31 de março de 2014

E aí de repente você se dá conta de que não participa da vida do seu filho como gostaria


Um dia desses eu estava olhando meu perfil no Facebook quando fui marcada em uma fotografia. Não era uma fotografia qualquer. Era uma fotografia do meu filho e de um amiguinho da escola, ambos vestidos e pintados como palhaços. O sorriso deles me contagiou imediatamente e alegrou meu coração, mas, em seguida me vi pensando que não posso aproveitar todas as experiências e alegrias do meu filho – pelo menos não como eu gostaria. Disso nasceu esse post que vos escrevo.

Já falei aqui no blog que levo uma vida corrida, de mãe, esposa, blogueira, profissional e mulher, assim como (imagino) boa parte da classe feminina desse lindo e enorme País. Já falei também que parar de trabalhar fora pra ficar em casa não é uma opção pra mim, porque nunca senti tal desejo em meu coração. Mas, e aí? E aí que eu senti na pele essa confusão de sentimentos e resolvi “desabafar”.

E como lidar com esse baque sem deixar a peteca cair? Bom, a vida foi feita pra ser vivida dia após dia, então, nada melhor do que “seguir o fluxo”. Como dizem, “nada de mimimi”.

Ao olhar para a foto do Rafael sorrindo, vestido e pintado como um lindo palhacinho, me dei conta de que quem estava lá curtindo esse “momento farra” com ele não sou eu e sim a moça que cuida dele pra nós – um parêntese: meu MUITO OBRIGADA a “tia Rosi”, que cuida dele com muito amor e carinho.

Confesso, foi um baque. Fiquei pensando em quantos assuntos “quentinhos” são conversados durante o almoço, ali, rodeado de pessoas que ele ama. Pensei nas brincadeiras que acontecem no período contrário à aula e me lembrei das coisas que ele me conta feliz e contente sobre sua rotina diária – principalmente quando é dia de aula de Natação. Consegui visualizar o sorriso mais lindo e cativante do mundo – o do meu Rafael – e isso me trouxe acalento.

Percebi que a conversa que tenho com ele no caminho entre a casa da “tia Rosi” e a nossa casa é uma forma de amor. Perguntar a ele como foi o seu dia, o que ele aprendeu na aula ou como foi a natação reacende nele as emoções vividas e me faz viver um pouquinho dessa rotina tão especial. Prestar atenção nas frases tão bem formuladas (e muitas vezes espertas demais pra um garotinho de apenas quatro anos de idade, abafa) me deixa aliviada e com a certeza de que, apesar de não dispor de 24 horas por dia para ele, estou fazendo um bom trabalho, graças a Deus e graças a todos que nos cercam, em especial ao papai Marcelo.

Enfim, desabafei e senti de verdade quanto amor esse lindo sorriso me transmite numa única fotografia. E por ele, Rafael, - e pela linda Beatriz - vou continuar fazendo o meu melhor possível. 

Meus pezinhos mais lindos do mundo: Rafael e Beatriz
Carol Braz

27 de março de 2014

Treinamento de Babás

Não perca a oportunidade de capacitar quem cuida do seu bem mais precioso.




Resultado do sorteio - Pitanguinha Etiquetas


E finalmente o grande momento de conhecer quem foi a sortuda que ganhou o sorteio do kit de etiquetas da Pitanguinha! (ou o sortudo, afinal tivemos papais participando do nosso sorteio!) 

PRE-PA-RA! 


E a ganhadora foi................................. Carolina Scherer Bicca! Parabéns!!!

Você deverá enviar um e-mail para contato.pitanguinha@gmail.com informando nome e telefones de contato. Os dados para as etiquetas deverão ser acertados com a Isabela Sanches, proprietária da empresa Pitanguinha Etiquetas.


Se você não ganhou não fique triste. Estamos trabalhando para trazer outros sorteios bacanérrimos para comemorar mais um ano de Big Motherns Brasília. Fique de olho!

Abraços das Big Motherns Brasília

26 de março de 2014

Fazendo um pouquinho pela sustentabilidade



O foco desse blog é a maternidade, mas hoje vou sair um pouco desse tema e falar sobre sustentabilidade.

Eu cresci vendo todos os anos notícias sobre alagamentos pelo Brasil e sempre me sentia aliviada, pois onde eu morava não tinha esse problema. Bem, já não posso pensar assim. Primeiro porque é uma atitude egoísta, mas principalmente porque hoje vejo isso acontecer na minha cidade.

Hoje quando chove e estou na rua já começo a pensar por onde não passar ou aonde não deixar meu o carro ou se vou conseguir chegar em casa. E, quando estou em casa, não tenho coragem de sair quando está chovendo, pois corro um sério risco de ficar parada à deriva no meio de um alagamento, afinal meu carro não é anfíbio.

Infelizmente percebo que a população em geral fica esperando atitudes governamentais, reclamam, reclamam, mas nunca param pra pensar no que elas podem fazer pra melhorar ou pelo menos diminuir esse problema.

Pode ser que o sistema de drenagem da sua cidade esteja ruim, entupido ou que seja insuficiente para a quantidade de água que tem que suportar, mas será que nós não podemos fazer alguma coisa pra diminuir esse problema?

Olhe ao seu redor e veja quantos espaços sem impermeabilização tem nas proximidades. Cadê as lindas áreas verdes? E na sua casa, como é? Tem algum cantinho que não seja impermeabilizado?

E porque eu resolvi questionar isso? Bem, tenho várias razões, mas a questão veio mais forte quando me vi prestes a mudar para um bairro sustentável que vem expresso no contrato de compra que não podemos impermeabilizar todo o lote. Conversando com outros moradores percebi que muitos achavam essa regra “ridícula” que diziam sem cerimônia que iriam colocar cerâmica em tudo e que ninguém tinha nada com isso. Acho quem não fazem ideia do objetivo dessa regra!

Quero que você imagine cada casa com o terreno impermeabilizado durante uma forte chuva jogando toda a água pra rua. A água de cada casa se junta a da próxima virando uma enxurrada. Os bueiros não suportam e ocorrem os alagamentos. E eu e você com isso? Será que se todos nós deixássemos uma parte de nossos quintais com uma linda grama esse solo não poderia absorver parte dessa água, diminuindo assim a quantidade que vai pra rua?! Ah, mas eu detesto grama, tem que cuidar, deixa a casa mais suja, enfim, são vários os argumentos contra.

Outra solução é fazer uma caixa de infiltração de águas pluviais. Toda a água que cai sobre o telhado vai para a calha e é direcionado para essa caixa que permite a infiltração da água solo.

Não estou aqui pra dar sermão em ninguém, mas acho que já passou da hora de pensarmos no coletivo. Não dá pra esperar que o outra faça, eu tenho que ter atitude e fazer a minha parte e não simplesmente ficar procurando culpados.

Eu sozinha não consigo mudar o mundo, mas isso não significa que devo ficar parada vendo o tempo passar.

No início falei que não era um assunto sobre maternidade, mas estava enganada. Cuidar do meio que vivemos é sim assunto de mãe, pois queremos um mundo melhor para os nossos filhos e essa mudança tem que vir da gente.

Por tudo isso lanço a ideia: plante um lindo jardim em seu quintal e construa uma caixa de infiltração. Além de contribuir com a diminuição dos alagamentos, vai ajudar no reabastecimento dos mananciais de onde vem a água tão preciosa para a nossa sobrevivência.

Pense nisso! E lembre-se que todo ano no dia 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água!


Lidiane, mãe do Cáulon, da Maeve e da Kirsi, professora de química, educadora ambiental e futura pedagoga.

24 de março de 2014

Que tal um aplicativo para gerenciar a caderneta de vacinação do seu filho?

No site http://www.aplicativos.gov.br/ o cidadão tem à disposição uma série de aplicativos úteis, como: o "Mãos no Volante", do Ministério das Cidades, o "Viajantes no Exterior", da Receita Federal do Brasil, e o "Infraero Voos Online", da Infraero. A intenção é agrupar no mesmo espaço virtual aplicativos gratuitos e que facilitem o cotidiano dos brasileiros.

Um dos aplicativos já disponíveis para download e de grande relevância nos universos materno e paterno é o "Vacinação em Dia", que promete gerenciar cadernetas de vacinação cadastradas pelo usuário do dispositivo móvel. O aplicativo também oferece informações sobre as vacinas disponibilizadas pelo SUS e função com lembretes sobre as campanhas sazonais de vacinação.

Gostou? Então acesse http://www.aplicativos.gov.br/ e conheça!  


Carol Braz, mãe do Rafael e da Beatriz

21 de março de 2014

DIA 3x21

Hoje é o Dia Internacional da Síndrome de Down e o vídeo abaixo mexeu com as BMB's e temos certeza que mexerá com todos os que se dispuserem a vê-lo.

Escutamos na escola que a mutação do cromossomo 21 faz surgir uma síndrome. Onde deveria haver 2, há 3.

Aprendi com minha mãe, uma professora apaixonada que dedicou uma carreira inteira a educar crianças, jovens e adultos com a síndrome, que essas crianças têm um potencial que vai além do que a sociedade imagina. Eles são capazes de sentir sorrisos, ouvir lágrimas...têm personalidade própria e forte; sabem que são diferentes, mas sabem (melhor que nós) que todos são diferentes.

Que hoje seja um dia de celebrar essa diferença! Porque o arco-íris, definitivamente, não é só feito de amarelo.

Abraços, Lucyanna


20 de março de 2014

Vem! Tem sorteio de etiquetas personalizadas no blog!


Todo ano é a mesma luta. Início do ano letivo, uniformes e materiais escolares para identificar e a gente naquela correria sem saber ao certo como fazer isso. Para nossa alegria inventaram etiquetas personalizadas que cumprem com excelência esse papel.

Recentemente conheci as etiquetas da Pitanguinha Etiquetas e virei fã. As etiquetas são para agendas, livros, copos, mamadeiras e uma infinidade de outros materiais de uso escolar, além de etiquetas específicas para tecido que, aplicadas nos uniformes escolares, acabam com aquela prática “da vovó” de escrever com caneta em cada peça de roupa. Genial!

As etiquetas são duráveis e de fácil aplicação. Eu testei, gostei e recomendo. Aliás, eu gostei tanto que, em nome do Big Motherns Brasília e da Pitanguinha Etiquetas, lançamos agora o sorteio de um kit de etiquetas contendo: 15 etiquetas para roupas, dez quadradas plásticas, dez quadradas finas e cinco plásticas grandes. Para concorrer é fácil: basta comentar esse post no blog dizendo “eu quero”. Demais, não é!?

 

Serão aceitos comentários até às 10h da terça-feira (25/3/2014). O resultado do sorteio será disponibilizado na quinta-feira (27 de março) aqui no blog e no perfil do BMB no Facebook (https://www.facebook.com/bigmothernsbrasilia).


Participe!
Carol Braz (mãe do Rafael e da Beatriz)

19 de março de 2014

Pergunte ao Dr. Petrus: tipo de parto

Se um filho não é igual a outro, uma gravidez também não será. Pode ser a primeira, segunda ou até a quarta gestação e mesmo assim surgirem dúvidas, inseguranças, conflitos sobre cuidados, comportamentos e, porque não, questionamentos sobre o tipo de parto. Veja a pergunta de mais uma leitora:

Boa tarde Dr. Petrus.

Me chamo Marcia Alves, estou grávida do meu segundo filho (30 semanas). O meu primeiro parto foi uma cesárea há exatos dois anos.

Entrei no site www.doulas.com.br e numa troca de e-mail a doula Clarissa me indicou seu nome. Desde o primeiro filho, tenho muito desejo de ter parto normal. O meu primeiro parto foi no Hospital Brasília, foi um parto cesariano, minha bolsa estourou com 38 semanas, mas meu filho estava sentado por isso decidiram pela cesariana.

A minha gestação está correndo super bem, estou fazendo pré-natal direitinho, dieta, hidro, porém, minha médica já me falou que não fará meu parto normal por que a primeira foi cesárea. Mais li inúmeros relatos sobre a possibilidade de um parto normal depois de uma cesárea. Esse é o meu desejo, do meu esposo e da minha família.

Preciso saber realmente dessa possibilidade, estou bem ansiosa por causa disso.

Abraço, Marcia Alves Siqueira.



Olá, Marcia Alves!

É possível ter um parto normal após cesariana nas condições que você mencionou, uma cesariana indicada por apresentação pélvica ("feto sentado") há 2 anos, pois o risco de rotura uterina é muitíssimo baixo.

Numa avaliação de risco-benefício, na minha visão, o parto normal ainda traz muito mais benefícios do que risco.

Entretanto, existindo novamente a apresentação pélvica na vigência de um trabalho de parto, uma nova cesariana estará bem indicada. Essa apresentação ocorre em aproximadamente 3% de todas as gestações.

Atenciosamente e à disposição,

Dr. Petrus Sanchez
CRM-DF 13584
TEGO 0212-2008

PACIENTES E FAMILIARES: As orientações médicas acima possuem caráter meramente informativo, não substituindo a consulta médica presencial necessária.

17 de março de 2014

Põe no Rótulo

O assunto de hoje no blog é de utilidade pública e merece a atenção de todos. Informação clara e confiável é o mínimo que merecemos. 




Para tornar obrigatória a inclusão de informações claras sobre a presença de alimentos alérgenos (substâncias que podem provocar uma reação alérgica) ou de seus traços nos rótulos dos produtos, um grupo de mães se uniu e criou a campanha "Põe no Rótulo" no Facebook.

A ideia da campanha surgiu a partir da troca de informações online de mais de 700 famílias cujos filhos têm alergia alimentar. O grupo resolveu criar o movimento com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os riscos que a falta de informações nos rótulos podem trazer para as pessoas que têm alergia. Dependendo do grau de sensibilidade, o alérgico pode ter choque anafilático, fechamento da glote, além de outras reações graves que podem levar à morte. Em dez dias de campanha, o #poenorotulo já tem mais de 11,3 mil curtidas.

Motivada pelas dificuldades encontradas no dia a dia para comprar produtos seguros para seu filho Rafael, de 2 anos, a advogada paulista Maria Cecília Cury Chaddad fez um doutorado em Direito Constitucional abordando a rotulagem de alérgenos nos alimentos. Rafael tem alergia a leite e a soja e nunca consumiu amendoim, oleaginosas e crustáceos, por serem altamente alérgenos.

“Comecei a tirar vários alimentos da dieta da família e fiquei impressionada por não achar uma norma sobre o tema”, disse. Ela dá o exemplo de um creme de chantilly que não contém no rótulo o ingrediente leite, e sim, caseinato de sódio, uma proteína do leite. “Quantas pessoas sabem disso e conhecem esses nomes difíceis? A pessoa acha que não tem leite”, comentou.

Um estudo conduzido em 2009 pela Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo mostrou que 39,5% das reações alérgicas a leite de vaca estavam relacionadas a erros na leitura de rótulos.

Maria Cecília conta que recai sobre as famílias a responsabilidade da leitura atenta de cada rótulo com uma grande lista de ingredientes, muitas vezes, com letra pequena e termos desconhecidos, para descobrir se aquele alimento pode fazer mal.

As mães defendem que a informação sobre a presença dos principais alimentos alérgenos ou traços desses alimentos – leite, soja, ovo, trigo, amendoim, oleaginosas, frutos secos e peixes – esteja clara e em destaque nos rótulos, a exemplo do que já ocorre com o glúten, substância que não pode ser ingerida por quem tem a doença celíaca. A Lei 10.674/2003 tornou obrigatória as inscrições “contém glúten” ou “não contém glúten” nas embalagens dos alimentos industrializados.

A jornalista carioca Mariana Claudino, mãe de Mateus, de 4 anos, que tem alergia severa a três proteínas de leite, entre elas, a caseína, conta que os serviços de atendimento ao consumidor (SAC) da indústria alimentícia e as escolas estão, em geral, despreparados para lidar com a alergia alimentar.

“Os SACs não sabem a importância da informação clara sobre o maquinário que produz vários alimentos e pode acontecer a contaminação cruzada dos produtos. E como não é lei, isso não vem explícito. As pessoas acham que alergia alimentar é frescura, é uma coceirinha, mas pode ser fatal para quem tem alergia severa”, disse Mariana.

A jornalista conta que a última crise de seu filho ocorreu quando ele brincava com giz branco na escola. “A gente descobriu que a marca de giz tinha caseína. Não é somente no que a gente ingere, a proteína do leite existe em vários produtos que nem poderíamos ter ideia, como colchões, cremes para o corpo, filtros solares.”

Por causa da alergia severa de Mateus, Mariana toma cuidados redobrados como almoçar fora apenas em lugares onde sabe que a cozinha é confiável. Outra medida é deixar uma ampola de adrenalina injetável na escola e outra em casa para o caso de haver um choque anafilático.

A campanha "Põe no Rótulo" propõe a criação de uma legislação específica sobre o tema ou o estabelecimento de uma norma pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que obrigue a indústria alimentícia a fazer a correta rotulagem de alérgenos.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a Anvisa que informou que há, no âmbito do Mercosul, uma discussão sobre a obrigatoriedade de se prestar informações sobre alergênicos nos rótulos. A aprovação da proposta, entretanto, depende de consenso entre os países-membros. O tema vai para o quarto ano de discussão, segundo a agência. Nos Estados Unidos, as indústrias são obrigadas a prestar esse tipo de informação desde 2006, na União Europeia, Austrália e Nova Zelândia, desde 2003, e no Canadá, desde 2011.

Fonte: Correio do Estado

14 de março de 2014

Dica de presente: cofre para colorir


Quando completou 4 anos, o Rafael ganhou de presente um cofre do Thomas (sabe o desenho animado do Discovery Kids?), em gesso branco, para colorir. O presente acompanhava um kit de tintas e pincel e, confesso, logo que ele abriu e se animou com as possibilidades eu só enxerguei a bagunça em potencial na casa. Mas sou mãe, e toda mãe sabe que “se sujar faz parte”, como diria a propaganda, e eu não me furto às novas experiências dos meus filhos. Numa bela noite, depois de um dia intenso de escola e atividades, o (lindo) Rafael chegou à casa pedindo para colorir o Thomas. O resultado vocês veem abaixo:




Aqui deixo minha dica de presente: cofre para colorir – pode ser do Thomas, como esse da foto, ou algum outro modelo que você encontre por aí. Além de estimular a pintura, é uma excelente forma de iniciar a educação financeira para crianças – lá em casa já tínhamos o hábito de fazer cofrinhos com o Rafael (latas velhas são excelentes pra isso), mas o Thomas, pintado por ele mesmo, deu outra cara a essa lição para a vida.

#ficaadica

Carol Braz, mãe do Rafael e da Beatriz

12 de março de 2014

Dica de leitura: Dibs, em busca de si mesmo

   
Li este livro há algum tempo para fazer um trabalho da faculdade. Raramente gosto de leituras obrigatórias, acho que é pura implicância minha, mas este livro me tocou profundamente. É uma narrativa meio técnica, mas ainda assim é uma narrativa linda dos desafios de uma criança com dificuldade de se adaptar ao mundo.

Segue uma pequena resenha, mas recomendo que façam a leitura completa. Garanto que você vai se apaixonar por Dibs como eu me apaixonei!

Esta história conta a história de Dibs, um garoto recluso e temperamental que vive em nosso mundo como alguém perdido, tentando buscar a si. O livro é a narrativa das sessões de Ludoterapia, uma forma de tratamento onde a criança encontra o seu eu por meio de brincadeiras, onde Dibs começa finalmente a desenvolver seu pleno potencial, trabalhando seus medos e potencialidades.

Dibs era um garoto com um comportamento diferente dos outros. Sua reação ao contato de outras pessoas era gritar, ou silenciar-se totalmente, tinha acessos de raiva e muitas vezes agia como um bebê, engatinhando, chupando dedo ou mamadeira. Apesar de frequentar a escola há quase dois anos, não estabelecia relações com ninguém, nem mesmo professores, colegas ou psicólogos. A grande dúvida era se ele tinha retardamento mental, lesões no cérebro, autismo ou simplesmente um problema emocional.
   
Sua família era formada pelo pai, um homem muito frio e indiferente, uma mãe muito insegura que largou a carreira devido a seu nascimento, uma irmã mais nova que os pais consideravam “perfeita” e uma avó que o visitava algumas vezes ao ano e que o amava incondicionalmente.

Dentro desta problemática, a equipe escolar, frustrada por não conseguir ajudá-lo, recorre à psicóloga Axline, autora do livro, para observar Dibs, com 5 anos na época, e propor uma alternativa de tratamento, a Ludoterapia.

A criança que suspeitavam ser retardada era na verdade superdotada e criativa e sua grande inteligência fazia com que ele visse o mundo de outra forma. A rejeição que sofreu desde a barriga da sua mãe acabou com a sua capacidade de se relacionar com seus iguais. Apesar de ter passado por momentos sofridos de incompreensão, Dibs foi capaz de sair da escuridão e se tornar uma pessoa brilhante.

Toda sua história é um aprendizado. A criança superdotada estava escondida sob uma máscara de retraimento, usada como forma de defesa. Na sala de Ludoterapia pode experimentar emoções, descobrindo a segurança de si.

Já na adolescência, Dibs escreveu uma carta aos gestores de sua escola em defesa de um amigo. Vou colocá-la na integra, pois acho o texto incrível.

"Esta é uma carta de protesto contra a expulsão de um de meus colegas e um de meus amigos. Estou, de fato, indignado com a falta de sensibilidade, compreensão e sentimento por parte de Vossas Senhorias. Corre o boato de que meu amigo foi 'suspenso com desonra' porque foi apanhado colando nos exames. Meu amigo afirmou que não estava colando e acredito nele. Sua explicação é que estava verificando uma data importante na história - uma vez que a exatidão dos dados é essencial para estabelecer sua existência histórica. Então deveria mesmo ser verificado. Penso que Vossas Senhorias falham quanto a entender as razões pelas quais agimos de determinada maneira. Chamam, por exemplo, de falta o fato de uma pessoa procurar verificar a exatidão? Prefeririam que ele anuviasse sua dúvida honesta na ignorância? Quais são os objetivos dos exames? Devem eles constituir elementos enriquecedores de nossas aquisições educacionais? Ou são instrumentos usados para trazer sofrimentos e humilhação e para ferir profundamente uma pessoa que está tentando arduamente ter êxito? Um dos membros da equipe de professores disse ao meu amigo, em frente a um grupo de colegas, ontem, que, se o ritmo da escola era rápido demais para ele, forçando-o a colar para continuar, seria melhor que procurasse outra escola. Estou pessoalmente insultado por tal observação. Sinto-me envergonhado da minha escola, se ela não pode manter-se de portas abertas para qualquer pessoa que nela queira entrar e ficar conosco. Há coisas mais importantes neste mundo do que mostrar autoridade e poder, mais importantes que a vingança, a punição e a ofensa. Como educadores Vossas Senhorias deveriam abrir as portas da ignorância, do preconceito e da mediocridade. Se não forem pedidas desculpas a meu amigo pela afronta com que foi atingido em seu orgulho e amor-próprio e se ele não for reintegrado, não retornarei a essa escola no outono. Com sinceridade e intenção de contribuir, Sinceramente, Dibs".

Foi gratificante ver a personalidade de Dibs se desenvolver. Perceber que carinho, amor, compreensão e aceitação eram o que ele precisava para se sentir parte do mundo.

O ser humano tem muita dificuldade em aceitar o que lhe é estranho. Acho que acima de tudo a história de Dibs nos leva a refletir sobre aceitação. Conviver bem com o diferente é um grande exemplo de evolução do ser humano!

Referência: AXLINE, Virgínia M.(2005). Dibs, em busca de si mesmo. 23ª edição revista/ 6ª impressão. São Paula: Agir.

Lidiane, mãe do Cáulon, da Maeve e da Kirsi

11 de março de 2014

Promoção NEXT Clube Coat

Bom dia!!!!!

E aí, que tal uma super promoção para agitar a terça-feira e tirar você do sofá?

Quem nos acompanha sabe da paixão de muitas de nós pela corrida de rua, bem como que a NEXT Clube Coat é a assessoria que cuida dos nossos treinos.

E hoje essa querida parceira traz para nossos leitores e leitoras uma super promoção de adesão.

Para ter acesso ao desconto basta dizer que viu aqui no blog. Mais simples impossível!

Aproveite esse empurrãozinho e sinta os benefícios que a corrida pode fazer por você.


E vocês viram nossa participação no Globo Esporte no último sábado? Se você perdeu, ou se viu e quer rever, clique AQUI  para assistir.

Conciliar a vida corrida de mãe, mulher, profissional, amiga e ainda encontrar um tempinho para si e dedicar-se a uma atividade física. Tudo pela busca da qualidade de vida de toda a família. Essa foi a temática. Espero que tenham gostado.

Grande abraço e ótima semana pessoal!

Contatos Nextrun:

Telefone(61)91083020 apenas Whatsapp | (61)8402-1859
E-mailcontato@nextrun.com.br
Websitehttp://www.nextrun.com.br

10 de março de 2014

A grama do vizinho


Eu talvez não devesse escrever este texto. Talvez fosse mais prudente seguir meu caminho ou escrever sobre as delícias de ser mãe (foco principal deste blog), mas se agisse assim, não seria eu. Então, desde já, peço desculpas pelas palavras, mas elas se precipitam de meus dedos, saltam na tela do computador e publicá-las foi inevitável.

Mundo moderno. Mulheres modernas. Mulheres modernas que são mães. Bigmotherns.

Que modernidade é essa? Mulheres que são infelizes por escolha consciente? Que se casam por todos os motivos no mundo, menos pelas razões certas? Que invejam a vida de todos ao redor, mas são incapazes de lutar pelas próprias necessidades básicas? Que culpam todos e tudo por sua infelicidade, mas permanecem estáticas? Que dependem dos outros pra tudo, seja emocionalmente, seja profissionalmente e, até mesmo, sexualmente?

Quem são essas mulheres lânguidas, quase sonâmbulas dentro da própria vida? Brancas, não, transparentes de tão beges? Sem sal, sem açúcar, sem vida?

Quem são essas mulheres infelizes no casamento, no trabalho, na maternidade, nas amizades, na família? A espera do eterno príncipe encantado, da fada boa e do prêmio da mega senna?

Não sei. Conheço algumas. E me cansei delas.

Cansei do olhar comprido, quase implorando que eu lhes ensine a ser felizes, competentes, bem-amadas, leves, sexualmente bem-resolvidas, bonitas...Cansei.

Cansei de vê-las se esgueirando pelos cantos e lançando olhares de inveja, de desdém ou coisa que o valha.
A vida é uma só. Não há tempo a perder. O relógio corre para todos.

A grama do vizinho...ah, a grama do vizinho. Ela está lá. Talvez verde, talvez marrom, não importa. Por algum motivo há quem creia que ela é sempre melhor. Li em algum lugar que talvez ela seja melhor porque o vizinho, ao invés de ficar contemplando a grama alheia, cuida da dele.

É justamente assim que me sinto em relação às mulheres que aqui descrevo.

Sabe o casamento feliz da sua amiga? Talvez ele seja assim porque ela sabe cultivar. Sabe dedicar tempo de qualidade ao relacionamento.

Sabe o marido cortês que ela tem? Talvez ela tenha procurado com afinco, não se “contentado” com qualquer um, tampouco acreditado no dito mais machista que conheço: “todos os homens são grossos”.

Sabe o corpo dela que está em dia? Não é só biologia específica, é suor, é sentar à mesa no Outback e pedir filé sem tempero e brócolis e, para acompanhar, limonada sem açúcar. É arrumar tempo na agenda absurdamente sem tempo para si própria, nem que seja preciso acordar às 5h30 da matina.

Sabe o cargo de chefia dela? Talvez não seja em razão do fato de que ela e o chefe tenham, tiveram ou terão um caso; mas sim, pura e simplesmente, em virtude do esforço, do conhecimento técnico e da capacidade de realização. Acredite, se você é inteligente, é provável que não seja a única mulher no mundo que o seja.

Sabe as unhas pintadas e a pós-graduação? Ela não é mágica, mas se esforça, se cansa, mas levanta, luta pelo que quer.

Sabe o jeito como ela encara a vida? É fruto de uma única palavra: escolha.



E quer saber de mais uma coisa? Só uma? Você também pode escolher.

O caminho se faz ao longo do próprio caminhar, já disse o poeta. Mude, dê verdadeiras guinadas.

Insatisfeita no relacionamento? Mude o relacionamento e se não resolver, mude de relacionamento.

Insatisfeita com seu emprego ou sua posição profissional? Capacite-se.

Insatisfeita com os quilos a mais? Maçã e caminhada.

Insatisfeita com os filhos? Experimente vê-los como seres distintos de você, ainda em formação, e que não pediram para nascer.

Insatisfeita com você mesma? Escolha. Escolha mudar ou assumir-se.

Somos frutos das nossas escolhas. A vida não é fácil para ninguém, mesmo que pareça o contrário. A diferença entre o jardim dos vizinhos está na quantidade de tempo e na dedicação de cada um, nada mais. Mesmo que sejam gramas distintas, a melhor matéria prima seca nas mãos do jardineiro que não rega, poda e aduba.



Bem, é isso. Eu disse que seriam palavras duras.

Estamos em março.  2014 acabou de começar. Quem sabe este texto ajude alguém a parar de se colocar na posição de vítima da vida e que esta pessoa decida lutar pela própria felicidade? Eu ficaria aliviada em saber que meu desabafo serviu para um único renascer que fosse.

Abraços de quem luta pra caramba para ser feliz (e chora, e tem dor de barriga, e olheiras também, mas é grata pela vida que tem!), Lucyanna

8 de março de 2014

Espetáculo Fadas Desencantadas traz abordagem inovadora ao público infantil do Teatro Brasília Shopping


Revolta das bruxas é garantia de muitas risadas no espetáculo em cartaz de 8 a 30 de março

Já imaginou o que aconteceria se todas as bruxas dos mais famosos contos de fadas infantis se reunissem para reescrever as histórias? A Cia teatral Néia & Nando, responsável pelo espetáculo Fadas Desencantadas, garante muitas risadas e confusões. A peça fica em cartaz no Teatro Brasília Shopping de 8 a 30 de março, sempre aos sábados e domingos, às 16h.

O espetáculo conta a estória da revolta das bruxas, que estão indignadas por nunca conseguirem o que querem nos contos de fadas. Juntas, elas resolvem tentar conquistar os mocinhos e mocinhas para conseguir o cargo de protagonista.

 “A peça apresenta valores como a amizade e o perdão, com uma abordagem inovadora e que foge da tradicional narrativa linear já conhecida dos contos de fada”, explica o diretor Nando Villardo. O espetáculo conta com cenários inusitados e lúdicos, além de personagens bem humorados e com figurinos coloridos que despertam a atenção da criançada.

Néia e Nando – A renomada trupe de Brasília se apresenta nos palcos do Brasília Shopping com garantia de sucesso e divertidos espetáculos. Com mais de 15 anos de atuação, o casal Alcinéia Paz, a Néia, e Armando Villardo, o Nando, formam um dos mais prestigiados grupos teatrais da cidade.

Desde a criação da Companhia, Néia e Nando se dedicam à adaptação de grandes clássicos das histórias infantis ou do cinema. Todos os textos são elaborados pela própria Néia, que se preocupa em manter linguagem e roteiro condizentes com a faixa etária de cada uma das apresentações.

Serviço:

Fadas Desencantadas
Local: Teatro Brasília Shopping
Data: De 08 a 30 de março. Sábados e domingos às 16h.
Preços: R$ 40 inteira e R$ 20 a meia
Cortesia para clientes Mais Brasília Kids (Sujeito a lotação)
Censura: livre
Mais informações para o público: (61) 2109-2122 e www.brasiliashopping.com.br


Fonte: www.capitare.com.br
Foto: Cia Néia & Nando

7 de março de 2014

Organização, colaboração e incentivo: palavras de ordem na educação infantil

Como pais preocupados é claro que queremos sempre o melhor e não medimos esforços para isso. Será mesmo? Colocar o filho numa escola com ótimas referências, comprar todo material de suporte e conversar com as professoras na chegada/saída do filho será que é realmente vivenciar a vida escolar deles?


Sou mãe e professora e o que mais vejo são crianças sedentas por ajuda, atenção e acompanhamento na hora de realizar alguma atividade, por mais simples que seja. Em muitos casos a falta de um bom desempenho escolar acontece por não terem aprendido a estudar sozinhos, não saberem reservar um tempo de qualidade para as tarefas e aprender isso não é tão fácil quanto parece e é nosso papel acompanhar as lições até que eles saibam realizá-las com bom aproveitamento.

De acordo com a cartilha “lição de casa é participação” do Programa Educar para Crescer, o acompanhamento da lição de casa leva não só a notas melhores, mas também tornam as crianças mais seguras e, consequentemente, elas aprendem mais.

Para ajudar alguns passos podem ser importantes, por exemplo:


* Organização:
   - Combine as regras com a criança. Converse e combine uma rotina de horário e duração da lição.
   - Confira quais são as atividades e as datas de entrega. Ajude a organizar o tempo para que não acumule tarefas.
   - Deixe o ambiente limpo e o local definido para a criança fazer a lição.
   - Confira todo material antes de começar. Parar a lição para apontar lápis ou pegar um livro, não é bom.


* Colaboração:
   - Desligue TV ou som e tente eliminar barulhos que podem atrapalhar a concentração.
   - Verifique se o ambiente está confortável.  A iluminação, temperatura e ventilação devem estar adequadas. Quanto mais confortável ele estiver, melhor.
   - Sofá, chão ou cama não são locais apropriados. O jeito de sentar pode ajudar ou atrapalhar na hora da lição. Dê preferência a uma cadeira em frente a uma mesa, com cotovelos na altura do tampo.
   - Para um bom aproveitamento do estudo, a criança não deve estar cansada, com fome, irritada ou distraída. O melhor, nesse caso, é resolver o problema primeiro.
   - Evite fazer algo que pareça mais “interessante”. Durante a execução da lição faça coisas parecidas, como rever o orçamento ou preparar a lista de compras do mês.


* Incentivo:
   - Estimule, mas não ensine. Muita coisa mudou desde que você saiu da escola e tentar ensinar “do seu jeito” pode confundir.
   - Caso seu filho tenha dúvidas, ajude-o, mas não responda por ele. O melhor é dar dicas para que pense e chegue à própria conclusão.
   - Valorize o esforço da criança. Mostre-se interessada pela lição, mesmo que não conheça o assunto. Peça para que ele explique o que aprendeu de novo na aula.
   - Crianças costumam ter pressa pra tudo. Querem acabar logo para poder brincar. Ensine seu filho a revisar o que fez, sejam contas ou textos.
   - Veja se a lição foi corrigida. A falta de correção desestimula o aluno. Ele entende que o esforço não vale a pena. Caso isso ocorra com frequência, converse com o professor.

Polyanna, mãe da Ágata e da Íris

6 de março de 2014

Fui e Aprovei: Exposição "Obsessão Infinita", de Yayoi Kusama no CCBB

Talvez alguém diga que "Obsessão Infinita" da japonesa Yayoi Kusama não seja a mais indicada para crianças por causa da fixação temática da artista plástica com alguns assuntos que ultrapassam os limites da faixa etária da meninada. Entretanto, seguindo recomendação de uma professora de artes amiga e querida, resolvi levar a minha filha para apreciarmos a exposição e todo o universos de luzes, cores e interação que está exposta no CCBB Brasília desde 19 de fevereiro até 28 de abril de 2014.
Antes de conhecer o primeiro ambiente visitado todos recebemos uma tarefa: ninguém poderia deixar o lugar sem devolver a cartela de adesivos de bolinhas megamente coloridas completamente vazia. Daí...  Missão cumprida, com muito gosto!  
Tal como no espaço das luzes coloridas bem como na galeria com enormes esferas plásticas em cor-de-rosa pintadas de preto.





Logo após vimos seus quadros, as esculturas - que não podem ser tocadas, atenção! - lemos sobre a sua história e conhecemos mais um pouco sobre o contexto de cada criação. É inegável o dom da artista. Além disso o staff merece destaque, pois fomos em plena segunda-feira de carnaval (03/03/2014), num dia relativamente cheio, com outros eventos no próprio CCBB, bastante movimento e mesmo assim, os funcionários desempenharam seu papel com louvor,foram bem simpáticos e atenciosos.
A Big Mothern Raquel também levou Laurinha e pontuou que a questão da interação com as obras poderia ser melhor trabalhada com os pequenos e não ficar restrita apenas ao ambiente das ex-paredes-brancas completamente tomada por bolinhas coloridas, apesar de saber que se trata de uma exposição que não é especificamente direcionada ao público infantil. Mas no geral ela também gostou bastante!
À exceção do ambiente em que se restringe o acesso para maiores de 18 anos (o qual sequer visitamos por motivos óbvios), posso afirmar que o tour pelas obras da artista com a nossa filha foi muito divertido e proveitoso. Aprovamos. E não apenas aprovamos, como recomendamos! Arte é vida. Cultura é vida. Vá com os seus filhos!

Maiara, mãe de Nicole.

5 de março de 2014

Pergunte ao Dr. Petrus: acessórios eróticos

A intimidade de um casal pode ser muito mais interessante do que alguns pensam. Apesar de ainda ser considerado tabu, existem casais que buscam experiências para tornar a vida entre quatro paredes bem mais picante.

Se você já pensou em experimentar algum “brinquedinho”, mas tem medo de uma reação inesperada transformar o momento num grande problema, confira os cuidados indicados pelo doutor.

Olá Dr. Petrus,
Meu nome é Julia, tenho 37 anos e adoro usar "brinquedinhos" com meu marido. Adoro géis, pomadas, anéis, fantasias e vários outros acessórios. Nos últimos tempos comecei a ouvir que isso pode causar doenças, inflação e outros problemas ginecológicos. Isso é real? Quais riscos desse hábito? Obrigada.

Olá, Júlia!

O uso de acessórios eróticos não deve trazer riscos à saúde se forem seguidos alguns cuidados:

- A higienização com água e sabonete, pode ser bactericida, deve ser feita após o uso;
- Não deve haver compartilhamento do mesmo acessório para uso vaginal, após ter sido utilizado via anal (exceto ser for utilizado preservativo);
- Não devem ser utilizados água sanitária e desinfetante para limpeza dos acessórios, pois a presença de resíduos dessas substâncias pode promover irritação e inflamação da mucosa vaginal;
- Não devem ser compartilhados por outras pessoas, porque o material é de uso pessoal, podendo disseminar doenças;
- Caso seja utilizado por outras pessoas, deve ser utilizado o uso de preservativos;
- Os géis e pomadas devem ter certificação da Anvisa para o seu uso nessa finalidade.

Atenciosamente e à disposição,

Dr. Petrus Sanchez
CRM-DF 13584
TEGO 0212-2008

PACIENTES E FAMILIARES: As orientações médicas acima possuem caráter meramente informativo, não substituindo a consulta médica presencial necessária.

3 de março de 2014

Nossa segunda experiência com aluguel de brinquedos: achamos o campeão

Como já escrevi aqui, virei fã do aluguel de brinquedos! Que tem criança em casa, já deve ter percebido que muitas vezes a criança ganha um brinquedo novo que, na semana seguinte, está largado num canto esquecido.

Tá aí a solução: alugar!

E desta vez acertei: conjunto de roupas para princesa e príncipe!
São dois bonecos em madeira que cada um tem seis conjuntos de roupa imantada. Minha filha de 4 anos ficou dias brincando com isso! Adorou!

O porquinho comilão também fez maior sucesso. É um joguinho e nessa idade eles já começam a se interessar.


Os bloquinhos de madeira eu achei que talvez fossem um pouco infantis mas deu para brincar muita coisa, entre outros desenvolver a lógica de como juntar do menor para maior e como fazer a torre. Valeu também!
A bicicleta de equilíbrio, moda do momento, já não fez tanto sucesso. Até suspeitei isso porque minha filha tem uma personalidade muito tranquila, cautelosa. Aluguei justamente porque quer ajudar criar um pouco mais de coragem nela e consegui! Recomendo!

Com certeza, em breve, volto a alugar mais brinquedos! Veja as novidades no site www.curuminfeliz.com.br 

Raisa, mãe que vai continuar alugando ;)