24 de novembro de 2014

Purpurina: todo cuidado é pouco


Sabe aquela purpurina linda e colorida que, em geral, é pedida anualmente na lista de material escolar dos nossos filhos? Pois bem, leia essa matéria publicada no G1 e ligue o alerta. A linda e colorida purpurina deve, no mínimo, ser usada por crianças com supervisão de um adulto. Isso pode ser fatal.

Criança sofre morte cerebral na Argentina após aspirar purpurina

Mauro Banegas é mantido vivo com a ajuda de um respirador artificial. Purpurina tem metais pesados como chumbo e cobre, segundo os médicos.

Um menino argentino de sete anos teve morte cerebral três semanas após ser intoxicado por aspirar purpurina, informou sua mãe nesta sexta-feira (7).


"Mauro estava evoluindo, mas agora não há esperança. Foi confirmada a sua morte cerebral. Só podemos esperar um milagre de Deus", declarou à imprensa Berta Banegas em um hospital na província de Santiago del Estero, no norte da Argentina.


De acordo com Berta, "os médicos disseram que os danos cerebrais são irreversíveis".


Mauro Lopez Banegas é mantido vivo com a ajuda de um respirador artificial no centro de cuidados intensivos do Centro Provincial de Saúde Infantil (CEPSE, na sigla em espanhol).
 

Em 18 de outubro, Mauro estava em casa fazendo o dever de casa, quando, por diversão, colocou um punhado de purpurina em um apito antes de assoprá-lo. O pó brilhante se espalhou pelo ar e acabou sendo aspirado pelo menino.
 

Rapidamente, ele começou a passar mal, com dificuldades respiratórias, e foi hospitalizado. Depois de ser estabilizado, o garoto voltou para casa até a manhã seguinte, quando piorou.
 

Os médicos do CEPSE, que nunca enfrentaram um caso semelhante, advertiram que a purpurina, em geral usada em trabalhos manuais e muito comum em maquiagens e trajes de carnaval, "contêm metais pesados, como chumbo e cobre, elementos altamente tóxicos quando inalados".
 

Eles explicaram que os baixos níveis de oxigênio no sangue foi a causa "da extrema gravidade do paciente".

20 de novembro de 2014

Os gêmeos recém-nascidos do andar de baixo

Mães são seres solidários (regra geral). Uma das coisas mais fantásticas que senti na pele foi solidariedade de mãe.
Mãe que é mãe vibra com a outra pelo resultado legal do exame médico de filho que nem é dela.
Mãe não consegue ver notícia de criança que fala de coisa ruim porque além de pensar na criança, pensa no que sente uma outra mãe. Mãe não consegue ver uma criança perdida na rua que quer logo devolver à mãe.
Comecei a escrever porque um dia meu interfone tocou.
Era a vizinha do andar de baixo, para falar toda sem jeito, que tinha acabado de ganhar neném. Que teve filhos gêmeos e não sabia nem direito como pedir o que ligou para pedir. Tudo bem que eu quase não uso sapatos ou sandálias de salto, poucas vezes mesmo. Mas ligou para pedir, muito por favor, que lembrássemos dos gêmeos recém-nascidos no andar de baixo na hora do sapato fazer 'toc toc' no chão. Pediu mil desculpas um monte de vezes por ter ligado para fazer um pedido assim.
A minha reação? Lembrar dos dias com uma neném de colo há quase cinco anos atrás. Me coloquei no lugar daquela mãe-vizinha. Me senti felizarda por poder ajudar de alguma forma, mesmo que seja sem fazer barulho com o salto alto.
Ultimamente tenho deixado para calçar os sapatos no tapete da porta, na saída. E quando estou de salto ando na ponta dos pés. Tudo pela mãe dos gêmeos do andar de baixo.
Um beijo, silencioso (rsrs), Maiara, mãe de Nicole.

17 de novembro de 2014

Hohoho, Papai Noel dos Correios completa 25 anos!

O Natal se aproxima e com ele as ações sociais costumam ganhar um reforço, seja porque a data nos lembra a necessidade de cuidar dos mais necessitados, seja porque o 13º permite que o orçamento familiar respire...

O fato é que os telefones começam a tocar e toda sorte de "campanhas" e "grupos de apoio" solicitam ajuda. Sou uma entusiasta da organização da sociedade. Acho, sinceramente, que esperar que as coisas mudem, exclusivamente, pela ação estatal é esperar por um dia que não vai chegar (mas isso é papo para outro post).

Das ações que se apresentam, uma é bem conhecida, lúdica, pontual e completa incríveis 25 anos!

Estou falando do Papai Noel dos Correios!

É verdade que as cartinhas perderam muito da magia e da ingenuidade de outros tempos, que muita gente escreve sabendo que é doação de terceiros e que muitos nem crianças são. Por outro lado, não há como negar que quem se dispõe a escrever pedindo ajuda, no mínimo, precisa de ajuda. E se você pode ajudar, que mal há?

Ajudar e ainda alimentar o sonho de um Natal perene, onde haja mais igualdade em todos os dias do ano e não apenas na noite em que Deus se manifestou aos homens...

E é por acreditar que com pequenos gestos podemos, sim, transformar a história das pessoas que abro espaço no nosso BMB para divulgar:


Visite o site e faça a diferença: http://blog.correios.com.br/papainoeldoscorreios/

Abraços, Lucyanna (mãe do JP e do GB)


13 de novembro de 2014

Coletivo Coca-Cola: qualificação e inserção de jovens no mercado de trabalho



Com o objetivo de construir junto a comunidades um projeto de vida melhor para todos, a Coca-Cola criou o projeto Coletivo Coca-Cola que visa a capacitar jovens em diversos temas e inseri-los no mercado de trabalho. Atualmente são oferecidos cursos sobre Empreendedorismo, Design de Embalagens Recicladas e Logística de Produção nas mais de 120 comunidades distribuídas por 14 Estados brasileiros.

Conheça mais sobre o Coletivo Coca-Cola e faça sua pré-inscrição: http://www.coletivococacola.com.br/pre_inscricao.html

10 de novembro de 2014

Dirija segundo a lei ou prepare o bolso (e alma, talvez)

O Código de Trânsito Brasileiro chegou ao ápice de seus 15 anos de existência com uma nova roupagem: multas mais severas para aqueles que teimam em ignorar suas premissas.

Vemos com frequência homens e mulheres cometendo inúmeras infrações de trânsito ao dirigirem por aí. Muitos devem imaginar estarem “acima de acidentes”, fatais ou não. É o tal do “isso não vai acontecer comigo”... Mas você há de convir que essa é uma loteria muito arriscada, afinal, a aposta é com a sua vida e a de outras pessoas, concorda?

Segundo dados do Detran-DF, atualmente 559 mil mulheres estão habilitadas a dirigir no Distrito Federal, nas mais diversas categorias. No último ano, dos 529 condutores envolvidos nos 357 acidentes com vítimas fatais, 476 eram homens (!), o que representa 90% do total.


Mulheres morrem menos no trânsito do DF do que homens, mas isso não significa que elas não sejam imprudentes.

Você sabe quantas mulheres se envolveram em algum acidente de trânsito enquanto dirigiam seus veículos pelas ruas de Brasília nos últimos meses? Em 2013, segundo as estatísticas do Detran, 28 mulheres condutoras se envolveram em algum tipo de acidente de trânsito nas vias do Distrito Federal. As informações deixam clara essa diferença impressionante entre os índices masculinos e femininos. Impressionante, trágico e triste, afinal, estamos falando de vidas.

Já que esse blog é voltado para a maternidade e já que nossos filhos são a razão do nosso viver (se não é pra você, me desculpe), por que não trazermos à tona essa discussão sobre um tema com tamanho potencial destrutivo e, ao mesmo tempo, libertador, né!? (P.S.: libertador porque me pego pensando nas inúmeras mulheres de outras gerações que não tinham essa autonomia que uma habilitação nos dá)

Tente imaginar, por alto, quantos desses homens e mulheres que se envolveram em acidentes fatais poderiam ser pais ou mães de família. Imagine quantas famílias podem ter perdido um ente querido. Cruel, muito cruel, mas julgo importante tal reflexão e por isso a trago a esse espaço.

O Detran-DF tem uma estatística que mostra que, até julho de 2014, 57 mulheres morreram em acidentes de trânsito aqui no “quadradinho” (leia-se “DF”). Você pode achar pouco se basear esse número na população feminina do Distrito Federal, mas eu continuo achando alto, principalmente se compararmos com 2013, que registrou 68 mortes de mulheres (no ano todo, tá?). Faça as contas.

Entrando no mérito da novidade do CTB, a Lei nº 12.971/2014, que entrou em vigor agora em novembro, fixa sanções administrativas e crimes de trânsito (lembra da história do “doer no bolso”?) e torna o simples ato de dirigir uma tarefa que pode custar MUITO caro para os imprudentes. Olha que resumo bacana o Estadão preparou:


Resta esperar que o impacto financeiro da nova legislação signifique também uma considerável redução no número de acidentes e, quiçá, no número de vítimas de trânsito em todo o País, afinal, vida nós só temos uma.
 
Abraços, Carol Braz

6 de novembro de 2014

Fui e aprovei: Shiatsu


Uma cama de massagem, uma almofadinha e um japonês com força nas mãos. Visualizou? Respire fundo... Agora acalme seus ânimos, porque esse post – apesar de ter tudo para ser ‘bafônico’ – tem apenas a intenção de relatar uma experiência dolorosa, porém positiva, para alívio de uma dor insistente na coluna. Passemos aos fatos (risos).

Uma dor no pescoço que começou a irradiar para os ombros e para a cabeça me levou direto para uma emergência ortopédica em Brasília. Numa manhã de segunda-feira, lá estava eu, com muita dor, num hospital particular especializado em ortopedia e traumatologia daqueles ao estilo “bonito por fora e desorganizado por dentro”, aguardando por um diagnóstico preciso e, obviamente, pelo alívio da dor que há dias me incomodava. Saí de lá com duas injeções aplicadas, um atestado médico “para repouso por três dias” e um encaminhamento para dez sessões de Fisioterapia. O diagnóstico preciso? Ah... Para... Deve ser a praxe, só pode.

Bom, as injeções aliviaram muito a dor, mas já no dia seguinte não traziam muito alívio e, aos poucos, a tensão do dia a dia voltou a retesar meus músculos e a me deixar irritantemente dolorida. Foi aí que fui apresentada ao Shiatsu e saí encantada (e dolorida... e relaxada...) ao ponto de me tornar fã dessa prática da Medicina Oriental.

O Shiatsu consiste em pressionar pontos (no meu caso, de tensão) com os dedos polegares e indicadores e com a palma das mãos. A pressão empregada faz com que os pontos se desfaçam e, como acredita e prega a Medicina Oriental, a energia vital se reequilibre pelo corpo. Agora imagina você se submeter a tal terapia cuja proposta é pressionar muito e com força justamente onde você sente dor. Imaginou? Pois é, eu chorei. Chorei, mas saí de lá “novinha em folha”, sem músculos presos e com uma sensação de relaxamento que eu não consigo explicar. Por isso esse “Fui e aprovei”.

Pra quem tiver curiosidade para saber mais sobre o Shiatsu sugiro a leitura do site do Instituto de Terapia Integrada e Oriental (Itio): http://www.itiomassagem.com.br. Lá você encontrará textos e artigos sobre o tema, além de uma infinidade de informações sobre a Medicina Oriental.

Se você mora em Brasília e quer “pagar pra ver” os efeitos do Shiatsu no seu corpo #ficaadica: Shigeru Shoji, terapeuta especialista no tratamento da coluna, joelho, estresse e males da menopausa. Eis o contato do “japonês com força nas mãos”: (61) 3346-9895.

Gente, o resultado é fantástico!


Abraços, Carol Braz

3 de novembro de 2014

#nãochovenãolavo


O Brasil enfrenta atualmente a pior estiagem de sua história. A Região Sudeste é uma das mais afetadas pela falta de chuvas, que impacta direta e negativamente nos níveis de rios e reservatórios e afeta o abastecimento de água em muitas cidades. O Nordeste vive situação de escassez em grandes rios (como o famoso Velho Chico) e em açudes de grande porte (como o Boqueirão, na Paraíba), obrigando moradores da região a manter a rotina de uso racional da água (em alguns lugares há notícia de que passam até 28 dias sem receber água encanada em casa!). E olha que estamos falando daquelas pessoas que recebem água tratada e encanada em casa, sem considerar os muitos brasileiros que não dispõem de serviço de abastecimento ou de esgotamento sanitário em suas residências.

Voltando à escassez hídrica, a ONG The Nature Conservancy (TNC) lançou a campanha “Não chove, não lavo” que busca conscientizar a população sobre a crítica situação pela qual o País passa e, com isso, promover o uso racional da água, sem tanto desperdício como temos acompanhado pela imprensa nacional. A ideia é simples: não lavar o carro enquanto não chover.

Mas aí você pode até pensar “ah... mas vou andar no carro sujo como está?”. Daí eu te convido a uma simples reflexão: é melhor andar no caro limpo, lavado, ou manter suas condições mínimas de higiene, saúde e bem estar que a água proporciona a você e sua família?

A resposta me parece bastante óbvia, até mesmo nas regiões que não têm sofrido tão fortemente com a falta de chuvas, como é o caso do sul do País.

Em Brasília, por exemplo, você já deve ter visto alguma matéria na televisão ou em jornais impressos falando sobre o nível dos rios e reservatórios da região. A agência que regula o setor no DF, a Adasa, chegou até a lançar uma campanha também voltada ao uso racional desse recurso natural (veja aqui).

Se você, assim como eu, prefere usar esse recurso de forma racional para que não falte água nas torneiras nem hoje, nem nunca, entre no site da TNC e conheça a proposta da campanha #NAOCHOVENAOLAVO.

Se cada um fizer a sua parte hoje nossos filhos e netos nos agradecerão no futuro.

Abraços, Carol Braz