dia que passa, sinto que mais tarefas vão ficando para depois (e a “bola de neve” vai só crescendo).

Mas, como viver bem e de forma saudável com tantas mudanças? Fácil: reorganize suas prioridades.


Uma lista de tarefas ou um mural semanal podem ser ferramentas muito úteis para esse equilíbrio doméstico e psicológico. Investir algum tempo listando as rotinas diárias que precisam ser cumpridas (lanche para escola, roupas para mandar para a creche, aquela conta que precisa ser paga naquele dia, aquela ida ao mercado para reabastecer a despensa, etc.) pode ser um ótimo início desse processo de organização "menos sofrida".

Aqui o processo de conscientização de que a vida nunca mais será como antes foi doloroso, mas muito libertador. Cheguei à conclusão de que nunca mais darei conta de “tudo” como antes e, para uma pessoa ansiosa ao extremo como eu, essa constatação não é nada agradável, porém necessária. Não que eu fosse um exemplo de organização e limpeza, mas minha casa e minha rotina eram, sem a menor sombra de dúvidas, muito mais estruturadas há alguns anos do que atualmente.

Dei lugar ao novo: se a casa está desorganizada e o Rafael me pede para assistir “Meu Malvado Pavorito” (risos) em plena noite de segunda-feira vamos fazer pipoca! Se no meio do filme a pequena Beatriz choraminga para mamar a gente põe os colchões na sala e deita na caminha para amamentar!

E assim a gente vai vivendo, minha gente. É clichê, mas é a mais pura verdade: “os filhos crescem tão depressa que é melhor aproveitar cada instante deles e com eles”.

E a casa? A gente vai zelando aos poucos... 

Abraços suaves,

Carol Braz, mãe do Rafael e da Beatriz

5 de fevereiro de 2014

Para os CABELOS: hidratação com Bepantol



Cachos bem tratados. É este um dos sonhos de toda mãe de menina do “cabelinho de mola”.

Mas sonho  que não requer esforço só mesmo aquele que vende na padaria, né?

Então vamos à receita da última hidratação que fiz (e aprovei!) nos cabelos de minha pequena.

01 tampa de Bepantol Derma (o famoso Bepantol líquido)

03 colheres da máscara que você costuma usar.

02 colheres de açúcar mascavo



Misture tudo (muito bem misturado!) numa vasilha e depois de lavar os cabelos com shampoo e condicionador, espalhe a hidratação em toda a extensão do cabelo. Tenha o cuidado de distribuir a mistura nos cachos pegando mecha por mecha para que a hidratação fixe bem - igualzinho eles fazem no salão, sabe?
Deixe por 25 minutos na touca térmica.

Tire a massagem.

Penteie o cabelo de sua gatinha com o leav in de sua preferência.

Espere secar naturalmente e confira como o cabelo da princesa fica macio.

Um beijo de Maiara, a mãe da menina mais cacheada do pedaço.

3 de fevereiro de 2014

A loucura da maternidade e da paternidade


Passadinha rápida aqui no blog para lhe convidar a assistir o vídeo abaixo:




Agora me diga, é ou não é exatamente isso? Esta semana me emocionei profundamente, junto com meu esposo, ao assistir a propaganda. Não bebemos refrigerantes por aqui, mas que a mensagem da peça publicitária merece aplausos, merece.

Em um mundo onde tudo é contabilizado em valores monetários e há quem calcule o preço de um filho ou mesmo discuta se não seria melhor comprar um apartamento, a Coca-Cola teve a sensibilidade de lembrar o óbvio: filhos não tem preço, nada se compara a experiência do amor aos filhos!

Boa semana para todos vocês e parabéns aos publicitários responsáveis pleo vídeo, sensibilidade e respeito ao maior dos sentimentos: o amor de pai e mãe.

Abraços, Lucyanna (mãe apaixonada do JP e do GB)