28 de maio de 2015

Pergunte ao Dr. Petrus - dificuldade para engravidar


Olá, Dr. Petrus. Me chamo Maísa, tenho 34 anos, tenho um filho com 13 anos. Tenho um relacionamento de 8 anos e há 6 anos tento engravidar, mas não consigo.

Ano passado iniciei um tratamento para verificar se existia alguma coisa de errado comigo, mas graças a Deus estava tudo certo, a não ser a dificuldade de ovular por ter ovários policísticos.

Iniciei um tratamento de três meses com um medicamento indutor de ovulação, mas não tive êxito. Hoje, após três meses de tratamento, minha menstruação está atrasada há 6 dias. Fiz um teste de farmácia que deu negativo. Será que o exame pode ter dado errado por conta do pouco tempo de atraso menstrual? Há possibilidade de eu estar grávida?


Olá, Maísa!

A Síndrome dos Ovários Policísticos pode causar a dificuldade de engravidar devido a ciclos anovulatórios. Nessa enfermidade, o atraso menstrual e a irregularidade menstrual podem acontecer frequentemente.

O teste de farmácia, atualmente, é um ótimo exame para diagnosticar gravidez, mas tem suas limitações quando a gestação é muito inicial.

Aconselho que faça uma avaliação médica por ginecologista-obstetra, porque, se for necessário, irá investigar o porquê da dificuldade de engravidar após excluir gestação por um exame de Beta-HCG laboratorial.
Atenciosamente e à disposição,

Dr. Petrus Sanchez
CRM-DF 13584
TEGO 0212-2008

PACIENTES E FAMILIARES: as orientações médicas acima possuem caráter meramente informativo, não substituindo a consulta médica presencial necessária.

25 de maio de 2015

#educação - O que queremos pros nossos filhos?


No Brasil temos um sistema de ensino dividido por disciplinas. Mesmo diante das várias tentativas em prol da tal “multidisciplinariedade”, nosso sistema ainda se baseia no ensino focado em matérias como o Português, a Matemática, a Geografia, etc. Isso é cultural. Os alunos são preparados para um “mercado ficheiro”, onde cada “gaveta” do cérebro recebe um conhecimento voltado a determinado título. A correlação de conhecimentos depende mais de como cada indivíduo recebe, interpreta e faz uso da informação (e nem estou colocando em questão as experiências de vida de cada um, hein?!) do que da capacidade de propagação de conhecimento multidisciplinar de nossos mestres e doutores. Por mais esforçados que sejam nossos professores – e muitos deles o são mesmo! – o sistema limita e engessa.
 
Esse post tem potencial para render um excelente debate a respeito do modelo de Educação que temos à disposição aqui no Brasil. Vou além: esse post tem potencial para trazer ao debate a forma como a Educação é tratada no Brasil, onde vemos professores sendo menosprezados e agredidos verbal e fisicamente; onde vemos os mestres gastando de seus salários para, por amor à profissão e aos alunos, comprar materiais que faltam na rede pública de ensino; onde vemos profissionais cada vez mais acuados em salas de aula e fora delas com a falta de respeito que afeta muitos alunos hoje em dia.
 
Aliás, é justamente esse o meu desejo: que nos debrucemos um pouquinho à leitura e reflexão desse tema indispensável a todos nós e, em especial, aos nossos filhos, e nos tornemos mais atuantes no processo de ensino-aprendizagem e na elaboração dos planos e metas educacionais do nosso País.
Não sou professora, não trabalho na área de educação e ultimamente nem aluna regular eu sou. Mas sou mãe e me preocupo com as informações que meus filhos estão recebendo ou vão receber nas escolas por onde passarem, por isso sugiro a leitura do texto abaixo, escrito por Renato Carvalho e publicado originalmente no site rescola.com.br.
 
Que façamos valer o nosso direito de representação quando elegemos um deputado ou um senador da República, que, dizem, está lá para nos representar. Que façamos o exercício diário de valorizar os profissionais que são indispensáveis para nossa cultura. Afinal, agora somos a "Pátria Educadora", não é mesmo!?
 

Abraços,
Carol Braz, mãe do Rafael e da Beatriz

Finlândia será o primeiro país do mundo a abolir a divisão do conteúdo escolar em matérias
 
A campainha toca, mas, em vez da aula de História, começa a aula de “Primeira Guerra Mundial”, planejada em conjunto pelos professores especialistas em História, Geografia, Línguas Estrangeiras e (por que não?) pelo professor de Física que achou que seria uma boa oportunidade para trabalhar os conceitos de Balística.
 
À tarde, outro sinal, mas os alunos não vão ter aula de Biologia. Hoje a aula é sobre “Ecossistema Polar Ártico”, ministrada pelos professores especializados em Biologia, Química, Geografia e o de Matemática, que percebeu que os dados sobre o derretimento das geleiras seriam úteis para o estudo de Estatística.
 
Em pouco tempo, cenários como esse, que já são comuns nas principais escolas da capital Helsinki, poderão ser encontrados em toda a rede de ensino do município e nas cidades do interior. O objetivo é claro:
 
Há anos, a educação finlandesa vem sendo considerada a melhor do mundo. Com “segredos” como valorização dos professores, atenção especial aos alunos com mais dificuldades, valorização das artes e de diferentes formas de aprendizagem e uma radical redução no número de provas e testes, o país tem consistentemente dividido as mais altas posições nos rankings do PISA (Programme for International Student Assessment, ou Programa para Avaliação Internacional de Estudantes) com Cingapura, mas com as vantagens de oferecer uma educação universalmente gratuita e livre dos tremendos níveis de estresse aos quais os estudantes asiáticos são submetidos.
 
Apesar dos excelentes resultados (ou talvez por causa deles), a Finlândia pretende continuar repensando e aprimorando seu sistema educacional. “Não é apenas Helsinki, mas toda a Finlândia que irá abraçar a mudança”, afirma Marjo Kyllonen, gerente educacional de Helsinki. “Nós realmente precisamos repensar a educação e reprojetar nosso sistema, para que ele prepare nossas crianças para o futuro com as competências que são necessárias para o hoje e o amanhã. Nós ainda temos escolas ensinando à moda antiga, que foi proveitosa no início dos anos 1900 – mas as necessidades não são mais as mesmas e nós precisamos de algo adequado ao Século 21.”
 
Naturalmente, a ideia de substituir “Matérias” por “Fenômenos” como forma de dividir o conteúdo escolar e apresentá-lo aos alunos sofreu resistência inicial, principalmente dos professores e diretores que passaram suas vidas se especializando e se preparando para ensinar matérias. Mas com suporte do governo – inclusive incentivos financeiros através de bonificações para os professores que aderissem ao método – os professores foram gradualmente se envolvendo e hoje aproximadamente 70% dos professores das escolas de ensino médio da capital já estão treinados e adotando essa nova abordagem.
 
Atualmente, as escolas finlandesas já são obrigadas a oferecer ao menos um período de ensino multidisciplinar baseado em Fenômenos por ano. Na capital Helsinki, a reforma está sendo conduzida de forma mais acelerada, com as escolas sendo encorajadas a oferecer dois períodos. A previsão de Marjo Kyllonen é de que em 2020 a transição estará completa em todas as escolas do país.
 

21 de maio de 2015

Nota de Pêsames


A história das Big Motherns Brasília é recheada de encontros maravilhosos.

Em momentos anteriores, firmamos algumas parcerias para presentear nossas leitoras com produtos e serviços de qualidade.

E foi em uma ocasião dessas que conhecemos a Andrea, mamãe como nós, e dona da Boo, Moda e Lúdicos.

Recebemos aqui, com muita tristeza, a notícia de que essa mamãe-empreendedora faleceu esta semana.

A vida tem um curso que tomamos por natural, mas por vezes somos vivenciamos situações abruptas, que nos fazem sentir pequeninos e impotentes.

Nestas horas, a fé e o amor nos sustentam. A fé na sabedoria Divina, que tudo sabe. E o amor por aqueles que se vão e por aqueles que ficam, alimento para a alma seguir firme, embora machucada.

Nossos votos são para que a família encontre alento e paz neste momento de dor e saudade. Estamos aqui, em oração por isso. Deus os abençoe.

São os votos sinceros de Andrea, Amanda, Ana Carolina, Cristiane, Lidiane, Lucyanna, Maiara, Mayara, Polyanna e Raquel


18 de maio de 2015

UM DOMINGO COM 3 FESTAS INFANTIS - PARTE 3


Oi gente, hoje vim completar a série de posts sobre o domingo no qual fomos a 3 festas infantis bem diferentes entre si, mas todas muito legais. Minha idéia foi partilhar as propostas, pois sei que a gente sempre está em busca de experiências divertidas e especiais para nossos anjinhos.

Bem, já contei sobre a festa no cinema (leia aqui) e sobre a festa na chácara (leia aqui), agora vou falar da festa que encerrou nosso dia e que foi muito especial também!

3ª festa - 15h
(Só conseguimos chegar às 16h30)

 Local: Salão de festas do prédio
Tema: Vingadores e Frozen (era uma festa dupla)
Como foi:
·         Com gosto de festa de antigamente, quando o principal era reunir irmãos, primos e amiguinhos mais próximos e celebrar o dom da vida dos filhos.
·         A mamãe caprichou nos detalhes. A festa era toda dividida: metade vermelha (vingadores), metade azul (frozen).
·         Foi montada uma mesa de lanche, onde havia um recheaud com molho de cachorro-quente. Além disso, uma cesta com o pão já cortado; pão de queijo; pãezinhos com goiabada dentro; pãezinhos recheados de queijo;potinhos de salada de frutas na champanheira; duas suqueiras com sucos de polpa (morango e uva), levemente adoçados; brigadeiro caseiro de copinho. A mesa ficou linda e certamente tinha mais coisas, mas lembro dessas!
·         Um garçom servia bebidas.
·         Para a criançada, tinha uma cama elástica; um mini golf (aquele caseiro mesmo) e um animador infantil.


·         A mesa do bolo era também dividida ao meio. E em cada extremidade a mamãe colocou um arranjo de balões com hélio. Docinhos personalizados e bolos lindos finalizaram com muito bom gosto a mesa.
·         As lembrancinhas foram mini cestas de "lanche da tarde" - para as meninas, eram azuis; para os meninos, vermelhas. Dentro da cesta, um delicioso e saudável lanche, com suco, fruta e biscoitos. A mamãe colocou, na hora de sairmos, um pirulito de chocolate dentro da cestinha, personalizado, um mimo só.

única foto deste post que foi realmente da festa, ficou linda a lembrancinha, não?
O que mais gostamos: Uma festa tão família que nos fez sentir que estávamos em casa. Tudo com muito cuidado nos detalhes. O animador da festa foi um sucesso entre as crianças, fez excelentes gincanas (uma delas com quadro de desenhar, que envolveu crianças de diferentes faixas etárias e todas participaram). Infelizmente, esqueci o nome do profissional, mas se lembrar incluo aqui no post depois. 

Para prestar atenção: Se, como eu, seus filhos nasceram na época da chuva, tenha um plano B para entreter a galerinha. No caso da festa, o animador era realmente bom, mas lápis de cor, sucata e jogos de tabuleiro também fazem milagres!

Foi um fim de tarde agradável e encerrou nosso domingo com chave dourada. Festa sem exageros, mas muito bem pensada nos detalhes e, principalmente, com foco no principal: a alegria das crianças.
No final, foram 3 festas muito diferentes, mas todas deixaram a sensação de que as famílias pensaram em como confraternizar, celebrar e partilhar a alegria da vida dos filhos com os amigos e familiares. Nada contra quem gosta de pesar a mão , até porque acho, sinceramente, que cada um faz aquilo que deseja, mas senti que este domingo me remeteu às festas da minha infância e,  talvez por isso, a pensar no que realmente faz a diferença: sermos nós mesmos e ensinarmos nossos filhos a serem autênticos, livres e, em consequência, felizes.

Abraços, Lucyanna
(exausta, mas feliz em poder partilhar com JP e GB momentos tão legais)

p.s. as fotos foram retiradas do google e do arquivo pessoal

14 de maio de 2015

Maio amarelo - um movimento pela segurança no trânsito


Chegamos mais uma vez para apoiar o movimento MAIO AMARELO, uma iniciativa sensacional que tem o objetivo de colocar em pauta discussões e reflexões sobre segurança no trânsito, envolvendo diversos segmentos da sociedade civil organizada e do Poder Público no engajamento de ações e propagação de conhecimento. Atualmente o MAIO AMARELO conta com mais de 28 mil apoiadores e o Big Motherns Brasília te convida a entrar para o time.

A ideia aqui é te estimular a realizar atividades voltadas à conscientização, a debater sobre as responsabilidades relacionadas à segurança no trânsito, bem como a avaliar os riscos sobre o comportamento de cada cidadão (incluindo você) em seus deslocamentos diários no trânsito. A ação quer somar esforços em prol de um trânsito mais seguro para todos, dentro ou fora de um veículo automotivo.
 
Vem com a gente?

A iniciativa trabalha com um calendário fixo de temas, possibilitando a difusão do conhecimento nas mais diversas esferas relacionadas ao trânsito: ciclistas, pedestres, motoristas, motociclistas e sociedade em geral. Veja a agenda completa no site oficial: http://maioamarelo.com/agenda-de-acoes/
 
Foto: Correio Braziliense

Os temas têm abordagem simples e direta por meio de vídeos, cartazes, folhetos e material para rádio. Em Brasília, por exemplo, os monumentos da Esplanada dos Ministérios receberam uma iluminação especial na cor amarela e o Detran tem feito blitz e abordado os motoristas com o objetivo de conscientizar acerca da segurança no trânsito – os agentes também têm oferecido adesivos da campanha para que os motoristas colem em seus carros e, assim, propaguem o MAIO AMARELO.

A ideia do MAIO AMARELO, assim como outros movimentos coloridos como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, é internacional e veio para o Brasil para ficar. A cor escolhida decorre do alerta de sinalização de trânsito que demanda atenção, o sinal amarelo.

Gostou da ideia e quer saber mais a respeito? Entre no site www.maioamarelo.com e conheça um pouco mais dessa iniciativa bacana.

Abraços,
 
Carol Braz (mãe da Beatriz e do Rafael, que, ao avistar um sinal amarelo, já avisa logo que devemos parar, por precaução)

12 de maio de 2015

#ficaadica: Festival de Cinema Europeu - 12 a 19 de maio, no Cine Brasília


Começa hoje (12) e vai até a próxima terça-feira (19) o Festival de Cinema Europeu, no Cine Brasília com exibição de filmes europeus com a temática “Cidadania e Desenvolvimento”. Abertura acontece às 19h de hoje (terça-feira, 12 de maio) com projeção do drama italiano “O Sol Dentro", seguida de festa ao som da DJ portuguesa Joana Hasse e foodtrucks com diversas comidas e bebidas à venda. A entrada é gratuita e a classificação, livre.

Serviço
Festival de Cinema Europeu
Local: Cine Brasília (EQS 106/107 - Asa Sul)
Horário: 19 horas
Duração do filme: 1h40
Classificação: livre
Contato: 3244-1660
* entrada franca

Programação e Sinopse dos filmes 

TERÇA (12)
19h - O Sol Dentro (Itália), 100 min

QUARTA (13)
19h - O Novo Mundo (Estônia), 88 min
21h - O Investigador (Hungria), 107 min

QUINTA(14)
19h - O Reencontro (Suécia), 88 min
21h - A gangue de Oss (Países Baixos), 108 min

SEXTA (15)
17h - A Estação de Rádio (França), 103 min
19h - Kadish para um amigo (Alemanha), 94 min
21h - A Fita Branca (Austria), 139 min

SÁBADO (16)
17h - O Cão Japonês (Romênia), 90 min
19h - Diamantes Negros (Espanha), 94 min
21h - Tabu (Portugal), 118 min

DOMINGO (17)
17h - Pai (Eslovênia), 71 min
18h45 - Alabama Monroe (Bélgica), 110 min
21h - Imagine (Polônia), 105 min

SEGUNDA (18)
19h - Thomas, o Falcoeiro (Eslováquia), 96 min
21h - Homens de Esperança (Rep. Tcheca), 110 min

TERÇA (19)
19h - His and Hers (Irlanda), 80 min
21h - O Amante da Rainha (Dinamarca), 132 min

Mais informações e sinopses em http://www.semanadaeuropa.org.br/cinema.

O Festival

O Festival de Cinema Europeu acontece nos meses de maio e junho em nove capitais brasileiras e celebra em grande estilo o Dia da Europa, festejado dia nove de maio, data que marca o início da formação da União Europeia.

A mostra está composta por 18 filmes de 18 países diferentes, abarcando desde o conflito entre árabes e judeus no filme alemão Kadish para um Amigo, passando pela contracultura estoniana em O Novo Mundo, até a chegada de africanos a Madri com o sonho de serem grandes jogadores de futebol no espanhol Diamantes Negros. Na seleção também há filmes inéditos, como o esloveno Pai, e premiados como  o austríaco A Fita Branca e o português Tabu.

No mundo tão conectado em que vivemos, toda variedade presente no Festival de Cinema Europeu nos mostra como é importante aceitar o próximo. Toda nação global só é possível se entendermos a cidadania como tolerância e aceitação do diferente. E vamos celebrar a diversidade! (Daniela Marinho – Curadora da Semana da Europa)

#ficaadica: palestra de Laura Gutman sobre maternidade

Recebemos por e-mail essa dica de palestra com a terapeuta e escritora Laura Gutman e viemos compartilhar com vocês. Atenção: a organização do evento está preparando um espaço para mães com bebês, com sala de amamentação, berços, poltronas e brinquedoteca com monitores. Vale a pena e #ficaadica, viu gente?!


Você já parou para pensar sobre a sua infância e como ela interfere na criação dos seus filhos? Esse e outros assuntos relacionados ao complexo mundo da maternidade serão abordados pela terapeuta e escritora argentina Laura Gutman, que estará em Brasília no dia 16 de maio para apresentar um de seus últimos livros, "A Biografia Humana – A ponte entre o nosso presente e a nossa infância” durante o Encontro com Laura Gutman, que será no plenário José de Paiva Netto, na Legião da Boa Vontade (LBV), das 10h às 16h.

Com mais de 30 anos de pesquisa na área, Laura Gutman acredita que o primeiro passo para criarmos filhos com consciência é entrar em contato com a nossa própria infância. “Somos resultado de tudo o que aconteceu quando éramos crianças, mesmo que não nos lembremos dos fatos. Somente conhecendo esse território emocional, poderemos tomar decisões claras a respeito do que queremos fazer agora, sendo a pessoa que somos, e não a que disseram que somos”, afirma a terapeuta.

Durante o encontro, Laura explicará como fazer esse processo de autoconhecimento. “Ao entrar em contato com experiências esquecidas, podemos adquirir novas formas de ver o mundo. Desse processo, emergem pessoas mais completas e aptas a manter relações familiares mais harmônicas”, garante.

Laura Gutman é autora de outros livros famosos no universo materno, que estarão disponíveis para compra no local, como “O Poder do Discurso Materno (Summus Editorial), “A Maternidade e o Encontro com a Própria Sombra” (Best Seller) e “Mulheres Visíveis, Mães Invisíveis” (Best Seller), entre outros.
 
Estrutura e organização

O espaço da palestra foi organizado para que mães com bebês possam participar. Haverá uma sala especial para amamentação, confortável e com visão plena para o auditório. Em outra sala, teremos berços e poltronas para descanso, além de uma brinquedoteca com monitores para crianças de até quatro anos.

As inscrições podem ser feitas pelo site
www.aquarelapediatria.com.br/encontro-com-laura-gutman ou no consultório da Aquarela Pediatria (SGAS 915, Edifício Office Tower, Bloco D, sala 108) e custam R$ 250. O estacionamento é gratuito.

Pedimos aos participantes que cheguem com 30 minutos de antecedência para identificação, recebimento do crachá e entrada no auditório.

10 de maio de 2015

FELIZ DIA DAS MÃES - DE UMA MÃE PARA TODAS AS OUTRAS

 

Um blog de maternidade não poderia deixar de ter um post sobre o dia das mães. 

Hoje é um dia, um dentre os 365 de cada ano vivido após a descoberta da gravidez.

Lembro-me de como descobri que estava grávida do meu filho mais velho, lembro-me também da descoberta do segundo anjo a caminho. Lembro-me do olhar de meu marido (companheiro a quem rendo meu amor e minhas eternas homenagem e gratidão, porque não se contenta em ser a figura de paternidade convencionada pela sociedade, vai além, muito além, todos os dias desde o momento em que se soube pai).

O dia em que nos vemos mães é o dia em que descobrimos a gravidez. Daquele instante em diante nunca mais somos "eu", passamos a ser "a completude do universo". Tudo cabe em nós, porque, em verdade, o maior dos milagres se fez.

Não preciso buscar na memória, é fácil recordar os meses de gestação. E por pior que os meus 18 meses tenham sido (foram dois longos períodos de 40 semanas aguardando, passando muito mal, frequentando as emergências hospitalares e segurando a onda porque, afinal, o mundo grita que "gravidez não é doença" e que a mulher que passa mal é apenas uma "frouxa"), o amor jamais cambaleou.


E eles vieram ao mundo, como toda criança vem: pelo milagre do parto. 

Sou daquelas que não se importa muito com bandeiras, compreendo que cada ser é um mundo e, como tal, não julgo as escolhas de cada mulher. Pra mim, ninguém é mais ou menos mãe porque viveu o milagre da vida da maneira A ou B. Porque, no fundo, o milagre de segurar o filho nos braços é o que realmente importa. Escolhi o parto normal, por minhas convicções comigo mesma, sem pressão de ninguém, sem ideologia. Apenas porque meu coração pediu e, como ele não batia mais só por mim, entendi que não era só o "eu", era um pedido de "nós". Deus abençoou os dois partos, rápidos, intensos e muito reveladores da força que a natureza impôs às fêmeas. Sabedoria Divina preparando o caminho do porvir. 

A amamentação merece um parágrafo só pra ela, parecido com o anterior, pois como disse, sei que cada ser tem sua história e que cada relação mãe-filho também. Eu tive a graça dupla de amamentar. Foi tormentoso por demais no começo (nas duas ocasiões). Doeu. Doeu pra c. Mas eu queria, escolha que não me faz melhor do que quem não quer, e podia, dom que não me torna melhor do que quem não pôde. Vivi duas histórias de amamentação: uma durou 1 ano e 7 meses e só se interrompeu porque engravidei do 2º filho (e não parei por medo de abortar, mas sim para começar a preparar o inevitável "crescimento" do mais velho com a chegada do "mais novo"...escolha); minha outra história durou 5 meses (e os 8 dentes na boca do pequeno, um incidente grave com meus bicos e um prato de feijão preto acabaram com esta fase mágica e única de poder alimentar a cria).



Noites em claro, doenças adquiridas e congênitas, broncas, curativos, ensinamentos. Brincadeiras, risadas, música, colo, abraço e cheiro (ser casada com um Nordestino me concedeu a bênção de aprender a cheirar o ser amado). Papinhas coloridas e de texturas diferentes, passeios saudáveis, mala sempre pronta para qualquer incidente, cuidado com a higiene, contação de história.

O segundo corte do cordão umbilical foi aos 6 meses, com o retorno do trabalho e a ida para a creche laboral (meu maior salário pro resto da vida). Depois tive aos 2 anos e 1 ano e meio ,respectivamente, com a ida de cada um pra escola.

A dor imensa da impotência diante de sofrimentos e crescimentos que são deles e que não posso impedir, tampouco intervir. Choro (deles e meu). Oração (deles e minha).

O aprendizado do nadar. A culpa pela demora em colocar. A alegria pelos avanços.

A descoberta das letras por um. O des-cobertar eterno do outro nas madrugadas. 



Constatar, por mais difícil que seja, que sozinho não se consegue nada. É preciso pedir ajuda, aceitar ajuda de quem oferece. Avós, graça da experiência e do amor sem juízo, tios, amigos, professores, médicos e, no meu caso, a fé.

Porque conto a minha história em frases soltas hoje? Porque aprendi nos últimos 7 anos e 2 meses (lembrem, tudo começa na descoberta da gravidez), que a história nunca é igual, que cada mãe vive a sua experiência, que cada filho (mesmo da mesma mãe) é único, que cada instante vivido por cada mulher que recebeu o dom da maternidade (biológica ou não) só ela sabe descrever, mas descobri também que algo nos iguala.

Algo nos coloca todas na mesma régua, no mesmo tamanho, na mesma toada. Falo de AMOR.



Disse o emérito Papa Bento XVI que o amor de mãe é o que mais se aproxima da realidade do amor de Deus para com a humanidade. Sábias palavras, mas palavras que só compreendemos quando nos tornamos mães.

A doação da vida é o que dá sentido a ela. Alguns escolhem doar-se a causas, muitas delas de enorme dignidade e de valia sem medida, mas nós, as mães, doamos nossas vidas pela causa que não precisa de adjetivos, nem de explicações. A morte do ser que éramos antes do filhos não choramos, porque sabemos que a nossa nova versão carrega no colo o mundo inteiro.

Não precisamos de homenagens, nem flores. Na verdade, não precisamos de mais nada. Afinal, toda riqueza que o homem é capaz de produzir não nos preencheria como o sorriso de um filho é capaz de fazer.

Desejo a você, mamãe, um dia como outro qualquer: com o coração batendo fora do corpo e a certeza de que cada instante vivido desde a descoberta da gravidez foi e será um presente dos céus.

Feliz Dia das Mães!

BMB Lucyanna (MÃE)

7 de maio de 2015

A campanha de vacinação contra gripe começou, minha gente!


A imagem diz tudo: até o dia 22 de maio o Ministério da Saúde promove a Campanha de Vacinação contra a Gripe em todo território nacional. O público-alvo da campanha são as gestantes, puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a menores de 5 anos, doentes crônicos, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, indígenas e população carcerária. Para receber uma dose da vacina é preciso ir a um posto de saúde com documento de identificação original com foto e o cartão de vacinação - o adulto que não tiver o cartão de vacinação não precisa deixar de ir ao posto de saúde, pois os profissionais fazem o registro na hora, em documento a parte.
 
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra Influenza é segura e uma das medidas mais eficazes de prevenção a complicações e casos graves de gripe. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da Influenza.
 
A vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde para este ano (A/H1N1; A/H3N2; e Influenza B).
 
A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 39,7 milhões de pessoas (número que equivale a 80% do público prioritário que soma quase 50 milhões de pessoas). 
 
O sábado, 9 de maio, será o Dia D para mobilização nacional.

4 de maio de 2015

UM DOMINGO COM 3 FESTAS INFANTIS - PARTE 2




Hoje vim contar a segunda festa do meu Domingo de maratona de festas infantis, como disse no primeiro posto (leia aqui), nós tínhamos 3 festas para ir no mesmo dia e todas muito importantes para nossos rapazes, pois eram de amigos amados. Diante disse, topamos o desafio e tivemos a grata surpresa de 3 festas maravilhosas e diferentes, que mereceram a série de posts, pois a idéia de uma BMB curte, ela partilha!

Então vamos lá!

2ª Festa - 12h30

Local: Em uma Chácara (mas pode ser realizada em um restaurante rural, por exemplo)

Como foi:
·         Meninada solta, correndo na grama, com brinquedos infláveis e o ambiente rural para curtir.
·         Tinha piscina e futebol de sabão para os maiores, já os pequenos curtiram um tobogã inflável, a casinha de bonecas em tamanho gigante e, principalmente!, andar nos cavalos e ver os pequenos animais do local.
·         Clima bem descontraído e agradável.
·         A decoração da festa era só a mesa do bolo, afinal, um lugar tão mágico não precisa de mais nada.
·         Às 14h serviram o almoço: uma feijoada pra lá de gostosa e uma linda salada, para quem não quisesse entrar no feijão com porco.

O que mais gostamos: O local é da família há gerações e a casa é de um aconchego especial, mas nossas cabeças já imaginaram uma festa parecida em um restaurante rural ou semi-rural das redondezas. Os meninos ficaram soltos, sujos e suados. Uma delícia ver o tanto que se divertiram.
Pra prestar atenção:  Festas em locais mais distantes demandam uma organização bem cuidadosa. A mãe do amiguinho me disse que precisou ir várias vezes ao local levar todas as coisas necessárias. Como a propriedade é deles, sem maiores problemas, mas se você for fazer em um lugar comercial, melhor estar atenta aos detalhes para não passar apuros.

A vontade era ficar mais tempo lá, pois não cantamos os parabéns ao aniversariante, mas nossa maratona estava longe de acabar e a 3ª festa era do outro lado da cidade, então tivemos que fazer igual cachorro magro (comer e sair), mas não sem antes nos aproveitarmos da hospitalidade da família e dar um rápido banho na tropa (língua de gato não ia resolver!).
E lá fomos nós para a 3ª festa, um 3º estilo e muita diversão em família, mas isso é assunto para um próximo post.

 Abraços, Lucyanna (mãe do GB e do JP, meus vaqueiros mirins)

p.s. As fotos foram retiradas da internet, não são do evento em si.