29 de abril de 2014

#SOMOSTODOSMACACOS



Acordei segunda-feira com uma avalanche de bananas no meu Instagram. O aplicativo de fotos estava lotado de amigos e amigas posando ao lado de bananas nas mais variadas poses. Acompanhava as fotos a hashtag “#somostodosmacacos” e, como curiosa que sou, fui atrás dela para saber do que se tratava.

Descobri que Daniel Alves, jogador de futebol brasileiro que joga no time do Barcelona, havia transformado um insulto racial em uma resposta magnífica e que Neymar, outro jogador nacional que dispensa apresentações, havia posado ao lado do filho em solidariedade ao amigo e postado a tal hashtag. Logo virou febre. Todos querendo demonstrar sua indignação e apoiar os artistas da bola.

Não fiz diferente. Postei o meu café da manhã com o do meu marido, bananas misturadas com tapioca/granola. Escrevi um breve texto sobre o ocorrido, mas não me dei por satisfeita. SOU NEGRA. Não no fenótipo, pois meu pai negro se casou com minha mãe morena, descendente de italianos, e minha pele veio misturada. Por outro lado, meu genótipo grita a cor do meu DNA.

Sou negra e nasci em uma família multirracial, onde a cor da pele sempre foi o menos importante entre nós. Talvez por isso demorei a compreender o tal do preconceito. Demorei mais do que minhas primas que têm o fenótipo explícito, que foram estudar em colégios de brancos (me refiro aos que têm a maioria esmagadora das crianças com a pele branca, conhece algum?) ou dos primos que logo foram apelidados com remições a cor da pele.

Achava tudo muito natural e que, na verdade, o racismo no Brasil não existia, era coisa de americano. Cresci. Aos 10 anos fui estudar em colégio particular, pois até então estudava em escolas públicas. Logo de cara fui apresentada ao racismo. Camuflado nas piadas sobre a minha aparência, nas brincadeiras de mau gosto de algumas colegas e na constante necessidade de buscar em minha autoestima forças para seguir.

E posso escrever sobre tantos outros momentos. Escolho dois. No ano 2000, na virada do reveilon, vi meu pai negro ser afrontado em um restaurante em Copacabana, situação que foi rapidamente remediada com a verificação do gerente do saldo bancário do meu velho. Também fui a Salvador e vi o que só quem quer ver vê.

Logo depois, minha prima, aquela que logo cedo conheceu o racismo nas escolas lembram?, começou a participar do movimento negro. Envolveu-se e, confesso, achei exagero. E hoje, pulando boa parte da linda caminhada, é pós-doutora nos Estados Unidos. O tema favorito? Óbvio.

Quando estava namorando meu esposo, um amigo que mora longe o advertiu ao conhecer minha família que poderíamos ter “filhos negros”. Falou com tanta naturalidade, pureza mesmo. Parecia que estava alertando o amigo para algo oculto, algo que eu escondesse, algo contagioso. Doeu. Principalmente porque gosto do amigo. Meu esposo, na época namorado, deu a resposta merecida e me narrou o episódio. Ontem, na linha do tempo desse amigo, havia uma banana postada...evoluiu ou não se acha racista?

E toda essa conversa vai parar onde? Na educação de nossos filhos. Tenho dois. O mais velho, aos 5 anos, começa a se impressionar com as cores do mundo. Já pinta personagens que desenha de acordo com a cor. Como é natural, retrata muitos com seu tom de pele, que é semelhante ao dos colegas do colégio em que estuda (conto nos dedos as crianças negras no fenótipo de lá).


O fato é que, de uns tempos para cá, passou a se referir às pessoas negras como se houvesse uma competição brancos x negros. Na minha casa. Na casa de uma mãe negra, filha de um homem negro, que ama sua origem de corpo e alma. Tivemos umas conversas com ele, mas não surtiu o efeito esperado.

Foi então que meu marido, paraibano e acostumado com outra espécie de preconceito que não o racial (já perdemos as contas de quantas vezes ele foi tratado em shoppings como segurança ou manobrista), lançou mão de uma ideia genial!

Nosso rapaz ama esportes e andava aficionado por futebol. Meu marido apresentou para ele outro esporte. O basquete. E, com isso, JP conheceu um super-herói negro. Um homem capaz de coisas incríveis e que é digno de admiração. Falo de Michael Jordan. Os olhos do nosso pequeno brilham ao ver o atleta em ação nos vídeos.

Isso ocorre há algumas semanas, antes da história da banana lançada ao outro super-herói. E a conclusão que meu coração quer partilhar com vocês é a de que, talvez por ter meu pai como herói, nunca precisei de ícones para compreender que não é a cor da pele que nos faz especiais. Por outro lado, hoje percebo a força que o ícone tem na formação do caráter da criança, como eles precisam admirar as pessoas para fazer a ligação de suas características pessoais com a de quem admiram.

Talvez muito do racismo venha justamente dessa nossa necessidade brasileira, explicada por tantos autores, de negá-lo. Ao negar a existência do sentimento, varremos para debaixo do tapete algo que, ainda na infância, poderia ter sido esclarecido. Afinal, tudo se resume à melanina, nada mais. Só que a criança não sabe o que é melanina, cabe a nós explicar.

Aqui em casa, mostrar que brancos e negros são capazes de feitos incríveis quando usam seus talentos têm funcionado. Meus rapazes ainda são pequenos, mas desde já quero que entendam que são negros, mesmo que a cor da pele seja outra. E mais do que isso, quero que compreendam que #somostodosmacacos, pois somos todos iguais, mesmo que a sociedade dê a alguns oportunidades diferentes.

Muita informação em um texto enorme e desconexo? Deve ter sido a emoção de falar de algo que bate fundo ao meu coração, como os tambores da Timbalada.


Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB)

28 de abril de 2014

Responsabilidade é a palavra de ordem

Num tempo onde se fala tanto em direitos das crianças, onde estão suas obrigações? 
Minha mãe, apesar da pouca escolaridade, sempre foi muito sábia e nos criou dentro de regras claras. Quer ter direitos? Cumpra os deveres!! Lembro dela falando quando ainda éramos bem pequenas: "somos escravos das leis para, assim, sermos livres". Hoje, graças a isso, somos bem educadas, cumpridoras dos deveres e colhemos os frutos de uma vida ética.
Como professora, o que vejo nas escolas por onde já passei, é uma completa falta de limites e educação pelas crianças. Muitas são criadas "soltas" e sem limites pelas famílias. Sim, isso é papel dos PAIS!! O resultado na poderia ser mais desastroso. Algumas famílias cobram uma postura da escola/governo, mas não ensinam seus filhos a terem um mínimo de respeito ao outro, ao espaço de todos e as regras de onde quer que seja.
Talvez por conviver com tantas crianças diferentes e observar o efeito da falta que faz uma família presente para nortear a formação do pequenos, que aqui em casa a banda toca um pouco mais ritmada. 
Muitas vezes sou tomada por severa ao extremo, mas não vejo bem assim. Deixo minhas filhas brincarem, explorarem a criatividade, fazerem bagunça e por vezes até quebramos alguns protocolos, mas tudo dentro de certos parâmetros que já foram estabelecidos de acordo com as crenças da família. A diferença é que elas sabem que serão cobradas caso façam algo errado. Não é porque são crianças que devem ser poupadas das sanções, proporcionais ao ato. Para exemplificar: elas possuem um quadro branco no espaço de atividades. Isso já foi feito para que pudessem brincar de rabiscar, desenhar e explorar a imaginação, mas não podem riscar as paredes. Outro dia a menor pegou uma caneta e riscou as paredes. Tivemos uma conversa, expliquei o motivo de não ser correto e a coloquei para lavar a parede.  
Em tempos de proibição de tanta coisa, para muitos isso pode ser tido como absurdo, mas na minha casa é assim que funciona e garanto, não costumo receber comentários negativos em relação à postura delas. Muito pelo contrário, é comum elogiarem a educação e respeito por tudo é por todos. 
Criança tem direito de ser criança em toda sua plenitude, mas nós, pais, temos o dever de impor limites, dar responsabilidades, estabelecer regras, designar obrigações e, mais importante, ser exemplo.

Polyanna, mãe de Ágata e Iris

25 de abril de 2014

Boobambu oferece treinamento de Babás amanhã (sábado, 26 de abril)


E nesse sábado, dia 26 de abril, a Boobambu Academia da Criança dá início a mais um módulo dos seus Treinamentos de Babás: Desenvolvimento de 0 a 2 anos.

O 1º curso desse módulo é o "Brincadeiras e Desenvolvimento de Bebês de 0 a 2 anos". Nesse curso, sua babá vai aprender sobre as fases do desenvolvimento do seu bebê, quais brincadeiras oferecer para incentivar o desenvolvimento dele com respeito e acima de tudo muito carinho!

Esse módulo tem também os cursos: Contação de Histórias e Cantigas de Roda e Limites e o Medo Infantil.

O melhor: leitores e seguidores do Big Motherns Brasília têm 10% de desconto - basta informar, no ato da matrícula, que leu a notícia sobre o curso aqui no blog!

Invista em quem cuida do seu maior tesouro!!!

Inscrições e informações pelo treinamento@boobambu.com.br ou no site www.boobambu.com.br.





Dilemas de uma futura mamãe


Ah, a maternidade. Um universo repleto apenas de deliciosas experiências para as quais toda mulher se sente totalmente capacitada, certo?! Errado. Tenho certeza de que, assim como eu, você, sua mãe, sua irmã, sua amiga e a maioria das mamães e futuras mamães em todo o mundo tiveram, ao menos uma vez na vida, uma (ou várias) crises de insegurança. A boa notícia é que não há nenhum problema nisso e trata-se de um comportamento bastante esperado, inclusive.

Esperado, sim. Afinal, trata-se da responsabilidade de trazer uma criança ao mundo e fazê-la sentir-se confortável e feliz. É por isso que todos os nossos questionamentos são justificáveis e devem ser tratados com muito carinho. Falando neles, compartilho hoje com vocês algumas das indagações que têm rondado minha cabeça por esses dias:

Nome do bebê

Escolher como uma pessoa será chamada por toda a vida é uma grande responsabilidade. A tarefa fica ainda mais difícil (e deliciosa também) por conta das centenas de milhares de opções disponíveis. Como tenho pensado no assunto há bastante tempo, vou dividir com vocês algumas dicas.

Pelo menos para mim, o nome precisa ter algum significado. Pode ser a tradução de alguma palavra importante para você ou referência a personagens, reais ou não, que tenham importância na sua vida. Checar se nome e sobrenome combinam e verificar os possíveis apelidos também são fatores importantes. Nesse ponto, sites como o Significado dos Nomes podem te ajudar a esclarecer dúvidas e ter ideias.

Quarto do bebê

Novamente: são muitos os elementos que devem ser levados em conta neste quesito. Do estilo do quarto até o orçamento disponível para a decoração, tudo deve ser planejado para um bom resultado. 

A escolha de cores também é bem importante para transmitir calma e tranquilidade ao neném, então é válido conferir sites como o Significado das cores para não errar. Eu, particularmente, dou prioridade ao aconchego e conforto na hora de preparar o ambiente para a chegada do pequeno. Agora é sua vez de escolher o que levar em conta.

A hora H
 
O nervoso só de pensar no momento do parto é normal, mas não podemos deixar que isso se torne um incômodo constante, não é mesmo?! Afinal, é uma nova vida que vem por aí e temos um tempo considerável para nos prepararmos para sua chegada. Então, uma das dicas para evitar a ansiedade e o stress é praticar a meditação – especialmente neste momento em que mudanças emocionais acontecem a todo tempo e deixam os nervos à flor da pele. Em sites como o iQuilibrio você encontra orientações sobre a prática e dicas de como meditar em casa.

Com eficiência comprovada, a meditação tem sido utilizada por instituições renomadas, como o Hospital Albert Einstein e o Hospital das Clínicas para o tratamento de questões emocionais.

Acredito sempre que com informação e bom senso conseguimos driblar o nervosismo e fazer as escolhas certas para a vinda do nosso bebê. E vocês? Deixem suas impressões nos comentários! 

Texto escrito por Larissa Landucci

Você tem uma experiência a compartilhar, uma dica de produto legal, sabe de algum lugar pra se divertir com a criançada? Faça como a Larissa e colabore com o Big Motherns Brasília! Basta mandar seu relato para o e-mail maesdebrasilia@gmail.com que teremos o maior prazer em publica-lo aqui.

23 de abril de 2014

Hoje cuidei de mim... Gritei: EU EXISTO!!!


Amo ser mãe e ter minhas crias por perto, mas há 7 anos não fazia o que eu queria, na hora e pelo tempo que fosse. Sempre preciso interromper uma atividade, uma conversa, um passeio ou uma soneca para atender uma necessidade, um chamado ou capricho delas. Hoje pude correr, conversar, esperar meu pódio, almoçar e descansar sem pressa para cuidar delas. Hoje cuidei de mim... Gritei: EU EXISTO!!! 

Pode parecer egoísta, mas quando se é mãe, profissional, esposa e dona de casa, deixamos de nos cuidar, esquecemos de ser a MULHER que conquistou tudo isso e nos perdemos de nós mesmas. Se nada for feito o reencontro pode ser doloroso ou quase impossível.



O bom de correr 21 km é que temos muito tempo para conversarmos sozinha, tomar decisões, ter ideias e deixar pelo caminho todo peso trazido de semana ou meses e que nos rouba, pouco a pouco, o sorriso.

Agora, refeita, vou voltar para os braços das minha pequenas e ter a certeza de que posso ser a melhor mãe que elas merecem.

Um abraço "leve" da Polyanna, mãe da Ágata e da Íris

21 de abril de 2014

Vacinação contra a gripe: de 22 de abril a 9 de maio


No dia 2 de abril, o Ministério da Saúde lançou a campanha nacional de vacinação contra a gripe para vacinar cerca de 40 milhões de pessoas consideradas de risco para complicações pela infecção. A ação nacional vai de 22 de abril a 9 de maio, sendo que o sábado, dia 26 de abril, será o dia de mobilização nacional, com postos de saúde funcionando em todo o País. Crianças de seis meses a menores de cinco anos, adultos com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas, presos e funcionários do sistema prisional deverão ser vacinados. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar.

Mais informações você encontra no site do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br.

18 de abril de 2014

03 anos de Big Motherns Brasília ~ Foi assim que tudo começou...

Em 18 de abril de 2011 foi publicado o primeiro post. Hoje, exatamente hoje celebramos mais um aniversário do blog Big Motherns Brasília e este ano bateu vontade de lembrar de onde viemos.
Com o passar do tempo as pessoas pararam de estranhar o ajuntamento grande de crianças quando nos encontramos todas e também pararam de perguntar como nos conhecemos, só param e ficam olhando, hahaha. Entendem que somos amigas, que nossas famílias se dão e que podemos ser mães que se conheceram por causa da escola em comum dos filhos. Mas não é bem assim, rsrs!
Eram os anos de 2009/2010 e todas nós, a maioria mães de primeiríssima viagem, passeávamos virtualmente por um fórum que fazia aquele sucesso no portal e-family.
Carol era "brazgood". Amanda era "nandynh@". Lidiane era "cmk". Raisa era "march". Andréia era "andreamota".
Eram tantos anseios, descobertas, minhocas na cabeça, pulga atrás da orelha e um mundo de informações na internet que algumas vezes nos deixavam mais perdidas do que tiravam as dúvidas. Nosso tópico "mães de Brasília 2009/2010" criado por Polyanna (com apelido "pmkl") rendeu 850 páginas de muita conversa e foi lá que tudo começou. Aquele encontro providencial amparou cada uma de tal forma que nos sentimos seguras para vencer os desafios que a vida com a chegada de um bebezinho trazia no pacote.
De lá migramos para uma comunidade no finado Orkut.
Depois criamos um grupo de e-mails e finalmente, blogueiras.
Esperamos que vocês tenham curtido o nosso "Foi assim...".
É sempre bom lembrar de onde nós viemos, né?
Se tiver curiosidade de nos ler no comecinho clica aqui ó.
Então seguem as Big Motherns Brasília nós abaixo, pra quem ainda não conhece ou pra quem já conhece matar saudade e mandar beijo virtual.

Polyanna


Lidiane


Raquel


Amanda
Andréa
Mayara

Carol
Cristianne
Raisa
Lucyanna 
Maiara


Abraços saudosos de Maiara,
essa última aí de cima, que no e-family era *maiara*.

16 de abril de 2014

Doenças respiratórias aumentam com tempo seco


Sem excluir os moradores de outros Estados, quem mora em Brasília sabe que a chegada do tempo seco traz consigo muitos incômodos e alguns problemas de saúde, principalmente os respiratórios. Idosos e crianças são públicos muito atingidos e requerem cuidados e atenção constantes. 

Recentemente a Secretaria de Saúde do DF publicou uma matéria falando sobre cuidados que devemos ter com a proximidade do período seco. O Big Motherns Brasília, claro, reproduz aqui pra você, afinal, todo cuidado é pouco - principalmente com nossas crianças.

Infecções virais e bacterianas ocorrem com frequência

A temporada de clima seco com baixa umidade do ar se aproxima e, associada ao frio, favorece o surgimento de doenças respiratórias, é o que explica o médico do Hospital do Gama, Carlos Augusto Corrêa, “Nessa época além do ressecamento da pele, existe também o ressecamento das vias aéreas que compromete a proteção natural do nariz, local onde há uma espécie de secreção líquida que lubrifica a região. O tempo seco facilita a entrada de vírus e de bactérias propiciando as doenças”, disse o clínico geral.

De acordo com o médico as alergias ficam mais evidentes nessa época de estiagem devido à poluição que sai dos automóveis e das indústrias, como o enxofre e monóxido de carbono e também a poeira, passando por ácaros e fungos, uma vez que o tempo seco dificulta a dispersão dessas partículas que são inaladas pela população.

“Doenças como as bronquites crônicas, enfisema pulmonar e a asma se agravam, e as infecções respiratórias virais e bacterianas ocorrem frequentemente. Entre as infecções virais estão as gripes e os resfriados. Já as doenças resultantes de ações bacterianas são a sinusite, a faringite, a amigdalite e nos caso mais graves a pneumonia e a bronquite aguda”, informa o especialista.

Conforme o médico, as crianças, os idosos e as pessoas que já têm alguma doença respiratória são o grupo mais vulnerável aos problemas impostos pelo ar seco e precisam redobrar os cuidados nessa época. “É recomendável a suspensão de atividades físicas, principalmente no período das 10h às 15h. Quando a umidade do ar fica abaixo dos 20% e o corpo reduz a sua capacidade física, também pode ocorrer sangramento nasal devido ao ressecamento da pele interna do nariz.

A mãe de Enzo, Ana Silvestre, conta que o filho de seis anos tem bronquite alérgica e relata que no tempo seco costuma usar umidificador em casa. “No quarto do Enzo não tem tapete, a coberta é de algodão, ele faz uso de broncodilatador e o médico também indicou a natação para fortalecer os pulmões”, informou Ana.

Portadora de bronquite crônica e rinite, a auxiliar de enfermagem, Marisa de Fátima Oliveira, sofre com as crises que se agravam por conta do cigarro. “Sou fumante, no tempo seco tenho muita tosse, não consigo dormir direito com falta de ar e por causa da rinite fico sempre com secreção no nariz”, relatou.

Carlos Augusto esclarece que a rinite é uma inflamação da mucosa do nariz e provoca o aumento da secreção chamada coriza, que obstrui a passagem do ar e deixa o nariz escorrendo. “A irritação da mucosa também pode gerar sangramento no nariz e outra situação comum é a asma, que durante as crises ocorre uma inflamação das vias aéreas dentro do corpo. Os brônquios que levam o ar até os pulmões ficam mais estreitos, o que dificulta a respiração.

A falta de ar era constante e foi agravada pelo mofo da casa, é o que conta Mariluz Batista que há 20 anos faz tratamento contra a asma na unidade de pneumologia do HRG. “O meu pneumologista recomenda que eu beba bastante líquido, que deixe a casa bem arejada e limpa para evitar o acúmulo de poeira”.


Prevenção
 
- Aumentar o consumo de frutas e verduras ricas em vitaminas C e diminuir o consumo de frituras;
- Aumentar a ingestão de líquidos.
- Evitar o acúmulo de poeira. Em caso de alergia, é recomendável evitar tapetes e cortinas por causa dos ácaros;
- Não utilizar vassouras. É preferível o uso de pano úmido ou aspirador;
- Bacias com água melhoram a umidade do ar, o uso de toalhas molhadas no ambiente é recomendável durante o dia; à noite não precisa a umidade do ar tende a aumentar no período noturno;
- Umidificadores de ar também são eficazes durante o dia.
- Evitar banhos muito quentes, eles ressecam a pele. Os cremes auxiliam na hidratação;
- Uso do soro fisiológico nos olhos e nas narinas evita o ressecamento;
- Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 15h e moderar a intensidade; o tempo seco reduz a capacidade do corpo para a prática de atividades físicas;
- Não fumar; e os alérgicos devem evitar locais com fumaça de cigarro;
-Uma maneira de prevenir as crises alérgicas é o uso de malhas de algodão, moletons e edredons em lugar de cobertores ou roupas de lã.

11 de abril de 2014

Programinha literário: II Bienal do Livro (vai até 21 de abril!)


Começa hoje (sexta-feira, 11 de abril) a II Bienal Brasil do Livro e da Leitura - Brasília. A abertura do evento está programada para as 20h30 de hoje, no Museu Nacional, seguida de uma ampla programação que vai até o dia 21 de abril. Saiba mais abaixo:

Em abril de 2012, durante dez dias, a 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura reuniu em Brasília cerca de 200 autores de todos os continentes. Com o tema “O poder transformador do livro e da leitura” o evento homenageou dois dos mais importantes nomes das letras de todo o mundo: o escritor nigeriano Wole Soyinka, prêmio Nobel de Literatura de 1986, e Ziraldo, um dos maiores expoentes de literatura infantil brasileira.

A Bienal Brasil do Livro e da Leitura é um dos maiores eventos literários do país. Uma programação diversificada e inteiramente gratuita atraiu mais de 250 mil visitantes, que participaram de lançamentos de livros, seminários, debates, palestras, encontros, oficinas, exibições de filmes, exposições, homenagens, shows e apresentações teatrais. Para estudantes e professores, a Bienal teve um atrativo especial: livros a preços acessíveis ou com descontos.

A II Bienal acontece na Esplanada dos Ministérios da capital do País, cidade patrimônio cultural da humanidade. Em uma área de 16 mil metros quadrados foi montada uma estrutura que abrigou 158 estandes de venda, que disponibilizaram mais de 80 mil títulos e publicações de cerca de 350 editoras. Estima-se que mais de 330 mil livros foram vendidos durante a realização do projeto, em uma movimentação financeira que atingiu mais de 6 milhões de reais.
(site oficial)

Serviço

II Bienal Brasil do Livro e da Leitura
De 11 a 21 de abril de 2014
Local: gramado central da Esplanada dos Ministérios
Informações: (61) 3223-8138 / 3226-9194

Pesquisa sugere melhor período para mulher perder peso após gravidez

Médicos chegaram à conclusão que entre três e 12 meses depois do parto é período determinante para voltar ao peso normal

Helen Briggs
Da BBC News

Uma pesquisa conduzida por médicos do Canadá sugere que o período entre três e 12 meses depois do parto é o ideal para perder os quilos a mais ganhos durante a gravidez.

Segundo o estudo, publicado na revista especializada Diabetes Care, as mães que não conseguem perder o excesso de peso dentro de um ano depois do nascimento do bebê, ou engordam neste período, podem correr sérios riscos de saúde.

Os pesquisadores afirmam que esse grupo pode vir a sofrer problemas como hipertensão e outros fatores que provocariam diabetes e doenças cardíacas no futuro.

O estudo revelou que os fatores de risco mais elevados para a saúde das mulheres – observados um ano depois do parto e naquelas que não emagreceram – não foram verificados três meses após o nascimento do bebê.

A conclusão sugere que o período crítico para as mulheres perderem pelo menos uma parte do peso extra ganho durante a gravidez se estende de três a 12 meses depois do parto.

Os pesquisadores canadenses acompanharam o emagrecimento depois do parto de um grupo de cerca de 300 mulheres saudáveis. Eles também monitoraram fatores de risco para diabetes e doenças do coração, como a pressão sanguínea, o LDL (colesterol ruim) e a resistência à insulina (hormônio responsável pela redução da glicemia, a taxa de glicose no sangue).

"A maioria das mulheres não está voltando ao peso de antes da gravidez logo imediatamente (depois do parto) e descobrimos que o padrão típico é que mais de 80% não fazem isto durante três meses", disse Ravi Retnakaran, pesquisador em diabetes e clínico do Hospital Mount Sinai, de Toronto, responsável pela pesquisa.

"Sugerimos que, entre três e 12 meses, a mulher já deva estar na trajetória do emagrecimento", acrescentou.

"Percebemos que o período entre três e 12 meses depois do parto é crucial. Neste período, médico e paciente devem prestar atenção ao controle do peso, o que poderá ser muito importante para a saúde metabólica e vascular a longo prazo", afirmou Retnakaran.

Ganho de peso

Por causa do crescimento do bebê, é normal o aumento de peso durante a gravidez. Em média, ao longo dos nove meses de gestação, mulheres costumam ganhar cerca de 20% ou mais de seu peso total.

Depois do parto, as tentativas de perder peso podem ser prejudicadas pela falta de exercícios e também pela falta de sono.

A pesquisa também mostrou que o peso de uma mulher um ano depois do parto é um forte indício de como será seu peso 15 anos depois.

A hipótese, segundo os médicos do Hospital Monte Sinai, é que o efeito cumulativo do ganho de peso durante cada gravidez contribui para que a mulher tenha um risco maior de desenvolver doenças como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Ao fim do estudo, os médicos descobriram que 75% das pesquisadas perderam peso entre três e 12 meses após o parto.

Eles acrescentaram que a prática de exercícios foi importante para alcançar a meta.

As 25% restantes que não emagreceram ou que engordaram tinham um perfil que mostrava um risco maior de desenvolver diabetes e doença cardíacas no futuro.

Maureen Talbot, enfermeira cardíaca da organização especializada em cuidados com o coração British Heart Foundation, reconhece que pode ser difícil perder peso depois da gravidez, mas lembra que ficar acima do peso aumenta o risco de ataque cardíaco e derrame.

"Com um bebê novo você vai, sem dúvida, ficar ocupada, então não tente correr para dietas e uma rotina extenuante de exercícios”, diz Talbot.

"Ao invés disso, volte a fazer exercícios de forma equilibrada encaixando atividades físicas em sua rotina, por exemplo, uma caminhada na hora do almoço ou uma aula de ginástica com o bebê", acrescentou.


Fonte: BBC News

9 de abril de 2014

Você sabe o que são capas fitness?

Se você cuida bem do carro com todo o carinho do mundo... Ou não...
Se tem o banco de couro lisinho e super hidratado e se for banco de tecido é limpinho e impecável... Ou não..
Aí você chega pingando de suor depois de treinar ou logo depois de ter tomado uma bela e inesperada "ducha" de chuva.
A comodidade de poder entrar no carro sem se preocupar com o corpo todo suado, roupas molhadas ou sujas tem nome e sobrenome: capas fitness. Você conhece este produto?

A capa fitness te ajuda para que o banco continue super bem cuidado ou que a situação do assento não piore, rsrsrs.
Não saio mais de casa sem a minha capa fitness a postos para uso pois quero proteger o lugar onde vou sentar do contato com a umidade.

Saiba mais sobre as capas fitness clicando aqui.
Eu testei, aprovei e uso!


Maiara, mãe de Nicole e atleta amadora

7 de abril de 2014

O primeiro pódio a gente nunca esquece!


"Se você acredita ser um derrotado, você é! Se você acredita não ter coragem, você não tem! Se você gostaria de vencer mas acha que não pode, é quase certo que não vencerá! As batalhas da vida nem sempre vão para o mais forte ou mais rápido! Contudo, mais cedo  ou mais tarde, aquele que vence, é o que acredita que pode!" (do livro Talento não é Tudo, Jonh C. Maxwell)

Quem nos acompanha a mais tempo sabe que algumas de nós somos adeptas da corrida de rua.  

Esse é um esporte incrível e que nos proporciona diversos benefícios, físicos e mentais (gente, correr é sim uma terapia!)

Eu estou prestes a completar 2 anos de corrida e após algum tempo de treino comecei a me desafiar mais e traçar algumas metas.

A competição aqui é interna, minha comigo mesma. Gosto de testar e superar meus limites. Traçar uma meta e treinar para conseguir alcança-la. Isso me traz motivação e faz da corrida algo ainda mais delicioso para mim.

No começo desse ano tracei algumas metas (praticamente desejos) e dentre elas estava subir em um pódio. Para mim não importava a corrida ou a colocação. Apenas queria viver um dia a emoção de estar lá. 

Tem quem ache besteira ou um desejo meio sem sentido para uma atleta amadora, mas esse era o meu. Algo que eu nutria dentro de mim e nem falava a respeito para não criar expectativas além das que eu já tinha. Mas foi algo que dividi com meu treinador que havia se comprometido a me ajudar a chegar lá.

E cheguei!

E posso dizer que foi mais especial do que eu jamais poderia imaginar.

Na minha cabeça, a estratégia para eu conseguir subir ao pódio era escolher uma corrida menos procurada e que tivesse premiação para as 5 primeiras colocadas, assim eu teria mais chances, rs.  Lembram, para mim não importava a colocação, o negócio era estar no pódio.

E não é que nessa primeira vez subi no lugar mais alto do pódio e no circuito de corridas mais popular de Brasília!?



Sem explicação a emoção. Foi muito, muito, muito melhor do que um dia eu imaginei.

Por mais que eu desejasse, não acreditava que pudesse ser naquele dia.

Lembro que nesse dia acordei antes do despertador tocar  e ainda na cama mentalizei a prova. Não achava que estava na minha melhor forma, sentia-me um pouco cansada, mas pedi a Deus que me desse energia para cumprir aquele desafio e que se eu fosse merecedora que ficasse em uma boa colocação. Tá, também acho que Deus tem coisa mais importante para se preocupar, mas era o que estava no meu coração naquele momento para a nossa conversa matinal.

O percurso do circuito das estações não é dos mais favoráveis. A primeira metade da prova a gente faz na descida, mas a segunda parte é bem mais dura, toda de subida. É bem desgastante e é preciso um esforço além de físico, mas também mental para chegar bem no fim.

Levantei, me arrumei e fui para a tenda da Next Clube Coat, nossa base em dias de prova. Lá peguei meu kit, arrumei número, chip, etc, e encontrei com a galera querida da equipe.

Quando peguei o número e vi escrito “Pelotão Quênia” gelei! Pensei comigo: "Tenho que honrar largar lá na frente e essa expressão, "Pelotão Quênia", que estará grudada comigo toda a prova."



Estava nervosa como sempre fico antes das largadas. Pode não fazer sentido mas ainda sinto frio na barriga...kkkkkkkk

Fui aquecer com a Maiara e a Carol e de lá fomos nos posicionar para a largada. O bom de sair na frente é não ter tanto “trânsito”.



Contagem regressiva e largada dada.

Minha “estratégia”, se que o que pensei pode ser chamado assim, era “descer forte e subir como desse”.  Essa não costuma ser uma estratégia muito recomendada, pois a chance de “quebrar” no fim, por ter gastado toda a energia no começo é grande. Mas confesso que é muito difícil administrar uma prova dessa, com uma segunda metade tão difícil. Na minha cabeça tinha que ganhar tempo no começo.

E assim fui....

Sentei a bota, como a gente diz, e me piquei.
 
Um pouco antes  de fechar o primeiro km um colega de assessoria começou a correr ao meu lado. Ele é do tipo que corre MUITO, um exemplo para todos. Pensei: “Vou colar nele e tentar seguir seu ritmo”. E foi o que fiz. Como para descer todo santo ajuda, peguei o Shesman como minha referência e segui seu ritmo.

Nesse momento a gente não trocou muitas palavras. Um corria ao lado do outro e pronto. 

Como largamos na frente e estávamos num ritmo forte não havia muitos atletas antes da gente, então comecei a procurar as mulheres para tentar avaliar minha posição.

No meu campo de visão tinha apenas uma e eu estava “colada” nela.  Mas tinha atletas bem mais na frente e eu não sabia quantas mulheres entre eles.

Quando nos aproximamos dos 5 km, quando os corredores da frente fazem a virada e “voltam” na pista contrária, eu sabia que daria para contar quantas mulheres estavam antes de mim (coisa que aprendi a fazer com meu Coach, numa prova que ele me puxou).  Pensei em pedir ao Shesman para me ajudar a fazer isso, mas fiquei com medo de parecer pretensioso demais e não disse nada.

Antes da virada dos 5 km eu já havia passado aquela atleta que eu estava colada e quando os primeiros passaram por mim percebi que não tinha nenhuma outra mulher, ou seja, eu era a primeira. 

Fizemos a virada e o Shesman disse: “Você percebeu que está na frente?”

Eu disse que sim e um frio tomou conta da minha barriga. Não precisou eu pedir nada a ele, o cara também estava ligado, rs.

A partir daquela virada, começando a segunda metade da prova na frente, um misto de emoções e sentimentos tomou conta de mim.

Eu sabia que dali até o fim o negócio era domar a cabeça para não deixar o medo acabar com a minha prova. E sim... senti MUITO MEDO.

Como era algo que eu queria demais, fiquei com medo de não sustentar a posição, medo de “quebrar”, medo de pensar que daria certo e no fim um monte de gente passar por mim e me deixar pra trás, rs, medo de várias coisas que nem sei explicar.

Se até então a companhia do Shesman tinha sido importantíssima, dali em diante se tornou decisiva para eu chegar em primeiro lugar. O fato é que dele deixou de fazer a prova dele para me ajudar a completar bem a minha, em uma prova de amizade, fazendo cair por terra o conceito que muitos tem de que corrida é um esporte solitário.

Seguimos correndo e após aquela virada dos 5 km passamos por nosso treinador que já deu um grito. Pouco depois uma desconhecida disse: “Vai lá, você está na frente, é a primeira”.

Delicioso e ao mesmo tempo estranho o que eu sentia. Eu queria vibrar aquela posição, mas ao mesmo tempo pensava: “Calma, a qualquer momento tudo pode mudar. Não se empolgue antes da hora. Ainda tem muita prova pela frente.”

O Shesman, além de me fazer companhia ao longo de todo o percurso, passou a pegar água para mim e a “controlar” a posição da segunda colocada para que eu pudesse, a partir daquele momento, administrar meu ritmo. Eu já estava muito cansada e diminuir um pouco, com segurança, foi importante para conseguir chegar até o fim.

Por volta do km 7 uma moto do staff da prova parou por onde eu passava e, pelo rádio, disse: “3339, primeira mulher dos 10km”.

Caraca, me senti “a importante” naquele momento e o tamanho da emoção era o tamanho do medo.
Eu não esperava estar na frente naquela prova, mas já tinha chegado até ali e não queria perder a chance de realizar o meu sonho.

Meu companheiro de prova a todo tempo me passava tranquilidade dizendo que a segunda não estava muito próxima, mas ao mesmo tempo me estimulava a segurar o ritmo para não cair demais.

Seguimos correndo e eu já “morrendo”, lutando contra o cansaço e a cabeça para terminar bem a prova. Um pouco mais a frente a moto passou a acompanhar minha prova. Gente, que doido aquilo, uma “escolta”.... kkkkkkkkkkkkk.

O último km pareceu eterno. Só lembro do Shesman dizendo: “É o tiro final!”.

Puxei ar pra dentro e pensei, vou com tudo e só para se cair. A placa e virada final de “faltam 200 metros”  pareciam a visão do paraíso.

A partir dali eu tinha um corredor exclusivo demarcado com cones para passar e uma faixa ao final para cruzar. Na virada já ouvia o locutor anunciando o meu nome como a primeira colocada. Não consigo explicar a emoção daqueles segundos finais, a sensação do “eu consegui”, o “glamour” desse final. Porque sim, para mim tudo aquilo era chique de doer, kkkkkkkkkkkkkkkk.

Ali, passada aquela faixa, era um sonho que tinha se tornado realidade.

Eu não só subiria ao pódio, como no seu degrau mais alto, numa prova super popular, que naquele domingo havia reunido cerca de 5 mil participantes.


Abracei meu capitão naquela corrida e agradeci como pude, nem sei se o suficiente. Aquela era uma vitória conjunta. Minha, do Shesman, do Thiago, nosso treinador e de toda a equipe Next, que vibrou comigo.  Como foi bom sentir que a minha felicidade era a felicidade da galera. Era uma vitória também da minha família, que está sempre comigo, seja meu marido e filho grudadinhos, seja meus pais, tios, primos e irmãos um pouco mais distantes. Para todos dediquei aquele momento, com todos quis dividir aquela imensa alegria.




E você, que seja por que motivo foi chegou até aqui nesse longo texto, pode estar se perguntando: “Tá, mas o que mesmo isso tem a ver comum blog sobre maternidade?”.

Bem, tem que esse era o meu sonho e eu consegui realizar. Corri literalmente atrás para que isso acontecesse. Não foi fácil! Ao contrário, para se chegar à cereja do bolo teve muito treino e disciplina. Tive que enfrentar uma prova dura e com ela meus medos, em especial o da frustração, o medo de não conseguir. Mas passei por cima deles e cheguei lá.

E você, qual o SEU sonho? O que tem feito para realiza-lo?

Depois que nos tornamos mães é comum querer que os filhos sejam a nossa realização, querer que eles façam coisas que gostaríamos de ter feito, por exemplo.

Mas será se isso é certo? Não seria melhor você ter e realizar os próprios sonhos e apenas ajudar seu filho a descobrir e realizar dos dele? Acredito que assim todos seriam mais felizes.

Junto com a minha alegria de relatar essa história, deixo aqui o convite para que você reflita sobre os seus sonhos e o que pode fazer para alcança-los. E não se importe com o julgamento alheio. Sonho é algo particular... tenha os seus sem se preocupar se podem parecer sem importância ou mesmo supérfluos para quem vê de fora.

Tenho certeza que assim será uma mãe melhor e mais feliz. E lembre-se, felicidade é contagiante!

Não sei se terei a oportunidade de estar em um pódio novamente. Por mais que exista o desejo (não vou mentir, gostei!) sei que não é sempre que se ganha, não é sempre que tudo conspira a favor, que são “N” fatores envolvidos, que sou apenas amadora, mas sei que darei sempre o meu melhor e isso para mim basta.

Espero que tenha gostado de “correr” comigo essa prova.

Um abraço forte e cheio de felicidade, de quem ainda ri de orelha a orelha ao reviver essa história,

Amanda, mãe do Gustavo.

4 de abril de 2014

Presente professora!

Em abril de 2013 foi sancionada a Lei nº 12.796/13 alterou alguns dispositivos da famosa LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional - nº 9.394/96). As mudanças não são muitas, porém são significativas.

Às nossas leitoras que estão com filhos na escola, mesmo que na educação infantil, recomendo a leitura para conhecimento das alterações que já estão sendo notadas por alguns pais. Um exemplo: quem aí já sabia que a famosa “chamada” está sendo feita por algumas escolas, mesmo nas salinhas dos pequenos estudantes de 4 anos?

Pois é, além dessa nova exigência de controle de freqüência, existem outras que valem a pena estarmos informados, por isso destaco mais um exemplo:
Art. 4º [...] - III
Era assim:
- atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino;
E agora ficou assim:
- atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino;

Melhorou não é?

E o que mais mudou na educação infantil?
As regras que especificam como ela deverá ser organizada estão lá no art. 31: 
I - avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental; 
II - carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho educacional; 
III - atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada integral; 
IV - controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas; 
V - expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança.”
Então, fique de olho, se informe e observe se a escola do seu filho, seja ela pública ou particular, está cumprindo as novas determinações legais. E se tiver dúvidas, converse com os responsáveis pela escola.

Se quiser saber mais sobre o assunto, indico os links abaixo.



Abraço, Andréa mãe do Gabriel, um estudante de 4 anos